A CRIAÇÃO DOS BLOGS

Hoje em dia, todo mundo tem um blog e temos a impressão que isso sempre existiu, mas quase ninguém se dá conta que essa história toda começou em algum lugar.
 
No fim dos anos noventa, no século passado, mais precisamente em 1997, foi criado por Jorn Barger o primeiro blog da história o Robot Wisdom, o seu criador é esse aqui rapaz aí na foto do lado.
O que nos resta de sua seminal criação, é o Robot Wisdon Auxiliary. Um blog bem feio, com o layout digno dos mais tenebrosos blogs feitos pela Blogger. Ele além de ter criado o “first” blog, também é o cara que cunhou o termo Weblog.
No começo de 2000 a Blogger, introduziu o Permalink, que transformaria de vez a vida dos blogs, porque com isso, poderia chegar diretamente em um post, salvando uma URL para ele separadamente.
Pouco tempo depois seria criado por Hackers, os comentários, o que definiria de vez essa ferramenta altamente democrática que é o blog, pois pela primeira vez na humanidade, os leitores de algum meio de comunicação poderiam efetivamente opinar e ter seu espaço reconhecido. Apesar de algum blogs não terem comentários, o que é um contra-senso na realidade dos blogs.


Uma outra figura extremamente importante nessa história toda é Dave Winer, criador do Scripting News, um blog tão feio quanto o do nosso amigo barbudão. Dave foi o primeiro blogueiro do mundo a usar o Feed, outra ferramente crucial para os blogs.
Parece ser uma constante esses blogs primevos serem feiosos.
Agora meu amigo blogueiro, pense em como foram importantes essas criações todas e como isso tudo mudou o mundo onde vivemos. Pense nisso tudo antes de escrever um post de merda, roubar conteúdos dos outros e não dar créditos ou apagar comentários só porque feriram a sua sensibilidade. Pensem…

O Novo Jim Crow: Controle e Morte Social


"Jarvious Cotton não pode votar. Assim como seu pai, avô, bisavó e tataravó, lhe é negado o direito de participar em nossa democracia eleitoral. O tataravó de Cotton não podia voltar por ser escravo. Seu bisavó foi espancado até a morte pela Ku Klux Klan por tentar votar. Seu avó foi impedido de votar devido a intimidação da Klan. Seu pai foi barrado de votar por não pagar impostos e devido a ser analfabeto. Hoje, Jarvious Cotton não pode votar porque ele, assim como muitos homens negros nos Estados Unidos, foi rotulado como criminoso e está atualmente sobre liberdade condicional".

"A história de Cotton ilustra, de muitas formas, o velho adágio "Quanto mais as coisas mudam, mais ele permanecem as mesmas"... Na era de "colorblindness" (cegueira de cor), não é mais socialmente permitido usar, explicitamente, raça como uma justificativa para discriminação, exclusão e desdém social. Pois bem, não usamos. Melhor do que se basear em raça, usamos nosso sistema de justiça criminal para rotular pessoas de cor como "criminosos" e daí engajar em todas as práticas que supostamente deixamos para trás... Uma vez que você é rotulado criminoso, as velhas formas de discriminação - na procura por emprego, moradia, negação do direito de votar, oportunidades educacionais, auxílio alimentação e outros benefícios públicos, além da exclusão de participação em júri popular - são repentinamente legais. Como criminoso, você tem pouquíssimos direitos mais, e provavelmente menos respeito, do que um negro vivendo no Alabama no ápice do Jim Crow*. Nós ainda não findamos a casta racial na América; nós meramente a reprojetamos."

ACESSE O TEXTO NA ÍNTEGRA:
http://newyorkibe.blogspot.com/2011/03/o-novo-jim-crow-controle-e-morte-social.html

Arquivo da revista Life revela imagens antigas de Salvador

O Grupo Time, proprietário da marca da revista norte-americana 'Life', disponibilizou os arquivos fotográficos da publicação na internet. Cerca de 10 milhões de fotos ficaram disponíveis, dentre elas algumas que revelam a Bahia e a Salvador de antigamente.



Salvador em 1943
(Fotos: Thomas McAvoy)
 
Paisagem de Salvador em abril de 1957
(Foto: Dmitri Kessel) 
 
ACESSE: http://images.google.com/images?q=bahia+&q=source%3Alife&biw=1280&bih=589

Museu Tempostal - Museu localizado no Pelourinho, guarda a história da Bahia e de outros estados através de cartões postais.


Um museu só com cartões postais. Sim, ele existe! Fica em Salvador, e conta com cerca de 45 mil peças. O Museu Tempostal foi fundado em 1997, e possui peças resultantes da coleção do fundador, o sergipano Antônio Marcelino do Nascimento (13/06/1929 – 22/11/2006). A ideia do nome “tempostal” foi dada pelo próprio Antônio.

Um museu só com cartões postais. Sim, ele existe! Fica em Salvador, e conta com cerca de 45 mil peças. O Museu Tempostal foi fundado em 1997, e possui peças resultantes da coleção do fundador, o sergipano Antônio Marcelino do Nascimento (13/06/1929 – 22/11/2006). A ideia do nome “tempostal” foi dada pelo próprio Antônio.

Acervo Museu Tempostal / Dimus Bahia.
O acervo, na sua grande maioria, é composto por cartões postais. Destaque para coleção da Belle Époque, postais paisagísticos antigos, de cidades da Bahia e de outros estados, além de imagens diversas de outros países. Mas a coleção também conta com bilhetes postais, que datam do final do século XIX, e as estampas Eucalol, as primeiras da coleção e que têm valor histórico, artístico e documental. Todo este acervo guarda histórias, costumes, o cotidiano, a arquitetura e os credos tanto da Bahia quanto de várias partes do mundo.
Atualmente o museu possui três mostras de longa duração:

Bahia – Litoral e Sertão: A formação geopolítica e econômica da Bahia foi influenciada pelo intercâmbio do litoral com a região sertaneja. Essa relação, desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia, é o tema da exposição, com postais e fotografias datadas do início do século XX.

Arquitetura religiosa na Bahia: As tendências do Barroco, do Rococó, marcaram a arquitetura religiosa da influente Igreja Católica, que ocupou um papel importante na política e administração do Brasil colonial. A partir de 75 imagens, a exposição conta parte dessa história.

Pelos caminhos de Salvador: Apresenta imagens que retratam as diversas transformações, iniciadas em fins do século XIX, ocorridas no tecido urbano da cidade. Bairros como Campo Grande, Barra e o Centro Antigo de Salvador podem ser vistos como eram no período em que surgiram.
E tudo isso pode ser visitado gratuitamente!

Museu Tempostal:
Rua Gregório de Matos, 33 – Pelourinho, Salvador/BA. Funcionamento: terça a sexta, de 10 às 18h. Finais de semana e feriados, das 13 às 17h.

COLEÇÃO HISTÓRIA GERAL DA ÁFRICA - RELANÇAMENTO EM CACHOEIRA

(CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)

Jardim das Folhas Sagradas - Um Filme de Pola Ribeiro


Jardim das Folhas Sagradas conta a história de Bonfim, negro baiano que tem sua vida virada pelo avesso com a revelação de que precisa abrir um terreiro de candomblé. Com os espaços disponíveis cada vez mais raros, ele acaba procurando um lugar na periferia empobrecida e degradada. Afastado da tradição e questionando fundamentos como o sacrifício de animais, Bonfim cria um terreiro modernizado e descaracterizado, o que lhe trará graves conseqüências.

Numa época em que o crescimento urbano acelerado e a favelização transformam as cidades em espaços cada vez menos habitáveis, o candomblé, religião ancestral trazida pelos escravos africanos, tem uma grande lição de convívio e preservação da natureza a oferecer. A Bonfim e a toda cidade de Salvador.

ACESSE: http://blog.jardimdasfolhassagradas.com/



LANÇAMENTO: “Ronda” do baiano Ordep Serra


O livro “Ronda” do baiano Ordep Serra, recebe no dia 24 de março de 2011, o Prêmio Braskem de Literatura. O livro que segundo Ordep é uma ficção afro-baiana com o dialeto do recôncavo. Confira na matéria de Paulo Pinheiro:  
http://www.irdeb.ba.gov.br/multicultura/?p=4647

LABHOI - LABORATÓRIO DE HISTÓRIA ORAL E IMAGEM - UFF

Conjunto arquitetônico

Coleção Aloysio Clemente Breves

Nas pesquisas de campo, antes e no decorrer do projeto, em meio a Jongos, Calangos e Folias, retornava-se freqüentemente ao século XIX. Do litoral Sul Fluminense, ao antigo Vale do Paraíba, histórias se reconstruíram, rememorando os últimos desembarques de africanos no Rio de Janeiro, os "causos" do Tempo do Cativeiro, e as memórias das vidas construídas com as doações de terras e o fim da escravidão. Em todas essas histórias, que na maioria das vezes são lembranças próprias de família, revisitava-se constantemente um tempo: "o tempo dos Breves".


A coleção de imagens do quebra-quebra das barcas, retrata a revolta popular ocorrida na cidade de Niterói em 1959, numa série de 37 fotografias existentes no Arquivo Nacional. As fotos são do acervo do jornal Correio da Manhã, um dos principais órgãos de imprensa de sua época, conhecido pela sua produção fotojornalística.




O universo da imaginária urbana é diversificado. Aqui encontra-se uma coleção de imagens de esculturas públicas do Rio de Janeiro e São Paulo, incluindo-se uma série de fotografias atuais e outra de fotografias antigas e de cartões-postais. Essa coleção está em construção.


Foto-ícones

Imagens que marcaram acontecimentos e sintetizam a modo como a sociedade se vê e os valores que deseja transmitir em um época vêm acompanhadas de comentários, do lugar de onde elas foram tiradas e onde elas estão citadas.




As fotografias desta coleção fazem parte do acervo familiar de uma família de imigrantes libaneses que chegaram ao Brasil no início do século XX. Esta coleção é formada por 513 fotos, com algumas repetidas, que não foram computadas. Deste conjunto, 225 fotos são de profissionais e 288 de amadores, geralmente o marido de D. Mariana que, além de fotografar, também revelava. Do conjunto de fotos amadoras, 154 foram tiradas e reveladas por ele; o restante, infelizmente, não se pôde reconhecer o autor.
Foram consideradas fotos feitas por profissionais àqueles que possuíam identificação do laboratório ou do fotógrafo, as que acompanharam um padrão de revelação profissional dado, principalmente, pela opção de foto tipo postal ou das fotos 3 x 4 e, por fim, as fotos dos anos 50 que, quando não possuíam a identificação do fotógrafo, foram indicadas pela dona da coleção como sendo feitas por profissionais. Das 513 fotos, foram organizadas duas séries: série A, com 472 fotos, e a série B, com 41 fotos com encarte.



Esta coleção é formada pelas fotografias recolhidas junto aos fotógrafos entrevistados, no âmbito dos projetos sobre memória do fotojornalismo, acrescida de outras representativas da atividade fotojornalística no país durante o século XX.
O objetivo das imagens é o de acompanhar as entrevistas, permitindo a visualização das experiências relatadas pelos fotógrafos.


Memórias do Cativeiro: Imagens

A coleção Memórias do Cativeiro: Imagens compõe-se de três séries de fotografias relacionadas ao Projeto Memórias do Cativeiro. As duas primeiras séries são compostas por fotos dos entrevistados [série 1] e de fotos de fotos de família [série 2] produzidas para a tese de doutoramento em História de Ana Maria Lugão Rios - My Mother was a Slave, not me! Black Pesantry and Local Politics in Southeast Brazil, c. 1870, c. 1940, University of Minnesota, 2001[fotos da pesquisadora];
A terceira série é composta por fotos da Comunidade Negra Rural de São José da Serra [série 3], em Valença, no Rio de Janeiro, cujo relatório de Identificação como remanescente de quilombo para efeitos de aplicação do artigo 68 do Ato as Disposições Constitucionais Transitórias de 1988 foi redigido por Hebe Maria Mattos e Lídia Meirelles, em 1999. As entrevistas de Dona Zeferina e Seu Manoel Seabra, líderes da comunidade, fazem parte do acervo oral Memórias do Cativeiro [fotos Lídia Meirelles e Isabel Castro].

ACESSE O ACERVO COMPLETO: http://www.historia.uff.br/labhoi/image

Chamada para inscrição de trabalhos - Pós-abolição: racialização e memória


Resumo: Este seminário temático focaliza as continuidades e mudanças nas identidades raciais, no racismo, nas formas de discriminação racial e nas estratégias de resistência e de sobrevivência das populações negras depois da abolição. Além de preencher, parcialmente, as lacunas na historiografia, procuramos com este simpósio mostrar a importância do conhecimento histórico – e suas relações com a construção da memória social - para a compreensão da natureza das identidades raciais, do racismo e das lutas anti-racistas no Brasil de hoje. 

Coordenadores: HEBE MATTOS (Pós Doutor(a) - Universidade Federal Fluminense), KARL MARTIN MONSMA (Pós Doutor(a) - UFRGS)

Justificativa: A notável produção intelectual brasileira das últimas décadas sobre a escravidão e sobre o processo de abolição não tem sido acompanhada por produção equivalente sobre a experiência dos afro-brasileiros depois da abolição. No intuito de agregar os pesquisadores dessa área, ainda incipiente, formar uma rede nacional de pesquisadores do pós-abolição e apoiar novas pesquisas na área, propomos um simpósio temático focalizando as continuidades e mudanças nas identidades raciais, no racismo, nas formas de discriminação racial e nas estratégias de resistência e de sobrevivência das populações negras depois da abolição. Além de preencher, parcialmente, as lacunas na historiografia, procuramos com este simpósio mostrar a importância do conhecimento histórico – e suas relações com a construção da memória social - para a compreensão da natureza das identidades raciais, do racismo e das lutas anti-racistas no Brasil de hoje.
Reconhecendo que a abolição foi um processo prolongado, o simpósio pode incluir trabalhos sobre libertos e negros livres nas últimas décadas antes da abolição final, mas estamos particularmente interessados em pesquisas sobre o período posterior, inclusive aquelas sobre a história recente. Na seleção das propostas, os organizadores tentarão incluir um amplo leque de temas e trabalhos sobre todas as regiões do Brasil e sobre outros países da América Latina. Propostas de pesquisadores de outras áreas acadêmicas, tais como as ciências sociais, a geografia, a economia ou a educação, também serão bem-vindas, desde que utilizem uma abordagem histórica. Os trabalhos podem ser em português ou espanhol, focalizando os seguintes temas, entre outros: mudanças nas categorias de cor e seus significados; identidades raciais e racismo na vida cotidiana; a memória coletiva da escravidão e do racismo; relações entre libertos e nascidos livres; trajetórias familiares de afro-brasileiros; padrões migratórios; padrões de nupcialidade; transformações de ideologias raciais; ciência e “raça”; negros e brancos no mercado de trabalho; vida associativa e movimentos negros; formas de lazer e sociabilidades; religiosidades; gênero e sexualidades; Estado, políticas públicas e racismo; racismo e anti-racismo na Justiça; comunidades quilombolas e outras comunidades tradicionais; relações entre negros e imigrantes; relações entre negros e indígenas; novas formas de racismo; políticos negros e a participação de negros na política; negros e governos “populistas”; negros na polícia e nas forças armadas; sindicalistas negros e negros nos sindicatos; a classe média negra; representações racializadas na mídia e nas artes; representações da África e dos africanos.
Esta proposta foi desenvolvida coletivamente por Beatriz Loner (UFPel), Hebe Mattos (UFF), Karl Monsma (UFRGS) e Martha Abreu (UFF), e todos estes proponentes participarão na organização do simpósio.
 
ACESSE: http://www.snh2011.anpuh.org/simposio/public

AMOR PRIMEIRO - EXPOSIÇÃO E LANÇAMENTO DE LIVRO


O Museu Nacional de Enfermagem Anna Nery - MuNEAN apresenta, pela primeira vez em Salvador,  a exposição: “Amor Primeiro – Um Passeio Fotográfico Sobre as Primeiras Relações” de autoria da enfermeira e fotógrafa Fernanda Sá.
Enfermeira por formação, a paixão pela fotografia surgiu como um hobby que aos poucos se transformou numa maneira particular de cuidar de pessoas. Por meio da imagem fotográfica, Fernanda vem registrando cenas de amamentação e ambientes de convívio familiar, eternizando momentos e divulgando a cultura do aleitamento materno em diversas cidades do Brasil, contribuindo para salvar a vida de muitas crianças e melhorar a qualidade das relações entre pais e filhos.
Algumas das imagens apresentadas também estão presentes no livro que recebe o mesmo título da mostra. Segundo Fernanda, “o livro é uma extensão do meu trabalho de enfermeira que vem sendo fotografar mães, pais, bebês e famílias neste momento tão lindo que é o início da vida”.
A abertura da exposição e o lançamento do livro: 17 de março às 17h, na sede do MuNEAN.

ACESSE: http://www.munean.com/
Rua Maciel de Cima, 05, Pelourinho
CEP: 40.026-250 - Salvador - Ba

The ancient loathing between Sunnis and Shi'ites is threatening to tear apart the Muslim world


By  John R Bradley 

The bitter, bloody feud between the two branches of Islam, the Sunnis and the Shi’ites, has gone on for centuries and now this vicious sectarian strife is exploding again in Bahrain, threatening to cause an even greater conflict in the Middle East between Saudi Arabia and Iran.
The implications of the worsening hostility for the world are nightmarish, for the entire region could soon be gripped by turmoil, bloodshed and economic meltdown. What was naively seen a few weeks ago as a fight between freedom and autocracy could descend into an epic clash between two Muslim ideologies, the savagery made all the worse by their long history of enmity.
The roots of the hostility between Sunni and Shia lie not in profound theological differences, but in the political intrigues that took place in the Muslim world in the 7th Century. When the Prophet Mohamed died in AD 632, the question of the succession to his leadership was dominated by family rivalries and disputes.
Essentially, there were four candidates to succeed as ‘caliph’, or leader, and one group in particular, which went on to form the Shi’ites, strongly favoured the claims of Ali, the grandson of Mohamed. Even the name, Shi’ite, derives from ‘party of Ali’. But three times in succession, Ali was passed over as each of the other candidates was chosen before him.
The opposition to Ali deepened the sense of anger among his supporters. Eventually, in this climate of tribal factionalism, Ali became the fourth caliph, though the indignation of his followers was provoked when he was then brutally assassinated.
The tribal feuding in the post-Mohamed era reached its climax at the Battle of Karbala in AD 680. This is really the key moment in the creation of the Shi’ite movement, the point at which the fissure was permanently established.
At the battle, Ali’s grandson, Hussein, was killed and, in the aftermath of his death, he came to be regarded by the Shi’ites as a martyr. The split between the Shi’ites and the opposing faction which took on the name Sunni, or ‘tradition’, has existed ever since that battle, causing endless sectarian trouble across the Middle East and the Arab world.The division soon acquired the trappings of theology. In turn, this has worsened the bigotry and hatred.
For example, fundamentalist Sunnis regard the Shi’ites as heretical because they say the worship of Ali and Hussein contradicts the Muslim belief that Mohamed was the last Prophet. However, most Shi’ites would dispute this, arguing that they revere Ali and Hussein, but do not worship them like they do Mohamed.

Fonte: 

Curso Manuel Querino – Personalidades Negras

 
O Curso Manuel Querino – Personalidades Negras, será realizado, em sua terceira edição, entre os dias 29 e 31 de março de 2011, pela Academia de Letras da Bahia (ALB), e tem por uma de suas metas marcar de forma significativa o transcurso dos 88 anos da morte de Manuel Raimundo Querino, além de homenagear outras personalidades como: Olga de Alaketo, Iya Nassô, maestro Manoel Tranquilino Bastos, Cruz e Souza, Milton Santos, Nelson Carneiro, mestre Pastinha, babalawo Felisberto Sowzer, Nelson Maleiro e a Sociedade Monte-Pio dos Artistas da Bahia.
O Curso Manuel Querino – Personalidades Negras, promovido anualmente pela Academia de Letras da Bahia, no mês de março, tem como fulcro o estudo, a difusão, a rememoração da vida e obra de personalidades negras baianas e brasileiras que se destacaram nos mais diversos setores da atividade humana. Além de prestar justa homenagem, o Curso pretende analisar criticamente o transcurso dos vultos negros, observando cada personalidade dentro de seu contexto histórico e avaliando seu legado na sociedade baiana e brasileira.

Quando: 29 a 31 de março de 2011 das 14 às 19h
Onde: Academia de Letras da Bahia - Avenida Joana Angélica, 198 Nazaré – Salvador – Bahia – Brasil CEP: 40050-000
Quanto: será cobrada uma taxa simbólica de R$ 5,00 - Telefax: (71) 3321-4308  www.academiadeletrasdabahia.org.br  e-mail: contato@academiadeletrasdabahia.org.br



Lançamento de livros Cecult

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Diálogos em homenagem ao centenário de Werneck Sodré

Laurentino Gomes e Olga, do CEV_NWS

Itu recebe amanhã, 18/3, Laurentino Gomes, que abre a série Diálogos em homenagem ao centenário de Werneck Sodré.

Será aberta amanhã, 18/3, às 19h30,  no auditório do Sincomércio-Itu, a série Diálogos, criada pelo Centro de Estudos Brasileiros – Nelson Werneck Sodré (CEB-NWS) e Museu da Música-Itu para homenagear o ano de centenário do jornalista Nelson Werneck Sodré.

O evento, que é gratuito e será realizado durante o ano, tem um programa vasto, integrado por encontros e palestras conduzidos por personalidades ilustres como o escritor e jornalista Laurentino Gomes que faz a apresentação de estréia sob o tema “Caminhos da Independência”, tratado em seu best seller 1808 e em seu livro 1822.

Se você não estiver na cidade ou não puder ir, acompanhe a conversa pela plataforma digital do CEB-NWS, que será atualizada em tempo real. Os endereços são: Twitter e Facebook

Mais informações: www.nws.itu.com.br

Teatro, música e oficinas

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Periódicos UFSC


O portal de Periódicos UFSC agrega revistas científicas produzidas na Universidade Federal de Santa Catarina. Na fase inicial foram realizados treinamentos de editores e bolsistas utilizando o Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas - SEER. As estatísticas referente ao portal de Periódicos UFSC estão disponíveis em: http://www.periodicos.ufsc.br/awstats/awstats.pl.
Recomendamos o uso do browser Firefox_Mozilla como navegador do portal Periódicos UFSC.
Desde o lançamento do Portal de Periódicos UFSC, em 5 de maio de 2008, fase inicial, contamos com a presença de 42 revistas. Em agosto de 2010, 27 revistas completaram a fase de migração e iniciaram o processo de editoração utilizando a plataforma. Outras 11 revistas estão concluindo o processo de migração e 4 estão na fase de treinamento da equipe para iniciar a etapa do processo de migração.

REVISTA MUNDOS DO TRABALHO


Lançado o novo número da revista Mundos do Trabalho, que traz o dossiê "Os trabalhadores e o mutualismo", organizado por Osvaldo Maciel e Marcelo Mac Cord.



A revista Mundos do Trabalho é uma publicação do GT Mundos do Trabalho da Associação Nacional de História, destinada a divulgar produções inéditas, na forma de artigos, resenhas, entrevistas, fontes primárias inéditas comentadas, conferências, debates e notícias de eventos, relacionados à História Social do Trabalho e temas conexos.

Quintas Dancehall

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As excluídas, de Edíria Carneiro


História e perspectiva das obras de Marx e Engels


A Fundação Maurício Grabois receberá a visita do intelectual Rolf Hecker, no dia 21 de março de 2011, próxima segunda-feira. Rolf Hecker é presidente da Berliner Verein zur Förderung der MEGA-Edition e.V.Beiträge zur Marx-Engels-Forschung. Neue Folge (Contribuições à pesquisa sobre Marx e Engels. Nova série). É também um dos co-autores do livro O ensaio geral: Marx e a crítica da economia política (1857-1878), lançado em 2010. Ele dará palestra na Unicamp e na USP.
 

Hecker virá a Belo Horizonte a convite do Grupo de Pesquisa em Economia Política Contemporânea para participar de seminários e reuniões de trabalho no Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (Cedeplar) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG.) O objetivo principal da visita é discutir uma possível colaboração entre os pesquisadores do Cedeplar e os responsáveis pela edição da Marx-Engels-Gesamtausgabe (MEGA²). 
Maiores informações acesse:  

TERREMOTOS




Ricardo Barros Sayeg

O terremoto seguido de tsunami que atingiu o Japão na última madrugada de sexta-feira, 11 de março de 2011, foi o maior que os japoneses já presenciaram. O país já se acostumou, há muito tempo, a conviver com desastres naturais. Estes últimos, entretanto, causaram enorme destruição e muitas perdas humanas. Foi o sétimo terremoto mais violento do mundo – 8,9 graus na escala Richter. Sua força foi tamanha que chegou a deslocar dez centímetros o eixo de rotação do planeta!
Este, porém, não foi o maior abalo já registrado pela humanidade. Tudo indica que o terremoto que causou mais mortes tenha sido registrado em Shensi, na China, no ano de 1556. Ele teria matado cerca de 830 mil pessoas no país mais populoso do mundo. Todavia, ele não foi o de maior magnitude. O maior já registrado até hoje teria ocorrido no Chile, em 1960, de 9,5 graus na escala Richter, causando a morte de aproximadamente 5.700 pessoas e deixando cerca de 2 milhões de feridos. Outro abalo de enorme magnitude ocorreu no Alasca, em 1964, e atingiu 9,2 graus, mas como teria ocorrido em uma área desabitada não causou tantas perdas humanas ou materiais.
Durante o anúncio de um terremoto pela mídia sempre é mencionada a escala Richter. Essa escala foi criada em 1935 pelo cientista norte-americano Charles F. Richter, um dos pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia. A escala se inicia no grau zero e é infinita (pelo menos do ponto de vista teórico). Contudo, nunca foi registrado um terremoto de grau 10 na escala Richter. Ela se baseia num princípio logarítmico, ou seja, um terremoto de magnitude 6, por exemplo, produz efeitos dez vezes maiores que um de magnitude 5, e assim, sucessivamente.
O poder de destruição de um abalo sísmico não está relacionado apenas à sua magnitude. Outros fatores também influenciam como, por exemplo, a profundidade do hipocentro (ponto interior da crosta terrestre onde ocorre a fratura principal), as condições geológicas do terreno onde ele ocorre, a estrutura de engenharia das edificações, a proximidade de centros populosos, entre outros fatores. Um exemplo disso foi o terremoto ocorrido no Haiti, em janeiro de 2010. Naquela oportunidade, o tremor de terra de magnitude 7,0 na escala Richter atingiu o país, provocando uma série de feridos, desabrigados e mortes. Diversos edifícios desabaram, inclusive o palácio presidencial da capital, Porto Príncipe.
O terremoto que se abateu sobre o Japão não pegou a população despreparada. Os japoneses recebem treinamentos constantes e muitas edificações são construídas para suportar os abalos. Tomara que esse país, cuja população já enfrentou inúmeras crises e problemas, consiga se recuperar o mais rápido possível dessa terrível tragédia!
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Ricardo Barros Sayeg é professor do Colégio Paulista, mestre em Educação pela USP, formado em História e Pedagogia pela mesma universidade.

Promoção "Espelho te leva para Salvador"


Você que acompanha o Programa Espelho na TV e na internet, não pode perder a promoção "ESPELHO TE LEVA PARA SALVADOR”
O Programa Espelho irá sortear um telespectador e irá contemplá-lo com: Uma (01) passagem aérea para Salvador/BA (ida e volta)+ 01 diária com café da manhã no Hotel Bahia do Sol + Almoço e jantar no restaurante Mar da Boca + 02 convites para assistir a peça “Namíbia, Não!”, dirigida por Lázaro Ramos.


Uma mensagem a todos os membros de Café História

O Café História inaugura hoje a sua mais nova seção: "Mural do Historiador". Neste seção, vamos publicar promoções, notícias rápidas, informar sobre concursos, editais, novos sites, fontes na internet e outras informações que não podem faltar no mural do historiador.

Na estréia da nova seção, você confere:

- Livros com 20% de desconto para leitores do Café História


- Concurso de Monografias


- Memória da Educação na Internet


Faça uma visita ao Café História e saiba mais sobre cada assunto.


E atenção: também esperamos usar a nova seção para eventual divulgação de blogs de história independetes (que estão fora do CH).Então, se você quiser ver o seu blog mais conhecido, envie o seu link para cafehistoria@gmail.com. O seu blog poderá ser divulgado em breve para mais de 33 mil pessoas! Escolheremos os mais criativos, originais, bem organizados e atualizados. E, claro, o blog deve dedicar-se à conteúdos de história.

Visite Café História em: http://cafehistoria.ning.com/?xg_source=msg_mes_network

LeÁfrica | Palestra: Uma certa moralidade: sexualidade, ordem e vida urbana em Libreville colonial no século XX, Gabão


O Laboratório de Estudos Africanos (LeÁfrica), inaugurando suas atividades do ano letivo de 2011 no Instituto de História da UFRJ, convida alunos, professores, pesquisadores e público interessado para a palestra da Profa. Dra. Rachel Jean-Baptiste (Universidade de Chicago), intitulada “Uma certa moralidade: sexualidade, ordem e vida urbana em Libreville colonial no século XX, Gabão”.
Data: 18 de março de 2011, sexta-feira. | Horário: 15h |Local: Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Largo de São Francisco de Paula, n. 1. Centro. Rio de Janeiro. Sala 109
Sobre a palestrante: Rachel Jean-Baptiste é professora assistente de História da África do Departamento de História da universidade de Chicago, especialista em história social, cultural e política da África Central. Sua pesquisa atual tem como foco questões de gênero, sexualidade, vida urbana, colonialismo e legislação no século XX no Gabão. Outros de seus projetos de pesquisa no local incluem ainda como temas  casamentos inter-raciais e a  mestiçagem, bem como a codificação do direito costumeiro. Maiores informações sobre a Profa. Rachel Jean Baptiste vide site.
A palestra terá a duração de 50 min e terá tradução alternada realizada pela Profa. Dra. Lise Sedrez.

Revoltas árabes ecoam Revolução Francesa

Historiador da Revolução Francesa, Robert Darnton anda emocionado com as imagens e informações que chegam do Oriente Médio. "É o tipo de coisa que faz o seu peito apertar, traz lágrimas aos olhos e faz você pensar que a humanidade pode se regenerar."

O professor de Harvard vê neste 2011 ecos de 1789 e outros períodos revolucionários --na rebelião contra a tirania e na reafirmação do que chama de "possibilismo", espécie de explosão utópica que faz populações acreditarem que são capazes de mudar regimes que antes pareciam inamovíveis.
Testemunha da queda do Muro de Berlim, em 1989, Darnton adverte porém que é cedo para chamar os eventos atuais de revoluções. "Vamos demorar a saber se haverá uma mudança fundamental."
 
FOLHA - Observando os acontecimentos no Oriente Médio, o sr. diria que o lema da Revolução Francesa liberdade, igualdade, fraternidade está vivo?  
ROBERT DARNTON - Bem, não tenho tanta certeza sobre a fraternidade porque há mulheres envolvidas, e a palavra teria sentido diferente hoje do que tinha no século 18. Tivemos o movimento de liberação feminina, e está claro que esses protestos no Cairo e em outros lugares não foram feitos só por homens.
Mas certamente liberdade e igualdade estão presentes, em especial a liberdade. O interessante é que a maioria dos protestos no mundo árabe se dirige contra o que é visto como tirania ou despotismo. Claro que as pessoas querem empregos e melhores condições de vida, mas parecem protestar especialmente contra os abusos e a corrupção do poder.
Isso é fascinante porque acho que era o que ocorria também no século 18. Segundo a interpretação marxista, a Revolução Francesa foi uma luta de classes [da burguesia contra a aristocracia feudal]. Havia conflitos de classe, claro, mas não acho que isso explique aquela revolução. Do mesmo modo, não acredito que explique o que está acontecendo no mundo árabe, mesmo que a pobreza seja um fator crucial.
Muito da minha pesquisa sobre a Revolução Francesa é revisionista no sentido de que mostro que o despotismo era o fator fundamental nas primeiras fases e mesmo durante o período do Terror [de execução em massa dos considerados contrarrevolucionários]. Esse é um dos aspectos em que encontro ecos de 1789 em 2011.
 
Quando me refiro a fraternidade no caso, me refiro à humanidade, não só aos homens.
Acho que o seu entendimento é correto. A referência [no século 18] era às reivindicações universais de liberação. Nesse sentido, a fraternidade é ainda hoje relevante. Mas não acho que você encontrará pessoas usando essa palavra no mesmo sentido usado há 200 anos. 

ROSÁRIO ÚNICA APRESENTAÇÃO!

GOSTARIA DE CONVIDAR QUEM NÃO VIU E QUEM QUER VER DE NOVO PARA ASSISTIR
ROSÁRIO!  ÚNICA APRESENTAÇÃO!
DIA 18 DE MARÇO, NO TEATRO SESC SENAC PELOURINHO, ÀS 20 h, NA PROGRAMAÇÃO DO 'VIVA TEATRO! VIVA O CIRCO!'. 
SERÁ UMA ALEGRIA COMPARTILHAR COM VOCÊS!
 CONFIRAM ABAIXO A PROGRAMAÇÃO DO EVENTO E VISITEM O BLOG DO ESPETÁCULO.


CARNAVAL DO APARTHEID

"O carnaval transformou-se em um verdadeiro apartheid. De um lado, os que curtem o melhor da festa em luxuosos camarotes ou no blocos mais concorridos; do outro, os fuliões que se espremem na pipoca. Somente os donos de cervejarias, camarotes e trios enchem os bolsos. Com o modelo ultrapassado e excludente, alguns artistas baianos já começam a repensar a festa e baixar as cordas". 
Veja a excelente matéria do jornal da metropole: http://www.jornaldametropole.com.br/


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