African Origins - Raízes africanas

 
Agência FAPESP

Informações sobre as histórias de africanos transportados à força em navios negreiros – ou tumbeiros, como eram chamadas essas embarcações – pelo Atlântico estão reunidas em um novo site na internet.
Trata-se do projeto African Origins, que utiliza como base informações de 9.453 africanos libertados pelas Comissões Mistas (sistema de tribunais internacionais criado na época para julgar os navios acusados de envolvimento no tráfico de escravos) para fornecer dados sobre quase 70 mil pessoas durante a supressão do comércio transatlântico de escravos no século 19. Pelo site é possível conferir o resultado de uma série de contribuições linguísticas e culturais do registro de um nome. Durante a busca, o usuário tem acesso a informações como o lugar de origem, o ano de partida e o nome do navio em que estava a pessoa desejada, além de traçar os padrões migratórios de africanos carregados do interior da África para portos no litoral do continente. “Os registros disponíveis até o momento são de escravos libertados em Havana, na capital cubana. Cada registro é analisado detalhadamente antes de ser incluído”, disse Domingos Dellamonica Jr., programador no projeto que conta com o apoio do Fundo Nacional para as Humanidades, da Universidade Emory e do Instituto W.E.B. DuBois (Universidade Harvard), todos dos Estados Unidos.
Formado em Ciências da Computação pela Universidade de São Paulo, Dellamonica teve mestrado apoiado por Bolsa da FAPESP e concluído em 2007 na mesma universidade. Atualmente, cursa o doutorado na Emory. 
 
 
A base de dados Origens Africanas contém informações sobre as histórias de africanos transportados à força em navios negreiros através do Atlântico. Utilizando informações detalhadas acerca de 9.453 africanos libertados pelas Comissões Mistas, essa base de dados apresenta informações sobre a localização, etnia e língua de vários povos capturados na África e vendidos no comércio de escravos. Através de contribuições para este site feita por africanos, membros da diáspora africana e outras pessoas, esperamos ajudar a escrever a história dos milhares de africanos capturados e vendidos como escravos durante a supressão do comércio transatlântico de escravos no século XIX.

Curso Conversando com sua História inicia novo ciclo de debates



Em sua 9º edição, o curso levará para a Biblioteca Pública historiadores e pesquisadores para debater temas da História da Bahia
 
Rever temas da história da Bahia analisados pela ótica de importantes historiadores e pesquisadores. Este é o principal objetivo do curso Conversando com sua História que, em sua 9º edição, iniciará um novo ciclo de debates, no dia 3 de maio (terça-feira), às 17h, no auditório da Biblioteca Pública do Estado (Barris). Serão 21 palestras que se realizarão entre os meses de maio a outubro. Na abertura, com o tema em “A história da Igreja e Convento de São Francisco”, a Professora Doutora Maria Helena Matue Ochi Flexor falará das origens das igrejas que formam o conjunto franciscano, a partir da primeira construção. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas diariamente, das 9h às 17h, pelo telefone 3117- 6067 ou através do email: cmb.fpc.ba.gov.br.
No tema da primeira aula, a professora Maria Helena Matue informa que irá centrar-se nas informações interessantes sobre o conjunto franciscano, de períodos e estilos diferentes como o coro, seus ornamentos, mobiliários e o altar mor que tem mais de dois séculos, incluindo a história do Santo Antônio, o primeiro padroeiro de Salvador.
Professora da Universidade Católica de Salvador (UCSAL), da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) e Professora Emérita da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Maria Helena Matue é Doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP) e possui duas especializações: Arquivologia, pelo Arquivo do Estado da Bahia e em Metodologia do Ensino Superior, pela UFBA. Dentre os livros publicados e organizados destacam-se “Barroco nos Museus de Salvador”, 2010; “Igrejas e Conventos de Salvador e do Baixo Sul da Bahia”, 2009; e The church and couvent of São Francisco in Bahia, traslated by H. Sabrina Gledhil, em 2009.
Curso – Promovido desde 2002 pelo Centro de Memória, unidade da Fundação Pedro Calmon/SecultBA, o curso Conversando com sua História oferece aulas gratuitas ministradas por diferentes historiadores e pesquisadores. “A variedade temática dos debates é enriquecedora e traz a oportunidade para estudantes, professores e o público participante conferir as pesquisas que têm sido feitas sobre intrigantes aspectos da História da Bahia”, ressalta a diretora do Centro de Memória, a Prof.ª Dra. Consuelo Novais Sampaio.
Temas futuros - O curso acontece sempre às terças-feiras e se estende até o mês de outubro. Dentre os temas que serão debatidos nos próximos encontros estão: “Pintura religiosa em Salvador (1790 – 1850)”, “Yalorixá Cecília do Bonocô – História de vida” e “Ajuntar manuscritos, e convocar escritores: o discurso histórico institucional nos setecentos luso-brasileiro“, entre outros. Os participantes que tiverem 75% de freqüência receberão certificado. 
Mais informações: (71) 3117-6067
Assessoria de Comunicação
Fundação Pedro Calmon – SecultBA
(71) 3116-6918/ 6919/ 6676
 
 

Revista Oficina do Historiador


Oficina do Historiador define-se como um espaço de veiculação de produção científica e pesquisas desenvolvidas por docentes e, principalmente, por alunos dos diversos Cursos de Graduação e Pós-Graduação em História do país. O caráter exclusivamente virtual tem o intuito de divulgar a produção acadêmica a um público mais amplo de interessados em estudos sobre diversas temáticas e contextos históricos. Visa, portanto, fomentar a investigação e a difusão de seus resultados, além de promover o debate historiográfico.
A revista publica artigos inéditos, dossiês temáticos e entrevistas realizadas com historiadores. As temáticas são as mais diversas e de grande abrangência teórica, metodológica e cronológica, resultantes de pesquisas históricas e historiográficas.
http://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/oficinadohistoriador/login


Catálogo de Documentos Manuscritos "Avulsos" DOWNLOAD

 
Pesquisadores, historiadores, arquivistas e todos interessados na história da Capitania da Bahia do século XVII ao XIX, agora, terão acesso aos registros em versões disponíveis em CD-ROM ou no Arquivo Público da Bahia. Esta coleção, composta por dois volumes, será lançada pela Fundação Pedro Calmon (FPC)/ SecultBA, na próxima quarta-feira (27), às 18h, no Palácio do Rio Branco e tornará pública parte importante da história do Estado. Estará presente ao lançamento a Profa. Dra. Esther Caldas Bertoletti, coordenadora do projeto que resultou nesta publicação.
Titulada de Catálogo de Fontes Manuscritos ‘Avulsos’ da Capitania da Bahia traz o acervo documental que, até então, somente podia ser consultado no Arquivo Histórico Ultramarinho, em Lisboa, Portugal. Os documentos tratam de cerca de 224 anos (1604-1828) do período colonial brasileiro, abordando, inclusive, a importância política administrativa da Bahia, para o desenvolvimento do Brasil e renovando os olhares de pesquisadores sobre a história nacional.


DOWNLOAD:
Volume I: 1604 - 1753
Volume II: 1753 -1828

Em decisão inédita, vítima de totura na ditadura será indenizada

 
Na época com 16 anos de idade, Airton Joel Frigeri foi levado de casa por policiais, em Caxias do Sul, no dia 9 de abril de 1970, sob a acusação de pertencer ao grupo guerrilheiro Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares).
Detido no Palácio da Polícia e depois na Ilha do Presídio, em Porto Alegre, Frigeri foi torturado com choques elétricos nas orelhas, mãos e pés. Também passou períodos algemado e recebeu golpes com instrumentos de tortura feitos de madeira. Frigeri permaneceu preso por quatro meses.
A advogada Caroline Giacomet, que representou o autor na ação, informou que a tortura foi praticada por soldados da Brigada Militar (BM) e por agentes da Polícia Civil.
Absolvido em 1974 pela Justiça Militar de ser militante do grupo guerrilheiro, Frigeri continuou sendo perseguido e, segundo Caroline, impedido de retomar os estudos e de ter uma vida normal.
“As torturas deixaram sequelas permanentes. Meu cliente sofre de insônia e depressão e teve de tratar uma gastrite de fundo emocional”, alegou a advogada.
Em 1998, uma comissão do governo gaúcho acolheu pedido de indenização de Frigeri no valor de R$ 30 mil. Em 2008, ele recorreu à Justiça por considerar o valor insignificante.
O desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto, que relatou o caso, justificou a decisão reconhecendo que o “martírio” experimentado pelo autor da ação foi “muito superior à ínfima reparação deferida”.
“Causa repugnância a forma covarde com que o autor foi tratado, um adolescente que pouca ou nenhuma ameaça poderia produzir ao regime antidemocrático instaurado”, prossegue o relatório.
 
Crime imprescritível

Além disso, o desembargador considerou que os crimes de tortura praticados durante o regime militar, entre 1964 e 1985, são imprescritíveis. “Reconhecer isso é uma das formas de dar efetividade à missão de um Estado democrático”, disse o magistrado.
O presidente do Movimento de Justiça e Direitos Humanos do Rio Grande do Sul, Jair Krischke, comemorou a decisão do TJ. “Trata-se de um caso inédito de indenização por tortura no Brasil. Além disso, há o reconhecimento explícito de que o crime é imprescritível”, avaliou.
A Procuradoria-Geral do Estado anunciou na manhã desta terça-feira (26) que vai esperar a publicação do acórdão para decidir se vai recorrer ou não da decisão do TJ.

ACESSE A FONTE E LEIA NA ÍNTEGRA:

Abertura Exposição - Circuitos Arqueológicos IPAC.UFBA

(CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)

REVISTA DIALÉTICA

A Revista Dialética está on line com uma nova estrutra, além da revista um site completo com informações e interatividade, acesse: www.revistadialetica.com.br


Dialética é uma revista que debate o pensamento social e científico avançado. Aqui você tem acesso a informações, resenhas e artigos organizados em sessões. O formato segue a lógica de um material que pode ser impresso, dando a quem preferir a oportunidade de ter em mãos ou na sua prateleira as nossas edições. Fazendo o nosso cadastro o leitor poderá interagir postando comentários, ou mesmo submetendo seu texto ou informação para avaliação de nossa equipe editorial. Verifique a nossa política de privacidade.
Leia! Participe! Divulgue!
Dialógica para que seja mesmo Dialética!

Lançamento do livro Lições de Abril, de América Cesar

O quê: Lançamento do livro Lições de Abril, de América Cesar
Quando: 29 de abril de 2011, sexta-feira, às 18 horas
Onde: Auditório do PAF 3 (Campus de Ondina – UFBA)
Preço do livro: R$ 35,00
Preço promocional de lançamento: R$ 25,00

Impressões do Brasil - Roger Bastide



Luiz Zanin Oricchio - O Estado de S.Paulo

Roger Bastide (1898-1974) veio ao Brasil em 1938 para lecionar sociologia na então recém-criada Universidade de São Paulo. Aqui chegou para substituir ninguém menos que Claude Lévi-Strauss, futuramente o nome mais forte do estruturalismo. Como seu antecessor, Bastide também mergulhou de cabeça na cultura do País. Trazia na bagagem a formação humanística europeia, sedimentada na velha França e, em boa parte, usou-a para interpretar a cultura nova com a qual se deparava.   

Visitou o País de alto a baixo, tentou entendê-lo e escreveu muito sobre ele. Deixou livros fundamentais como Psicanálise do Cafuné e Estudos Afro-Brasileiros. Mas também imprimiu sua marca em artigos para jornais, catálogos de exposição e revistas. Impressões do Brasil (Imprensa Oficial), com organização e prefácio de Fraya Frehse e Samuel Titan Jr., resgata esses escritos há muito fora de circulação sob a forma de um livro luxuoso, com edição caprichada, papel de alta qualidade e muito bem ilustrado. É um prazer para o leitor voltar-se para o texto tão iluminador de Bastide, e sob condições tão atraentes.
Impressões do Brasil se compõe de 11 artigos, de tamanhos variados. Há desde o artigo de jornal, breve (mas brevidade dos jornais de então, que podiam abrigar textos de até uma página sem qualquer sentimento de culpa), até ensaios de maior fôlego, publicados em capítulos, como as novelas de folhetim, com periodicidade semanal. Da coletânea constam quatro artigos originalmente publicados no Estado: Igrejas Barrocas e Cavalinhos de Pau (1944), O Oval e a Linha Reta (1944), Ensaios de Uma Estética Afro-Brasileira (1948-1949) e Estética de São Paulo (1951).

É curioso ver como os artigos, dispostos em ordem cronológica, testemunham o processo de ambientação do intelectual francês no Brasil. O primeiro, Pintura e Mística (1938), trata de uma questão mais geral, expressa pelo título, ou seja, de como a arte, em especial a pintura, aproxima-se da mística pela busca de restauração de uma unicidade perdida (uma representação da Queda, claro). Da mesma forma, no segundo, Presença da África (1940), é sobre um tema da pintura francesa - a presença de personagens oriundos das colônias na representação pictórica de grandes artistas - que ele se debruça.
Mas logo começam a surgir textos que mostram a profunda imersão de Bastide na cultura brasileira. E, no primeiro exemplar dessa espécie, Machado de Assis, Paisagista (1940), Bastide dá prova de leitura absolutamente original do nosso maior escritor. A singularidade de abordagem já vem explícita no título.

Foi preciso uma sensibilidade outra, um olhar estrangeiro, para detectar um erro recorrente na análise de Machado, que o classificava como um mau paisagista, escritor avesso à descrição de ambientes e do entorno físico das suas histórias. O engano tomou forma de anedota na frase famosa "As casas de Machado de Assis não têm jardim". Pelo contrário, como mostra Bastide, a natureza está bem presente à narrativa machadiana, apenas que profundamente integrada à estrutura da trama. Basta pensar em um dos seus romances maiores, Dom Casmurro, necessariamente ambientado na cidade litorânea que dá outro sentido aos "olhos de ressaca" de Capitu e inclui a possibilidade do mar revolto, que carrega Escobar e sela para sempre a dúvida em Bentinho. Hoje essa presença implícita da natureza na obra de Machado é quase um lugar-comum. Mas foi preciso um leitor francês para percebê-la.

Essas sacadas se sucedem, de ensaio em ensaio. Em O Oval e a Linha Reta, Bastide discute a predileção de Lasar Segall pela linha curva. Como não era um formalista, não se contenta em detectar a persistência da escolha formal, mas a mostra como necessária para determinado tipo de expressão. Havia ideias em jogo e estas pediam determinada forma e não o contrário. Luminosos também são os ensaios consagrados ao barroco (Igrejas Barrocas e Cavalinhos de Pau, A Volta do Barroco e Variações Sobre a Porta Barroca) e também aquele em que Bastide evoca a sua cidade de adoção (Estética de São Paulo). Por fim, é no caudaloso Ensaio de Uma Estética Afro-Brasileira que reencontramos Bastide em seu universo preferencial, uma mística que se aproxima da arte, sem que uma se reduza a outra. 

ACESSE A FONTE E LEIA NA ÍNTEGRA:

ACERVO DIGITAL IPHAN

Revista e Boletins do Instituto do Patrimonio Historico e Artistico Nacional 
( IPHAN ) a partir de 1937. O acervo possui pesquisa booleana na integra dos textos das imagens revistas com Tecnologia DocPro

 ACESSE:

ACERVO DIGITAL DE CORDÉIS E LITERATURA POPULAR


O acervo, com cerca de 9.000 folhetos de cordel, sob a guarda da Biblioteca Casa Ruy Barbosa, está disponível para consulta online por meio de suas referências catalográficas, que podem ser consultadas por índices, como o de autor, título, assunto, local de publicação, editora/tipografia, data, gênero literatura de cordel, na base de dados da Biblioteca.
Desse conjunto, cerca de 2.340 folhetos dos autores relacionados em poetas e cantadores estão disponíveis em versão digital, com suas versões originais e variantes. São consideradas "variantes" as edições que trazem alguma alteração do original, sejam pequenas modificações de conteúdo, na capa e contracapa ou outra autoria da mesma história e, portanto, o acróstico na última estrofe diferente.
Os assuntos utilizados na indexação dos folhetos digitais estão listados no Vocabulário de cordel, acessível no quadro alfabético abaixo.

OBRAS COMPLETAS DE RUY BARBOSA

PORTAL DA HISTÓRIA DO CEARÁ



Este site foi desenvolvido para suprir os estudantes e pesquisadores de fonte de informação sobre a História do Ceará.
Não tem fins lucrativos ou quaisquer outros que não a divulgação de informações importantes para cientistas sociais, pesquisadores e estudantes.
Instituições e arquivistas colaboraram com a cessão de materiais para a sua disponibilização a todos.
Através do resgate de fatos, fotos, documentos e biografias dos homens que compuseram a História do Ceará, o internauta será capaz de melhor avaliar o conceito cearensidade.
Temos à  sua disposição vários conteúdos, como descritos abaixo:
Livros Raros - É uma coleção de livros raros do começo do século passado que tratam do Ceará sob aspecto fotográfico.
Fortaleza Antiga - É um trabalho desenvolvido pelo Arquivista Nirez (Miguel Ângelo de Azevedo) que permitiu a divulgacao de fatos e comentários seus publicados na obra - Fortaleza Ontem e Hoje.
Fatos Históricos - É um trabalho de coletânea de dados históricos oriundo de várias obras, tendo como principais fontes: Cronologia Ilustrada de FORTALEZA Roteiro para um turismo histórico e culturalRevistas do Instituto do Ceará - que contempla um total de mais de 30.000 fatos da História do Ceará (sempre crescente), onde há a possibildiade de se pesquisar por data ou por verbete um determinado fato da história. , Autor: Nirez, e artigos da
Cearenses Ilustres - É uma coletânea de várias obras que contemplam biografias de cearenses, permitindo o acesso por Nome (de família ou de Guerra), bem como sobrenomes de famílias. Há catalogadas, cerca de 2.500 biografias de cearenses.
Instituto do Ceará - É o site do Instituto Histórico, Geográfico e Antropológico, instituição secular cearense, guardião da História e dos Homens de História. Neste menu você encontrará centenas de livros e artigos publicados pelos seus sócios fundadores e membros atuais, num total de 3200 artigos, 60.000 páginas de história.
Academia Cearense de Letras - É o site OFICIAL da ACL, outra instituição secular cearense, primeira Academia de Letras no Brasil. Neste site você encontrará a história da ACL, dos seus patronos e fundadores, bem como os acadêmicos atuais.
Manuscritos Históricos - Nesta alça o consulente encontra dezenas de milhares de MANUSCRITOS do Ceará Colonial e Provincial (Séculos XVII a XIX) representativos das Câmaras Municipais de vários municípios cearenses.
Sinta-se à vontade para comentar, criticar ou elogiar. E você também pode participar deste site mandando matérias (livros, fotos, artigos) de sua autoria, sobre logradouros (praças, bairros, Igrejas, prédios ou curiosidades) de Fortaleza e de outas cidades do Ceará.

Bom proveito - este site foi feito de coraçao para você.
Gildácio Sá - webmaster

A cidade na ótica do Marxismo


“Com braços abertos num cartão postal, e os punhos fechados prá vida real”, a cidade cresceu e se consolidou como um fenômeno do desenvolvimento capitalista. Para refletir os fenômenos urbanos, o sentido da sua formação e desenvolvimento, a Fundação Maurício Grabois promove um debate com a Professora Glória Cecilia Figueredo, Presidente da Sociedade Brasileira de Urbanismo, tendo como debatedor o arquiteto e ex-Deputado Javier Alfaya.
O evento faz parte do ciclo de debates sobre cidades, e tem por objetivo refletir o sentido da exclusão no espaço urbano, formação histórica, problemas atuais e perspectivas para os problemas sociais.

Dia 27 de abril, 9:00 hs
Auditório da faculdade de Arquitetura (UFBa)
PROMOÇÃO: FUNDAÇÃO MAURICIO GRABOIS

Lançamento do Catálogo Resgate - Capitania da Bahia

(CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)

“Alteridades e perspectivas de diferenças culturais no estudo das diásporas africanas”

A Coordenação do Programa de Pós-Graduação em História Regional e Local convida a todos (as) para a Conferência intitulada “Alteridades e perspectivas de diferenças culturais no estudo das diásporas africanas” ministrada pela Profa. Dra. Maria Odila Leite (USP/PUC-SP) e mediador Prof. Dr. Raphael R. Vieira Filho, , a ser realizada no dia 26/04/2011 às 19h no Auditório Milton Santos – DCH – Campus V. Segue o cartaz em anexo. 
 
 

Dia do Índio


 
Ricardo Barros Sayeg

Estima-se que na época da descoberta do Brasil pelos portugueses, existiam cerca de cinco milhões de índios no território nacional, divididos em mil povos diferentes. Hoje em dia, são apenas 227 povos e sua população está em torno de 400 mil. As razões do extermínio dos povos nativos são muitas e estão ligadas às doenças trazidas pelos colonizadores, ao uso de armas a fim de conquistar seus territórios, à dominação cultural, entre tantas outras formas de dominação.
No século XIX, com os avanços da biologia, em especial da epidemiologia, foi comum o homem branco utilizar-se de doenças como ferramenta de conquista de território. Um caso clássico se deu no Maranhão, na vila de Caxias. De acordo com o antropólogo Mércio Pereira Gomes, em 1816 fazendeiros da região, com o objetivo de apossarem-se de mais terras, resolveram “presentear” os índios locais com roupas de pessoas infectadas com a varíola (geralmente essas peças eram queimadas para se evitar a transmissão da doença). Os indígenas levaram essas roupas para suas aldeias e muitos acabaram morrendo, deixando muitas áreas livres para que os fazendeiros pudessem criar gado. Casos semelhantes ocorreram na região Amazônica e em toda América do Sul.
A fim de se redimir do extermínio causado aos povos nativos, o Brasil nomeou o Dia do Índio, comemorado em 19 de abril. A data foi instituída pelo presidente Getúlio Vargas por meio do Decreto-Lei 5540 de 1943 e celebra a mesma data em que, em 1940, várias lideranças indígenas do continente organizaram o Primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Muitos representantes das nações indígenas não participaram do Congresso temendo não serem ouvidas pelos homens brancos. Durante esse encontro foi criado o Instituto Indigenista Interamericano. O organismo, também com sede no México, tem como objetivo principal defender os interesses dos povos nativos da América em todo o continente.
O Brasil só aderiu à nova instituição devido à intervenção do Marechal Rondon. O militar foi um ardoroso defensor dos povos indígenas. Ele nasceu na cidade de Mimoso, no interior do estado do Mato Grosso. Seu pai era descendente de portugueses e sua mãe, de índios Bororós. Inicialmente foi professor e, em 1881, matriculou-se na Escola Militar do Rio de Janeiro. Foi indicado componente da Comissão Construtora das Linhas Telegráficas, explorando os sertões do Mato Grosso, no ano de 1892. Sua tese era: “matar nunca, morrer se necessário”. Foi ele o criador da primeira instituição de cuidados com os índios: o Serviço de Proteção ao Índio. Em 1967, foi então criada a FUNAI - Fundação Nacional do Índio. Esse organismo, vinculado ao Ministério da Justiça, tem como objetivo principal promover políticas de desenvolvimento sustentável das populações indígenas, aliar a sustentabilidade econômica à sócio-ambiental e implementar medidas de vigilância, fiscalização e de prevenção de conflitos em terras indígenas.
Nesse 19 de abril devemos refletir, e muito, sobre o futuro dos povos indígenas no Brasil e no mundo. Afinal, temos muito a aprender com eles e devemos respeitá-los em sua cultura e suas características.
 
*Ricardo Barros Sayeg é Professor de História do Colégio Paulista, Mestre em Educação pela Universidade de são Paulo, formado em História e Pedagogia pela mesma universidade.

SIMPÓSIO DE HISTÓRIA: A PESQUISA EM HISTÓRIA NA BAHIA: DESAFIOS E NOVAS PERSPECTIVAS

A coordenação do curso de História da UNIJORGE realizará O Simpósio de História cujo tema abordado será A pesquisa em História na Bahia: desafios e novas perspectivas, de 26 a 28 de abril. Voltado para os estudantes da área, as inscrições serão gratuitas, com direito a certificado, e já estão abertas. Mande um e-mail para historiacuja@hotmail.com e increva-se já!
A programação do evento é a seguinte: no dia 26 de abril, mesa redonda sobre Desafios e possibilidades para pesquisa, séculos XIX e XX, às 19h, no auditório do nível 3. No dia 27, mesa redonda sobre Temas de Pesquisa História na Bahia Republicana, às 19h, no auditório do nível 3. E no dia 28, às 19h, encerramento com o Dr.º João José Reis.

Camisa de Vênus em Salvador


A banda "Camisa de Vênus" será a próxima atração do Projeto Música no Parque, que acontece no dia 1º de maio, no Anfiteatro Dorival Caymmi, no Parque da Cidade. A banda relembrará antigos hits e divulgará suas novas produções.

Robério Santana, Karl Hummel, Gustavo Mullen e Eduardo Scott

Os guitarristas Karl Franz e Gustavo Müllem fazem parte da composição original da banda, formada nos anos 80. Já o vocalista Eduardo Scott substitui o cantor Marcelo Nova, que segue carreira solo. Os músicos Jerry Marlon (baixista) e Louis (baterista) completam o grupo.
O show começa às 11h e a entrada é gratuita.

                                                

VIVADANÇA - 16 a 18 de abril

(CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)

5º Seminário Nacional de História da Historiografia: biografia e história intelectual

Acontecerá entre os dias 22 e 25 de agosto deste ano o 5º Seminário Nacional de História da Historiografia: biografia e história intelectual. O evento terá lugar no campus de Mariana da Universidade Federal de Ouro Preto. As inscrições para simpósios temáticos, workshops, painel e ouvinte serão abertas no dia 01 de maio e fechadas em 10 de junho. O encerramento do evento deste ano se dará com a premiação do melhor trabalho apresentado na modalidade painel, o qual receberá um Ipod Touch 8G.

Esclarecemos que o site ainda está em construção, mas os interessados em participar do evento já podem ter acesso às informações básicas através do endereço:
 www.seminariodehistoria.ufop.br. Outros esclarecimentos podem ser obtidos pelo e-mail seminario_ichs@yahoo.com.br.

O evento é uma realização do Núcleo de Estudos em História da Historiografia e Modernidade (NEHM) em conjunto com a Sociedade Brasileira de Teoria e História da Historiografia (SBTHH) 

Semana da Consciência Indígena


Salvador, 18 a 20 de abril 2011
 
Dia 18.04
Local: Auditório do CEPAIA
Largo do Carmo, 4, em frente à igreja da Ordem Terceira do Carmo, Centro Histórico
Tel.: 71 3241-0811/ 0787

9:00 às 10:00 – Palestra “Os Povos Indígenas na Bahia Hoje”, com Nádia Acauã Tupinambá, representante indígena no Conselho de Cultura da Bahia. Para estudantes do

ensino fundamental e médio e público em geral.

10:00 às 10:30 – Apresentação de dança afro-brasileira. “Ogum Dono do Mundo”.


14:00 às 14:30 – Apresentação da Oficina de Percussão do Espaço Cultural Pierre Verger.


14:30 às 16:30 – Apresentação do Toré e oficina de saberes indígenas pelo Grupo Wpira Swpirá (Xukuru Kariri).



Dia 19.04

Dia do Índio: escolhido no 1º Congresso Indigenista Interamericano realizado na cidade de Patzcuaro (México), em 1940. Em 02 de junho de 1943 (Decreto-lei nº 5.540)
o governo brasileiro adotou a recomendação do Congresso, sendo o Dia do Índio celebrado pela primeira vez no país em 1944.

Local: Auditório do CRH

Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas - FFCH/UFBA. PASL – Pavilhão de Aulas de São Lázaro, FFCH. Estrada de São Lázaro, s/n, Federação.
Tel.: 71 3283-6431

08:30 às 09:00 - Apresentação do grupo musical latino-americano Bahiamérica.


9:00 às 12:00 - Mesa Redonda “Lutas Indígenas na Bahia: identidade, territórios, criminalização e direitos humanos”. Com Babau Tupinambá e Glicéria Tupinambá - líderes

indígenas; e José Augusto Sampaio, antropólogo Anaí.

O foco é o crescimento, no estado da Bahia, das ameaças sobre os povos indígenas à medida que estes avançam na reconquista legal dos seus territórios.


Local: Auditório do CEAFRO

Praça Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho - Centro
Tel.: 71 3283-5520

14:00 às 14:30 - Apresentação de dança moderna, “O Pássaro Azul”, por Magno Reis.


14:30 às 17:30 – Mesa redonda “Mulheres Indígenas e Negras em movimento: trajetórias e diálogos”. Com Glicéria Tupinambá e Korã Xukuru Kariri – líderes indígenas;

Eliete Paraguaçu e Elionice Sacramento – líderes quilombolas.

Local: Cineteatro Solar Boa Vista

Parque Boa Vista de Brotas, Engenho Velho de Brotas
Tel.: 71 3116-2108

19:00 às 20:00 - Palestra “Todo Dia É Dia de Índio” com Nádia Acauã Tupinambá, representante indígena no Conselho de Cultura da Bahia.


20:00 às 21:00 - Apresentação da Oficina de Violão do Espaço Cultural Pierre Verger.


Dia 20.04

Local: Auditório do CEPAIA
Largo do Carmo, 4, em frente à Igreja da Ordem Terceira do Carmo, Centro Histórico
Tel.: 71 3241-0811/ 0787

14:00 às 16:00 – Apresentação do Toré e oficina de saberes indígenas – Grupo Wpira Swpirá, precedida de uma palestra sobre a trajetória do Grupo e história de luta

do povo Xukuru Kariri.

16:00 às 16:45 - Apresentação do Coral do Espaço Cultural Pierre Verger.



De 18 a 20.04

Das 08:00 às 18:00

Local: AMEI

Largo do Carmo, 4, sala 102, em frente à Igreja da Ordem Terceira do Carmo, Centro Histórico.
Tel.: 71 3241-3001

08:00 às 18:00


Exposição fotográfica “Os Huni Kuin do Rio Jordão”, de Ricardo Pamfilio, etnomusicólogo.


Exibição do vídeo “Livro Vivo”, de autoria do povo Huni Kuin, com apoio da Rede Povos da Floresta.


Exibição de slides fotográficos “Mensageiros Guarani”, por Paulo César Lima, fotógrafo.


Local: CEPAIA

Largo do Carmo, 4, em frente à Igreja da Ordem Terceira do Carmo, Centro Histórico
Tel.: 71 3241-0811/ 0787

Exposição fotográfica “Os Huni Kuin do Rio Jordão”, fotos feitas pelo povo Kaxinawá.


Realização

Ponto de cultura Pinaíndios – Culturas em Rede/Associação Nacional de Ação Indigenista – Anaí.
Centro de Estudos dos Povos Afro-Índios-Americanos – CEPAIA/UNEB

Parcerias

Espaço Cultural Pierre Verger
Associação de Arte, Meio Ambiente, Educação e Idosos – AMEI

Apoio

Ceafro/Ceao/UFBA – Educação e Profissionalização para a Igualdade Racial e de Gênero
Bahiamérica

Solar Boa Vista/Fundação Cultural e Secretaria de Cultura do Estado da Bahia

‘Venda’ de alunos negros em simulação de leilão de escravos causa polêmica nos EUA

'Uma professora em Norfolk, Virgínia (EUA), causou polêmica ao simular um “leilão de escravos” em uma escola americana, numa aula comemorativa aos 150 anos da Guerra Civil americana.


Segundo o Washington Post, a professora Jessica Boyle, que dá aulas para uma sala da 4ª série da escola Sewells Point, separou os alunos brancos dos negros e mestiços – estes últimos foram, então, “vendidos” para seus coleguinhas brancos. 
A iniciativa despertou críticas dos pais dos alunos e forçou a escola a pedir desculpas, alegando que Boyle estava bem intencionada, mas agiu de forma “inapropriada”.
“A aula (sobre a Guerra Civil) poderia ter sido pensada com mais cuidado, para não ofender os estudantes ou colocá-los em uma situação desconfortável”, disse em comunicado a diretora da escola, Mary B. Wrushen.
Em entrevistas a uma TV local, alguns pais de alunos e moradores de Norfolk reclamaram do teor “ofensivo” da aula e de os alunos “vendidos” terem sido tratados como “animais”.
Uma mãe, no entanto, defendeu Boyle, por acreditar que a professora só estava tentando “demonstrar” o papel desempenhado pela escravidão como um estopim da Guerra Civil. “Acho que ela não estava tentando ferir (os sentimentos) de ninguém”, disse Tara Woodruff.
A professora, que trabalha na escola há seis anos, não comentou o caso.
A Guerra Civil (1861-1865) foi o confronto mais sangrento ocorrido em território americano, deixando centenas de milhares de mortos. A vitória dos Estados do norte sobre os do sul resultou na abolição da escravidão nos EUA.
Um caso parecido já havia acirrado os ânimos no Estado de Ohio, no mês passado, quando, segundo uma TV local, uma professora do ensino fundamental dividiu sua sala de aula entre escravos e senhores.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2011/04/110413_aula_escravidao_polemica_pai.shtml

Prêmio Katia Mattoso selecionará trabalhos sobre a História da Bahia


Foi lançado nesta sexta-feira, 08/04, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o Prêmio Katia Mattoso de História da Bahia, promovido pela Fundação Pedro Calmon / SecultBA, com apoio da ALBA, que tem como finalidade premiar, anualmente, livros e trabalhos acadêmicos que abordem a história do estado. O Prêmio foi anunciado durante Sessão Especial proposta pelo deputado Zé Raimundo (PT), em homenagem à memória da historiadora Katia Maria de Queiróz Mattoso, falecida em janeiro deste ano. A solenidade, realizada na data em que a professora faria 80 anos, reuniu familiares, amigos como o ex-governador, Waldir Pires, e a presidente do Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), Consuelo Pondé de Sena.
Entre aqueles que também homenagearam Katia Mattoso, estavam ex-alunos como os professores João José Reis, Antonio Fernando Guerreiro, Everton Sales e Ubiratan Castro de Araújo, diretor-geral da Fundação Pedro Calmon/SecultBA e idealizador da premiação. “Essa premiação é a melhor forma de mantermos viva a memória da professora Katia Mattoso e dar continuidade ao que ela mais gostava de fazer: estimular jovens pesquisadores interessados na história da Bahia”, afirmou o historiador.
Durante a cerimônia foi assinado o protocolo de intenções acerca da premiação, entre a Fundação Pedro Calmon/SecultBA e a Assembleia Legislativa, representada pelo presidente, o deputado Marcelo Nilo. Podem concorrer ao Prêmio Katia Mattoso de História da Bahia livros, teses ou dissertações, escritos em Língua Portuguesa, publicados ou defendidos até a data final das inscrições, que estarão abertas no período de 14 de outubro a 16 de dezembro de 2011. As obras inscritas serão avaliadas por uma Comissão de seleção, composta por doutores em história, que analisarão os seguintes critérios: originalidade, erudição bibliográfica, rigor metodológico, esforço de pesquisa e criatividade narrativa. A premiação será dividida nas categorias, sendo R$ 20 mil para obra publicada, R$ 10 mil para tese de doutorado e R$ 5 mil para a dissertação de mestrado. Além disso, a Assembleia Legislativa da Bahia se encarregará da publicação dos trabalhos acadêmicos premiados.
Formação de pesquisadores - Cientista política e historiadora nascida na Grécia, Katia Mattoso recebeu o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal da Bahia, em reconhecimento à sua contribuição aos estudos relacionados à história da Bahia. Sua atuação acadêmica foi responsável pela criação da cadeira de História do Brasil da Universidade de Paris-Sorbonne, da qual foi titular. Especializou-se em história econômica e social da Bahia, e história social da escravidão no Brasil, tendo produzido obras fundamentais como: ‘Ser Escravo no Brasil’ (Brasiliense, 1982) e ‘Bahia Século XIX – Uma Província no Império’ (Nova Fronteira, 1992), entre outras.
"Sua contribuição para os estudos históricos, especialmente na história social da escravidão no Brasil, foi inestimável", registrou o deputado Zé Raimundo, que também é Doutor em História e é professor licenciado da Universidade do Sudoeste Baiano, em Vitória da Conquista. Para Ubiratan Castro de Araújo, Katia Mattoso teve fundamental importância na formação de diversos professores e pesquisadores. "Ela formou toda uma geração de historiadores e professores estimulados a um olhar aprofundado para a Bahia. Essa premiação contribuirá para a continuidade dos esforços empreendidos pela professora para a história do nosso Estado".
Mais informações sobre o Prêmio Katia Mattoso de História da Bahia poder ser obtidas no endereço: www.fpc.ba.gov.br ou pelo e-mail premiokatiamattoso@fpc.ba.gov.br.

Exposição "200 Anos da Imprensa no Brasil"