Lançamento da SEP 92



Após realizar uma noite de autógrafos da Panorama Cultural da Bahia Contemporânea em Feira de Santana, a Superintendência de Estudos Econômicos e Sócias da Bahia (SEI), oficialmente, promove o lançamento da publicação em Salvador, uma parceria com a Secretaria de Cultura do estado (Secult). O evento acontece às 19h da próxima segunda (18), no Museu Rodin.
O estudo é oriundo de parceria entre a Secretaria de Planejamento (Seplan) e a Secretaria de Cultura (Secult) para subsidiar a elaboração do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Estado da Bahia (PDS). A SEP integra a linha editorial da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Seplan. A publicação pode ser obtida também por download gratuito no portal www.sei.ba.gov.br
A técnica da SEI e coordenadora editorial da publicação, Carlota Gottschall, explica a importância dos estudos: "É fundamental discutir a territorialização da cultura e a diversidade cultural regional da Bahia, desse modo contribuímos para a superação dos preconceitos existentes no campo da diversidade cultural. Pois, o preconceito é advindo da falta de conhecimento”. Os autores dos artigos nesta edição são: Milton Moura, Gustavo Falcón, Caio Figueiredo Fernandes Adan, Roberto Nunes Dantas, Lina Maria Brandão de Aras, Ricardo Moreno, Erivaldo Fagundes Neves, Vanessa Magalhães da Silva, Maria Hilda Baqueiro Paraiso e Cristina Nunes.
Nessa edição, os artigos foram ordenados segundo a seguinte classificação: Grande Recôncavo (Recôncavo Afrobarroco e Recôncavo Sul); Grande Sertão (Sertão de Canudos; Sertão do Couro e Sertão do São Francisco); Chapada Diamantina; Serra Geral/Sudoeste; Oeste; Litoral Sul e Extremo Sul. A participação da Secult para produzir a publicação é referendada no fato de ser a primeira Secretaria a adotar a política territorial construída pela Seplan, ao democratizar e descentralizar as ações e recursos conforme a nova divisão do estado em Territórios de Identidade, a partir de 2007.

REVISTA DE HISTÓRIA



É com alegria que a Revista História coloca à disposição sua terceira edição com o dossiê "Criminalidade". Foi uma grata surpresa o número de artigos recebidos e a repercussão que a revista vem alcançando, desde sua segunda edição, no âmbito nacional. Nosso interesse pelas noções de Punição e Controle e temas relacionados - como disciplina, legislação, polícia, justiça, prisão, criminalidade, cidadania... – sem nos fecharmos ao diálogo com outros temas e noções, está suscitando interesses diversos e contribuições das mais variadas. Delinquência infantil, perfil do criminoso, Códigos Penais, Casa de Correção da Corte, crimes hediondos, criminalidade e imprensa, são alguns dos temas do dossiê. Mas não é só. Desejamos um espaço de experimentação e diálogo. Neste sentido, contribuições dos mais diversos temas, campos teóricos e metodológicos foram aceitos a fim de efetivarmos este ambiente de troca e interação. Liberdade religiosa, Nietzsche, melancolia e depressão na história, D. Pedro II, história da loucura, Primeira Guerra Mundial, formação da identidade portuguesa na América, índios Xucuru e o teatro de Aristófanes são temas que compõem também esta terceira edição. A todos os autores o meu agradecimento pela contribuição intelectual e pela qualidade de seus trabalhos. Quero ainda agradecer o contato de pessoas que escrevem sugerindo dossiês, fazendo elogios e de editoras. É nosso interesse, futuramente, selecionarmos artigos para, em uma edição especial, elaborarmos uma publicação comemorativa. Particularmente gostaria de agradecer o interesse do senhor Secretário Municipal de Segurança Pública e Cidadania, da Prefeitura Municipal de Canoas (RS), o sr. Eduardo Pazinato. Seu interesse por nossas publicações reforça nosso compromisso intelectual com a cidadania e a transformação da realidade.


Muito obrigado a todos.
Luciano Rocha Pinto
Editor

Curso de Conservação e Restauro Documental



Público alvo: O Curso é direcionado a técnicos, profissionais e estudantes universitários de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia, História e áreas afins.
Número de Vagas: 35
Valor da Inscrição: R$ 80,00
Mensalidade: R$ 80,00 (2X)
Duração: 2 meses
Apoio: Centro de Documentação e Memória dos Frades Capuchinhos
Contatos via e-mail:upbs17@gmail.com – Prof. Frei Ulisses Bandeira – Convento da Piedade
mello.moraes@yahoo.com.br  - Assist. Moise Moraes – Nazaré 

África à vista: dez estudos sobre o português escrito por africanos no Brasil do século XIX


A formação histórica do português brasileiro deu-se em complexo contexto de contato entre línguas. Dentre as diversas situações de contato havidas, a do português com línguas africanas assume maior relevância por ter sido generalizada no tempo e no espaço. Africanos e afro-descendentes, no período que se estende do século XVII ao século XIX, correspondem juntos a cerca de 60% da população brasileira (cf. MUSSA, 1991). Contudo, a escrita da história lingüística deste que é o mais expressivo segmento formador da população brasileira era tarefa que se colocava no plano de uma reconstrução quase que exclusivamente a partir de 'indícios', uma tarefa não para historiadores, mas para arqueólogos da língua portuguesa (cf. MATTOS E SILVA, 2002) (trecho retirado da Introdução do livro).

Acesse e faça o Download: http://books.scielo.org/id/48 

Palestra e lançamento do livro A Bahia no século XVIII - Profª Avanete Souza



A Fundação Pedro Calmon, através do Centro de Memória da Bahia, convida a todos para a palestra e o lançamento do livro da Profª Dr. Avanete Pereira Sousa, A Bahia no século XVIII: poder político local e atividades econômicas.
Segue o convite em anexo.

Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 11 de junho de 2012
Horário: 19h

Olimpíada Nacional em História do Brasil 2012



A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil ocorreu em 2009, contou com cerca de 16 mil inscritos e foi um grande sucesso entre alunos e professores de todo o país!
Desde então a Olimpíada vêm crescendo ano a ano, contando com a participação de mais de 120 mil alunos e professores de todos os estados do país e se firmando no cenário educacional como uma proposta inovadora de estudo consistente de História.
A 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil traz novamente o desafio de estudar a história do Brasil por meio de textos, documentos, imagens e mapas, ao longo de questões de múltipla escolha e da realização de tarefas muito especiais!
Serão 5 fases online e uma fase final, presencial, que ocorrerá, organizada pelo Museu Exploratório de Ciências – Unicamp.

Irmandade de São Benedito da Vila de Cairu



Respondeu em 19 de fevereiro de 1847.
                        Ilustríssimo Excelentíssimo Senhor      
Respondeu em 13 de setembro de 1847.
Houve parecer do presidente da Coroa
Em 3 de setembro de 1847.
Há mais de cinquenta anos que no Convento desta Vila, existe ereta uma Irmandade de São Benedito composta de Irmãos, a maior parte pretos e cativos e cujo compromisso é confirmado; porém seus estatutos viciosos por serem arranjados pelos Franciscanos, a fim de iludirem os pretos e ridicularizarem os atos ali praticados, bem como um Reinado no dia do Santo, organizado de um Rei com capa, [anágua], coroa e cetro, e uma Rainha com as mesmas reais insígnias acompanhados de danças e muitas pessoas, que até fazem promessas por ocasião de moléstias, e dirigindo-se ao dito Convento ali são recebidos pelo guardião, paramentado de capa de as pregar e dar-lhes duetos e água benta e os acompanha até um trono com degraus que está colocado no corpo da Igreja matriz, digo, no corpo da Igreja, e em ocasião do Evangelho lhes dão velas de libra, e duetos e as vezes até por Diáconos, conforme a atenção. Acabada a festa principiam os Reis acompanhados da irmandade com capas e de grande concurso de povo a beber de casa em casa até horas de procissão solene com Sacramento, a que eles acompanham rodeados da Irmandade; acabado este ato religioso continuam até alta noite no passeio com dançarinos e grande multidão de povo em cujas ocasiões tem havido muitas desordens. No ano de 1832 um visitador achando-se em visita nesta Vila, observando atos tão indecorosos de negros cativos cingirem vestes que imitam as Reais, e da obstinada bebedeira, que por estas ocasiões havia proibido por um termo no compromisso, ordenando que da hora em diante não houvesse mais semelhante desacato e que só houvessem juízes, como em outras Irmandades, o que não quiseram os Franciscanos fazer observar, e como, Excelentíssimo Senhor, desejo obrar em regra quisera que Vossa Excelência se dignasse ordenar-me para que proíba estes atos. O doutor Corregedor Francisco Nunes da Costa por ocasião de um Rei dessa Irmandade mandar soltar um preso de justiça pelo costume de mandar soltar os que na ocasião em que ele passava, gritavam: valha-me Sua Majestade proibiu tal reinado, cuja proibição pelo tempo caiu em esquecimento.
Deus guarde a Vossa Excelência felizmente, como havemos de existir.
Cairú, 30 de Novembro de 1846.
Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Diretor Conselheiro 
Antonio Ignácio de Azevedo, Presidente da Província da Bahia.
Francisco Xavier de Souza Figueiredo.
Juiz Municipal e Delegado Suplente. 
Fonte: 
Arquivo Público da Bahia 
Seção: Colonial/Provincial
Juízes de Cairu 
Maço: 2296- 1842-1846 
Para saber mais acesse: 

http://www.monumenta.gov.br/site/wp-content/uploads/2011/03/cairucompleto1.pdf

http://www.ppgh.ufba.br/IMG/pdf/OS_ROSARIOS_DOS_ANGOLAS.pdf

http://www.lai.su.se/gallery/bilagor/SRoLAS_No4_2.%20Irmandades%20e%20devoc%CC%A7o%CC%83es%20de%20africanos.pdf

Conversando com sua História - Módulo Sertão



A Fundação Pedro Calmon, através do Centro de Memória da Bahia, convida a todos para participar da 10ª edição do Conversando com sua História, que ocorre entre abril e outubro de 2012. No módulo sertão, que será discutido no mês de junho, teremos a palestra intitulada Sertões da Bahia: caminhos da ocupação territorial, da interação cultural e dos intercâmbios coloniais, que será ministrada pelo Prof. Dr. Erivaldo Fagundes Neves  UEFS.
Contamos com sua Participação!
Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 04 de junho de 2012
Horário: 17h
Inscrições Gratuitas
3117-6067

Informativo do Arquivo Público do Estado de São Paulo - 2ª quinzena de maio/2012


Lei de Acesso a Informação
Decreto de São Paulo destaca as interfaces entre a gestão de documentos e o acesso à informação
Servidor realiza palestra sobre trabalho do Arquivo Público para alunos do ensino médio
Ampliar o acesso ao público escolar é uma das atribuições do Núcleo de Ação Educativa
Lei de Acesso à Informação é tema de evento em SP
Oficina de capacitação reuniu cerca de 320 servidores públicos para discutir a Lei Federal nº 12.527

FAOP - Curso Técnico em Conservação e Restauro



Para dar a oportunidade para mais pessoas participarem do curso técnico em Conservação e Restauro, a Fundação de Arte de Ouro Preto | Faop abre duas turmas pagantes no segundo semestre de 2012. As inscrições para o processo seletivo do curso técnico podem ser feitas entre os dias 24 de maio a 15 de junho, pelo site www.faop.mg.gov.br. A seleção ocorre em junho, e as aulas têm início em agosto. No total são oferecidas 40 vagas distribuídas entre os turnos manhã e tarde.

Destinada às pessoas que já concluíram ou estão cursando o Ensino Médio (a partir do 2º ano), a iniciativa capacita profissionais para analisarem, diagnosticarem e intervirem adequadamente em acervos de papel, escultura policromada e pintura de cavalete. A grade curricular do curso é distribuída em quatro módulos semestrais, com carga horária total de 1552 horas, incluindo o estágio curricular.

O valor da inscrição é R$75,00, e a mensalidade do primeiro módulo é R$300,00. Confira o edital completo do processo seletivo no site da Faop (www.faop.mg.gov.br). Mais informações podem ser obtidas no Núcleo de Conservação e Restauração pelo telefone (31) 3552-2480.





12ª Jornada Internacional de Educação da Bahia


Festas Tradicionais Populares no Contexto da Contemporaneidade




As festas começavam por todos os Santos e acabavam por todos os pecados que a Quaresma absorvia. 
Antonio Vianna. Casos e Coisas da Bahia, 1950.

Organização:
Caroline Fantinel
Célia Sacramento Gomes

Prof. Dr. Paulo Miguez - Orientação

Prof. Dr. Milton Araújo Moura  - Convidado

Local: FACOM/UFBA, sala 04, 1º andar
04 de junho de 2012 Horário: 14 às 16h

Prof. Dr. Milton Araújo Moura - Graduou-se em Filosofia na PUC-Rio de Janeiro. Fez Mestrado em Ciências Sociais e Doutorado em Comunicação e Cultura Contemporâneas na UFBA. Concluiu recentemente o Pós-Doutorado em História na UFPE. É Professor Associado II do Departamento de História da UFBA, atuando nos Programas de Pós-Graduação em História, Ciências Sociais e Multidisciplinar em Cultura e Sociedade. Desenvolve trabalhos sobre a História da Festa, sobretudo do Carnaval de Salvador e dos festejos de Itaparica, bem como sobre a música popular no Brasil. Interessa-se também por estudos sobre construções de identidades e diversidade cultural. Recentemente, vem se envolvendo em estudos sobre a música, festa e sociedade no Caribe Colombiano. Organizou a coletânea A Larga Barra da Baía - essa província no contexto do mundo (EDUFBA, 2011). Coordena o Grupo de Pesquisa O Som do Lugar e o Mundo.
Sugestões de leitura – no site do grupo: 
 seminarios-tematicos-poscultura@googlegroups.com                                                                            

CURSO: ENSINO DE HISTÓRIA DA BAHIA


O Centro de Memória da Bahia e o Instituto Anísio Teixeira realizam o curso Ensino de História da Bahia entre junho e novembro de 2012, com o objetivo de promover debate sobre a instrução de História da Bahia, com vistas a formar profissionais capacitados para ministrar diferentes temas da história da Bahia nos ensinos fundamental e médio em nosso estado.





Revista de História da Biblioteca Nacional - Boletim eletrônico



Caso de polícia
Governo anuncia venda de terreno onde fica sede da PM do Rio. Acordo requer a demolição do imóvel do século XVIII e gera polêmica entre policiais, políticos e historiadores

Cine História: Nos tempos de Mussolini
A Itália durante a visita de Hitler, em 1938, é pano de fundo para dois filmes de Ettore Scola que retratam, de diferentes maneiras, a perseguição e a resistência na península durante o período fascista [Leia mais]

A pólis e a suástica
Num contexto de crise econômica, a Grécia vê amadurecer o neofascismo na política. Nas últimas eleições parlamentares, o partido de extrema-direita Amanhecer Dourado obteve parcela significativa dos votos [Leia mais]

Difusor do Modernismo
Fotobiografia sobre engenheiro modernista é lançada no Rio, dia 30 de maio. Obra será distribuída gratuitamente para universidades e bibliotecas públicas [Leia mais]

Do microfilme para o cinema
Histórias que saem dos arquivos da Biblioteca Nacional são o embrião de muitas produções [Leia mais]

Veto parcial
Carlos Minc afirma que Dilma vai vetar tópicos do novo Código Florestal. Discussão ocorre às vésperas da Rio+20 e intensifica briga entre ruralistas e ambientalistas [Leia mais]

Resistência em retalhos
Exposição sobre resistência política no Chile de Pinochet roda o Brasil nos próximos meses. Mostra chega ao Rio no dia 29 de maio e fica em cartaz no Arquivo Nacional até 5 de junho [Leia mais]

Loja virtual
Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]

JOSÉ BONIFÁCIO - OBRA COMPLETA



José Bonifácio – Obra Completa foi concebido e estruturado de forma a satisfazer todos os tipos de usuário, desde o simples curioso, passando pelo estudante, até o mais especializado historiador profissional.
O site disponibiliza de maneira rápida, fácil e gratuita o maior banco de dados jamais reunido sobre a produção de um grande brasileiro, que atuou em vários campos ao longo de sua vida. E destaca, do conjunto de seus trabalhos como cientista, administrador, político, pensador e poeta, sua realização maior, a do homem de Estado, personagem-chave do processo que, em 1822, fez do Brasil um Império independente.
 Há três portas de entrada, e duas janelas, para José Bonifácio – Obra Completa. A partir de todas elas a navegação é rápida e auto-explicativa.
As três portas, fixas na homepage, são: a seção “História em Movimento”, a caixa “Pesquise Aqui” e, claro, o “Menu”.
A seção “História em Movimento” é composta por nuvens que, ao serem, clicadas, abrem uma animação com links para os demais conteúdos do site, ou então remetem o usuário direto aos documentos mais importantes na trajetória científica e política de José Bonifácio. A caixa “Pesquise Aqui” possibilita ao usuário uma busca rápida em todo o conteúdo do site, ou em cada uma de suas divisões. Este recurso também está listado como um dos itens do “Menu”. O “Menu”, por sua vez, lista as demais áreas que estruturam o site.
As duas janelas de entrada, localizadas abaixo da caixa “Pesquise Aqui”, destacam randomicamente duas das seções que compõem o menu.
O site José Bonifácio – Obra Completa integra um banco de dados (com documentos de José Bonifácio, isto é, produzidos por ele ou pertencentes a ele) e um vasto repertório de textos de apoio (com material sobre José Bonifácio).
No banco de dados, o pesquisador terá, sem sair de casa, acesso à imagem e ao texto integral de milhares de documentos relacionadas ao Patriarca da Independência e ao amplo período histórico a que pertenceu.
As seções de conteúdo editorial dividem-se em: “Cronologia”; “De A a Z”; “Bonifrases”; “Mapa das viagens”; “Principais obras”; “Bibliografia” e “Genealogia”. Elas foram concebidas e organizadas como guias de referência rápida, compactando informações dispersas no banco de dados, montando quadros explicativos, compilando elementos de natureza semelhante e oferecendo informações complementares ao conteúdo dos documentos.

SEMANA DA ÁFRICA TV BRASIL


Programação especial marca a Semana da África na TV Brasil


Entre as atrações estão os inéditos Caminhos da Reportagem dedicado a Quilombos e o Rede Jovem de Cidadania sobre Kora Brasil, um encontro sonoro entre instrumentos de cordas de origem africana e a música afro-brasileira. Também voltam ao ar os melhores momentos da primeira temporada da série Nova África e o longa "Mama África", produção brasileira de 2010, dirigida por Alê Braga.

VI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA – ANPUH/BA



VI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA – ANPUH/BA
XXIII CICLO DE ESTUDOS HISTÓRICOS DA UESC
POVOS INDÍGENAS, AFRICANIDADES E DIVERSIDADE CULTURAL
CAMPUS DA UESC – ILHÉUS/BA, 13 A 16 DE AGOSTO DE 2012

Colegas,
Buscando dirimir dúvidas e melhor orientar quanto a participação no VI Encontro Estadual de História – ANPUH, Bahia, apresentamos as seguintes informações/orientações:

INSCRIÇÃO DE TRABALHOS
Encontram-se abertas até 31 de maio, inscrições de COMUNICAÇÕES para os 34 Simpósios Temáticos do Evento. Poderão inscrever-se profissionais de História e de outras áreas com interesse na temática geral do Evento e com aderência às propostas dos Simpósios. Graduandos poderão também inscrever-se, desde que sejam chancelados formalmente por seus orientadores. A chancela do orientador deverá ser enviada para viencontroanpuhba@gmail.com Inscrições devem feitas no sítio www.viencontroanpuhba.ufba.br. Caso o simpósio temático escolhido seja cancelado por não atingir o número mínimo exigido de participantes (10), o inscrito será realocada em outro simpósio temático. O número máximo de participantes em cada simpósio temático é de 30. 
INSCRIÇÃO PARA OUVINTE E MINICURSOS
Estão abertas as inscrições para ouvintes do evento e para os participantes dos Minicursos; A inscrição para participação em Minicurso é específica; o interessado em se inscrever deverá preencher a Ficha de Inscrição, adicionando-se o valor de R$ 20,00 (vinte reais) do minicurso ao crédito bancário. A inscrição em Minicurso não isenta o valor de inscrição em outras modalidades de participação; Para se inscrever no Minicurso precisa estar inscrito no evento; Para inscrever-se em Minicurso, o interessado deve escolher apenas uma opção. Caso o Minicurso escolhido seja cancelado por não atingir o número mínimo exigido de participantes (20), o inscrito será realocado em outro minicurso de sua escolha, desde que haja vaga disponível; O número máximo de participantes em cada minicurso é de 50, e a preferência é dada àquele que se inscreveu primeiro;

LANÇAMENTO DE LIVROS
Informamos aos associados da ANPUH interessados em lançar livros no VI Encontro Estadual de História - Povos Indígenas, Africanidades e Diversidade Cultural, que deverão dirigir-se a Organização do Evento através do Endereço Eletrônico viencontroanpuhba@gmail.com  para que possamos divulgar. Somente participarão da sessão de lançamento obras publicadas após o V Encontro Estadual de História. Os interessados deverão estabelecer contato impreterivelmente até o próximo dia 31 de Maio, informando: Nome(s) dos autor(es) da obra;  Título da obra;  Cidade da publicação; Editora da  publicação; Ano da publicação.
Oportunamente, será divulgada a lista da sessão de lançamentos nos canais de divulgação do Evento. Salientamos que a venda dos livros e a negociação com os livreiros é responsabilidade de cada autor. Na cerimônia de lançamento haverá espaços onde os autores poderão levar seus livros e colocarem à disposição para divulgação e venda.
HOSPEDAGEM
Quanto às solicitações de informações sobre Hospedagem, a Multihotéis, Operadora Oficial do Evento, possui cotação de diárias na rede hoteleira de Ilhéus, com tarifas promocionais para os participantes do Evento – www.multihoteis.com
Quanto ao Alojamento para estudantes, após entendimentos com a Administração da UESC, estaremos disponibilizando 200 vagas (salas) para alojamento. Este número poderá ser ampliado, desde que sejam utilizadas barracas. Este sistema (reserva para alojamento) estará disponível a partir de junho, com o término das inscrições de Comunicações.
Para maiores informações acesse: www.anpuhba.historiapensada.com
  

Chamada de artigos: Africanos nas Américas: reconstruindo vidas num novo mundo, 1675-1825




O Omohundro Institute of Early American History and Culture está recebendo propostas para artigos para serem apresentados na conferência intitulada “Africanos nas Américas: reconstruindo vidas num novo mundo, 1675–1825”, a ser celebrado na University of the West Indies, Cave Hill, Barbados, em 14–16 de março de 2013.
Os historiadores estimam que aproximadamente 12 milhões de africanos tenham sido embarcados através do oceano Atlântico no período do tráfico de escravos, entre 1500 e 1867, constituindo a maior migração forçada da história. Os estudos sobre as culturas, circunstâncias, geografias e decisões que levaram a escravização na áfrica, assim como o seu enorme benefício comercial e a terrível experiência da travessia atlântica, têm iluminado importantes aspectos do tráfico de seres humanos e do alto custo em vidas que causou. Esta pesquisa e os escritos por ela produzidos têm nos ajudado a compreender como o tráfico de escravos criou novas realidades econômicas, políticas e sociais no mundo Atlântico mais amplo.
“Africanos nas Américas: reconstruindo vidas num novo mundo, 1675–1825” almeja ampliar o escopo dessa produção acadêmica focalizando naquelas pessoas que sobreviveram à captura, aos navios negreiros e que, em última instância, se encontraram num mundo até então desconhecido para elas. O comitê organizador está interessado em propiciar uma abordagem interdisciplinar de amplo espectro, incluindo qualquer lugar nas Américas para onde os africanos tenham sido levados América do sul, America central, Caribe e América do norte durante o século e meio em que o volume do tráfico de escravos conheceu o seu apogeu. Pesquisadores de todas as áreas do conhecimento antropologia, arqueologia, histórias da arquitetura e da arte, estudos culturais e religiosos, teatro, culinária, história, literatura, cultura material, medicina, epidemiologia e música estão convidados a contribuir, considerando como suas respectivas disciplinas e dados iluminam as estratégias que os africanos escravizados utilizaram para construir suas vidas num sistema desenhado para desumanizá-los e explorá-los.
As perguntas gerais que podem ser colocadas incluem: de que modo as culturas africanas foram transformadas na transferência atlântica? Que tipo de conhecimento, costumes, memórias e rituais foram preservados pelos africanos escravizados? Do que eles abriram mão? O que eles recriaram? Quais estratégias, pessoais e coletivas, de resistência e resiliência eles desenvolveram? Como eles entendiam e tratavam a presença ubíqua da morte na suas vidas? Como as mulheres escravizadas tinham, criavam e protegiam aos seus filhos? Como a presença e a experiência dos africanos transformaram as culturas dos europeus e dos nativos americanos? Que tipo de relações mantinham os africanos entre si e de que modo eles negociavam com outros povos atlânticos? Houve conexões com a áfrica que sobreviveram à ruptura da escravização? Quais os significados atribuídos à “liberdade” pelos africanos escravizados?  Consegui-la era uma alternativa desejável ou plausível? Quais as experiências e as memórias mais marcantes de construção de trajetórias de vida num novo mundo, entre 1675–1825, os africanos escolheram para serem transmitidas aos seus descendentes e tecerem a sua história?
Enviar as propostas de não mais de cinco (5) páginas, espaço duplo e um breve currículo, incluindo telefone e email de contato para: 
http://oieahc.wm.edu/conferences/Barbados/cfp/index.cfm. A data final para o envio de propostas é 3 de setembro de 2012. A recepção de todas as propostas será notificada por email. Se você não receber confirmação, por favor, volte a enviar a proposta ou contate Kim Foley (kafoley@wm.edu).
As propostas podem ser escritas em inglês, francês, português, ou espanhol. A conferência terá tradução simultânea. Aqueles que apresentarem propostas devem saber ​​que o orçamento da conferência não pode cobrir custos de viagem, embora algumas exceções possam ser feitas para pesquisadores africanos, cujas propostas sejam aceitas no programa. A conferência assumirá todas as outras despesas (hospedagem, alimentação, transporte local) associadas à participação no evento.

SECRETARIA DE CULTURA PROMOVE OFICINAS DE ELABORAÇÃO DE PROJETOS



Para divulgar e democratizar ainda mais o acesso às fontes de financiamento, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (Secult/BA) realiza, entre os dias 22 de maio e 10 de junho, Oficinas de Elaboração de Projetos Culturais para inscrição nos editais do Fundo de Cultura 2012. As oficinas serão ministradas pelos representantes territoriais de cultura e coordenadores de macro territórios da SecultBA  em mais de 100 municípios, garantindo que todos os Territórios de Identidade da Bahia sejam contemplados. As Oficinas serão realizadas em Espaços Culturais da Secretaria e outros locais, conforme programação a seguir. Mais informações acesse: 

Na luta por direitos: trabalho, conflitos e resistências no pós-abolição na Bahia




Resumo

A abolição legal da escravidão em 1888 não significou a extinção de relações de trabalho baseadas nos códigos de sujeição, de coação, de controle do tempo, e a plena autonomia dos trabalhadores. A classe trabalhadora em todo o Brasil, mesmo depois de decretada o fim da escravidão, teve que lutar por um trabalho, de fato livre, com mais autonomia, liberdade, dignidade e direitos. Pretende-se, assim, abordar a história dos trabalhadores ferroviários da Bahia, no período pós-abolição e nos anos iniciais do período republicano, destacando os conflitos, impasses e as lutas empreendidas por esses trabalhadores contra as formas de exploração, subjugação e de controle de força de trabalho. Os ferroviários baianos, assim como observado em outros setores da classe trabalhadora brasileira, resistiram bravamente às formas de exploração, às relações de trabalho que lembravam o regime escravista e às tentativas abertas e veladas de manter sob o domínio as suas liberdades e o seu trabalho.

Robério S. Souza- UNEB/UNICAMP

Local: sala Kátia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 21 de maio de 2012
Horário: 17h

CONVERSANDO COM SUA HISTÓRIA


Rotina de trabalho e relação senhor escravo na Colônia Leopoldina

Alane Fraga do Carmo 

Resumo:
A presente comunicação pretende apresentar alguns temas discutidos na dissertação de mestrado apresentada à Universidade Federal da Bahia em 2010, intitulada Colonização e escravidão na Bahia: Colônia Leopoldina (1850-1888).
Pretendemos nos ater a aspectos das relações cotidianas entre escravos e colonos estrangeiros no processo de colonização do extremo sul da Bahia durante o século XIX. O estudo do caso da Colônia Leopoldina, fundada em 1818 na região de Vila Viçosa, formando um conjunto de 40 fazendas destinadas à cultura do café para exportação, possibilitou vislumbrar as vicissitudes destas relações de maneira privilegiada pela variedade de fontes e relevância da presença escrava no processo de formação e desenvolvimento desta colônia.
Apresentaremos as análises relacionadas à distribuição da propriedade escrava nas propriedades cafeeiras, estrutura e organização do trabalho, perfil dos administradores das propriedades, bem como os mecanismos de controle por eles utilizados.
Pretendemos também apresentar informações relevantes relacionadas a temas importantes da historiografia da escravidão como: a economia de subsistência empreendida pelos escravos aos domingos e feriados, o acesso de cativos e libertos à terra, as tensões e conflitos subjacentes às relações de trabalho no sistema escravista.

Local: Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Sala Katia Mattoso, 3º andar
Data: 14 de maio de 2012
Horário: 17h


LIBERTOS AS VÉSPERAS DA ABOLIÇÃO


Fonte: 
Arquivo Público da Bahia 
Seção Judiciária 
Livro de Notas 1542
Para saber mais: 



XI ENCONTRO ESTADUAL DE HISTÓRIA



O Encontro Estadual de História é a principal das diversas atividades científicas organizadas pela ANPUH-RS. É realizado bienalmente, nos anos pares, contando com um tema central escolhido de acordo com a pertinência historiográfica e social. O XI Encontro Estadual de História ocorrerá entre os dias 23 a 27 de julho de 2012, nas dependências da Universidade Federal do Rio Grande - FURG, sob o tema História, Memória e Patrimônio.

Lançamento do livro "Prisões numa abordagem multidisciplinar"



Lançamento do livro Prisões numa abordagem multidisciplinar, organizado por Maria Thereza Ávila Dantas Coelho e Milton Julio de Carvalho Filho

A obra Prisões numa abordagem multidisciplinar, organizado por Maria Thereza Ávila Dantas Coelho e Milton Julio de Carvalho Filho e publicado pela Editora da Universidade Federal da Bahia (Edufba), tem lançamento marcado para a próxima quinta-feira, dia 3 de maio, às 17h30. O evento integra a programação do III Seminário de Estudos Prisionais, Controle Social e Violência, que ocorre no Auditório da Escola Politécnica da UFBA. Na ocasião, os autores recebem o público para autógrafos e a obra pode ser adquirida por um preço especial de lançamento.
Este livro tem como principal objetivo colaborar com as discussões sobre o sistema prisional brasileiro e a reforma iniciada no século XIX. Resultado das reflexões de pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento, os artigos deste livro destinam-se aos estudantes, gestores e trabalhadores que lidam, de alguma forma, com a questão do sistema prisional do Brasil. 
As abordagens do assunto de Prisões numa abordagem multidisciplinar passam por campos como o da Medicina, da Administração e da Sociologia, oferecendo ao leitor a possibilidade de conhecer e questionar aspectos históricos, sociais e econômicos do contexto contemporâneo do sistema prisional brasileiro. Nos artigos, são problematizadas questões como o crescimento mundial do número de prisioneiros, a participação privada na gestão das prisões, o perfil dos agentes penitenciários e a construção da identidade neste entorno.

Serviço
O quê: Lançamento do livro Prisões numa abordagem multidisciplinar
Quando: 03 de maio de 2012, quinta-feira, às 17h30
Onde: Escola Politécnica da UFBA (Rua Aristides Novis, 2, Federação, Salvador, BA)
Preço promocional de lançamento do livro: R$ 25,00


CINECLUBE DO EUGÊNIO ALEXANDRIA




Em comemoração ao Dia Internacional dos Museus e como parte da Programação da 10ª Semana de Museus, no dia 18 de maio, às 13:30, será exibido o filme épico Alexandria. Antes da exibição do filme teremos a presença do Historiador José Luís do Sacramento que realizará um bate-papo sobre a importância da Biblioteca de Alexandria para preservação e divulgação da cultura.
A partir da exibição do filme Alexandria, o programa buscará abordar uma das versões da História da Biblioteca de Alexandria, bem como promover reflexões sobre a importância da preservação dos elementos identitários das civilizações. A exibição complementa a programação da 10ª Semana de Museus.
Data: 18/05/2012 (sexta-feira)
Local: Cine Teatro Góes Calmon - 1º andar
Horário: 14h
Para grupos, é necessário o agendamento através do telefone 3321-8023. 
Classificação: 16 anos

XX Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba


A XX Convenção Nacional de Solidariedade a Cuba, a ser realizada na cidade de Salvador-Bahia, de 24 a 27 de maio de 2012, tem como temas centrais de seus debates: a integração Latino-Americana e Caribenha, a amizade e a solidariedade entre esses povos; a Luta permanente contra o bloqueio econômico a Cuba; a libertação dos cinco heróis cubanos, presos ilegalmente nos Estados Unidos; e o combate à campanha midiática internacional que divulga, de forma criminosa e deturpada, factoides políticos sobre supostos acontecimentos na ilha caribenha.
Nessa edição, o evento trará também, intervenções e apresentações artístico-culturais brasileiras e cubanas, com o objetivo de sensibilizar as pessoas sobre a importância do intercâmbio cultural entre os dois países em luta permanente pela independência, soberania dos povos e pela paz mundial.
Outro aspecto importante que também norteará as discussões da XX Convenção, é o intercâmbio econômico e científico entre do Brasil e Cuba, já que a cooperação é favorável aos dois países. Havana e Brasília mantêm relações diplomáticas desde 1943 – interrompidas em 1964 e restabelecidas 22 anos depois – com laços que se fortaleceram a partir da chegada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao governo, uma tendência que permanece com a atual gestão da presidente Dilma Roussef. O Brasil é hoje o segundo maior parceiro comercial de Cuba na América Latina, depois apenas da Venezuela.