REVISTA AFRO-ÁSIA Nº 45


ARTIGOS
RESENHAS
A POLÍTICA DO CONTRABANDO NEGREIRO
Ricardo Tadeu Caires Silva

MORAL DA HISTÓRIA


A Revolução das Fontes Históricas Digitalizadas


Biblioteca Nacional digitaliza sua hemeroteca e contribui para a consolidação de uma verdadeira revolução no trabalho de pesquisa acadêmica
Os historiadores brasileiros podem comemorar mais uma excelente notícia no que se refere a oferta de documentos na internet: a Biblioteca Nacional está digitalizando todo o seu acervo de jornais e revistas não-correntes (que deixaram de circular). São milhares de periódicos produzidos entre os séculos XIX e XX e que poderão auxiliar – de forma gratuita – pesquisadores no Brasil e no exterior que investigam os mais diferentes temas e áreas. O acesso poderá ser feito a distância, via um banco de conteúdos online.
O projeto da Biblioteca Nacional é bastante ambicioso. Até o momento foram digitalizados 638 periódicos – pequenos, grandes, raros e populares. A maior parte cobrindo o período que vai do início do século XIX até os anos 1950. E, segundo os funcionários da Biblioteca Nacional, há muito material sendo preparado, incluindo periódicos da segunda metade do século XX. Além do volume significativo de documentos, a hemeroteca digital ainda conta com um muito bem-vindo sistema inteligente. Há alguns anos, os primeiros projetos de digitalização de fontes históricas preocupavam-se muito com a qualidade visual do material, mas quase sempre deixavam a desejar no quesito a pesquisa do acervo. No caso da Biblioteca Nacional, não. Os conteúdos contam com um sistema de buscas que funciona muito bem. É possível virar e revirar todo o banco de dados através de pesquisas precisas por periódico, por período e por local.
Entre os periódicos, já é possível encontrar grandes jornais do período republicano, como “Correio da Manhã” e “Diário Carioca”, e também os pequenos, mas não menos ilustres, como “O Despertar” e “Nova Luz Brazileira”, da época do Império. Alguns poucos jornais não autorizaram a digitalização de seu acervo de forma alguma. É o caso do carioca “O Jornal”. Outros, liberaram parcialmente: o acesso não pode ser feito remotamente, mas somente in loco. Por isso, principalmente, a Biblioteca Nacional já está se equipando: dezenas de computadores com acesso a internet farão companhia as já conhecidas máquinas leitores de microfilmes. Além disso, jornais que passaram por processos de digitalização incompletas e/ou problemáticas, como é o caso do “Jornal do Brasil” e do “Última Hora”, serão redigitalizados e acrescentados ao banco de dados.
A iniciativa da Biblioteca Nacional é um acerto na política de democratização do conhecimento da instituição (aquilo que deve ser, no fundo, a vocação de qualquer biblioteca). Para o historiadores, os benefícios da digitalização de fontes são imensos, para não dizer revolucionários. As pesquisas por “palavras-chave”, e por diferentes entradas, tornam as pesquisas mais rápidas e mais precisas. Liberam tempo para análises e para ampliação de objetos de estudos. E não é só: a digitalização e disponibilização de um acervo como o da Biblioteca Nacional – a oitava maior do mundo – permite a ampliação das pesquisas no país (fuga do excessivo localismo), desafoga o atendimento presencial (melhora a sua qualidade) e ainda preservam os originais. Se as novas mídias estão transformando o ofício do historiador, a digitalização, neste sentido, é uma destas dimensões transformadoras.
Para conferir esse grande trabalho – ainda em processo – acesse o site: www.memoria.bn.br ou http://bndigital.bn.br. Atenção: ainda em teste, o site pode sair do ar em alguns momentos.

VII Semana de História Política - UERJ


A Semana de História Política da UERJ, em sua sétima edição, pretende dar continuidade às questões que foram abordadas nos encontros anteriores, ou seja, promover a pesquisa histórica, bem como o diálogo e aproximações entre pós-graduandos com estudos que envolvam abordagens teórico-metodológicas no âmbito da história política.
Esse projeto visa fomentar o debate acadêmico também com recém-doutores, tendo o intuito de divulgar a produção historiográfica dos interessados e promover o intercâmbio de ideias, profissionais (discentes e docentes) e instituições, contribuindo para a solidificação do Programa de Pós-Graduação, além de investir na produção editorial da revista Dia-Logos, fruto imediato do desenvolvimento desta Semana.
Dentro de seu espírito de renovação e incentivo aos novos pesquisadores, a Semana mantém a apresentação de painéis com trabalhos de iniciação científica, convidando assim alunos da graduação á contribuir com a qualidade alcançada pelo evento nas edições anteriores.
O Evento realiza-se nas dependências da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, sob a direção de uma Comissão Organizadora, composta por discentes do Programa, que se liga à Coordenação da Pós-Graduação em História. Essa Semana impulsiona alunos de diversos Programas do estado, e também do país, a produzir e movimentar seus conhecimentos, permitindo-os ganhar visibilidade, ampliar a temática e trocar experiências.
É de grande valia tal esforço dos discentes, junto à Coordenadoria do Programa, em administrar a Semana, de forma que contribua para a construção de mais um espaço de discussão e de apropriação do universo científico acadêmico, corroborando com a práxis de pesquisa e de docência dos cursos de pós-graduação no Brasil.

UNESP LANÇA BIBLIOTECA DIGITAL



A Unesp - Universidade Estadual Paulista, no âmbito de seu Programa Memória Social, dá início ao processo de disponibilização digital de acervos pertencentes ao seu sistema de bibliotecas e centros de documentação que reúne documentos de naturezas diversas, tais como livros e periódicos, possibilitando à sociedade acessibilidade ao conhecimento.
A parceria com a Biblioteca Nacional, o Arquivo Público do Estado de São Paulo e a Biblioteca Mário de Andrade possibilitou, também, a reprodução de material pertencente a essas importantes instituições públicas. Ao dar acesso irrestrito a esse rico material, a universidade cumpre com sua responsabilidade social, democratizando o acesso à informação e contribuindo com o ensino, a pesquisa e a difusão do conhecimento.

CHAMADA DE ARTIGOS E RESENHAS



A revista Almanack, disponível no endereço www.almanack.unifesp.br, está recebendo artigos e resenhas para seus próximos números. Os textos devem ser encaminhados através do próprio site da revista. Todas as informações necessárias para a submissão de artigos e resenhas encontram-se detalhadas nos links “normas de publicação” e “envie seu texto”. A revista Almanack é um periódico destinado a publicar trabalhos sobre a formação do Estado e da nação no Brasil entre os séculos XVIII e XIX, incluídas as suas interfaces com processos históricos coevos, abordagens comparativas e teórico-metodológicas.

Dúvidas e outras informações podem ser encaminhadas para o e-mailalmanack@unifesp.br

PRÊMIO TOPBLOG 2012. Já votou no Pesquisando a História?

Pibid-UFBA inscreve estudantes para seleção de 311 bolsistas



O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência da Universidade Federal da Bahia (Pibid-UFBA) realiza, no período de 3 a 17 de julho, inscrições para a seleção de 311 bolsistas.  A bolsa, no valor de R$400,00, é concedida pela Capes/MEC. Poderão candidatar-se estudantes dos cursos de licenciatura da UFBA, dos campi Salvador e Barreiras. Também serão selecionados pelo Pibid 75 professores da Educação Básica de escolas parceiras que atuarão como supervisores, garantindo uma iniciação ativa dos licenciandos na docência, com base em um plano integrado de atividades coordenadas por professores da UFBA. Informações completas estão no Edital Pibid-UFBA 01/2012 e 02/2012, disponíveis no site da Pró-Reitoria de Ensino de Graduação:  http://www.prograd.ufba.br/

Fórum do Pensamento Crítico debate Memórias Cruzadas da Cidade do Salvador


Na próxima quarta-feira (18), as 18h, acontecerá na Biblioteca Central dos Barris, a quinta edição do Fórum de Pensamento Crítico – “Memórias cruzadas da cidade do Salvador”. O Fórum do Pensamento Crítico tem como objetivo debater questões referentes à Cultura e às Cidades. O evento ocorre mensalmente e deve ser realizado até dezembro de 2012.
Serão discutidas no evento as mudanças demográficas, sociais, econômicas, e a reintegração da Bahia na dinâmica nacional da economia brasileira, a partir da democratização consolidada pela Constituição de 1946.
O debate será mediado pelo professor Ubiratan Castro de Araujo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon (FPC), e contárá com a participação da socióloga e doutora em Planejamento Urbano e Regional, Antonia Garcia, entre outros convidados. As pessoas que não tiverem oportunidade de comparecer ao local do evento poderão acompanhar as discussões online, através do portal da FPC.
Serviço
Fórum de Pensamento Crítico – “Memórias cruzadas da cidade do Salvador”
18 de julho (quarta), às 18h
Gratuito (sujeito ao preenchimento de vagas)
Biblioteca Central dos Barris
Informações: (71) 3103-3269
Certificados serão enviados aos participantes.

PROGRAMA ESPELHO - LENINE

IBGE divulga mapeamento de cidades com maior população indígena


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira os Mapas Municipais Estatísticos do Censo Demográfico 2010. A finalidade dos mapas foi de representar o conjunto de setores censitários urbanos e rurais para cada município brasileiro, além dos limites municipais, distritais e de perímetros urbanos.

Minas Gerais aparece na quarta posição como o município que tem mais indígenas no país, com a da cidade de São João das Missões, região Norte do estado, contabilizando 7.936 índios. Estão a frente do ranking os estados de Pernambuco, São Paulo e, em primeiro lugar, o Amazonas, que registrou 29.017 índios no município de São Gabriel da Cachoeira.

De acordo com o IBGE, a pesquisa as informações da pesquisa foram atualizadas na fase da pré-coleta do censo demográfico 2010.

Os arquivos analisados contém os limites e numeração de setores censitários e distritos, informações de cursos de água, localidades e vias de transporte, e dados marginais importantes para a localização geográfica do município no contexto do território nacional.


Veja abaixo o ranking das cidades com maior população indígena:
(AM) - São Gabriel da Cachoeira 29.017
(SP) - São Paulo 12.977
(PE) - Pesqueira 9.335
(MG) - São João das Missões 7.936
(MT) - Campinápolis 7.621
(BA) - Salvador 7.563
(MS) - Amambai 7.225
(RJ) - Rio de Janeiro 6.764
(DF) - Brasília 6.128
(PB) - Marcação 5.895
(PA) - Jacareacanga 5.843
(AP) - Oiapoque 5.569
(MA) - Jenipapo dos Vieiras 5.437
(RS) - Redentora 4.033
(RO) - Guajará-Mirim 3.998
(SC) - Ipuaçu 3.436
(AL) - Pariconha 3.303
(CE) - Fortaleza 3.071
(ES) - Aracruz 3.040
(TO) - Tocantínia 2.889
(PR) - Curitiba 2.693
(AC) - Feijó 2.615
(SE) - Aracaju 2.175
(GO) - Goiânia 2.135
(PI) - Teresina 1.333
(RN) - Natal 866

 Fonte: Estado de Minas
Fernanda Nazaré





Boletim eletrônico da Revista de História da Biblioteca Nacional


BFH é nesta terça

Biblioteca Fazendo História discute doenças epidêmicas que marcam o passado e o presente das sociedades urbanas brasileiras. Evento ocorre nesta terça (17), às 16h, na Biblioteca Nacional [Leia mais]

Derrube-me se for capaz

Projeto Fortalezas Multimídia digitaliza todo o acervo documental sobre as primeiras fortificações catarinenses  [Leia mais]

O bispo vermelho?

Falecido aos 91 anos no Rio de Janeiro, D. Eugenio Sales foi uma importante figura da ala conservadora da Igreja Católica, tendo sido um dos mais ferrenhos opositores à Teologia da Libertação [Leia mais]

Cine História: Guerra sem cortes

Por meio do plano-sequência, diretores de cinema aproximam o espectador de grandes dramas históricos [Leia mais]

Arte em família

Exposição que resgata 90 obras dos artistas baianos João Francisco e Manoel Lopes Rodrigues marca os 94 anos da fundação do Museu de Arte da Bahia [Leia mais]

Loja virtual

Na Loja virtual da Revista de História, você pode assinar a revista por um ou dois anos, além de comprar exemplares da revista História da Ciência, assim como a coleção História no Bolso. [Confira]

Informativo do Arquivo Público do Estado de São Paulo

II Fórum Baiano de Arquivos e Bibliotecas Públicas


O II Fórum Baiano de Arquivos e Bibliotecas Públicas, a ser realizado entre os dias 25 e 26 de julho de 2012, tem por finalidade reunir profissionais e interessados na gestão de Arquivos e Bibliotecas Públicas. Ao realizar este evento a Secretaria de Cultura, através da Fundação Pedro Calmon, pretende sensibilizar a comunidade baiana para a efetividade do Sistema Estadual de Cultura por meio do fortalecimento dos Sistemas Estaduais de Arquivos e Bibliotecas.

O IV Encontro Baiano de Bibliotecários de Bibliotecas Públicas e o VI Encontro Baiano de Arquivos Municipais são destinados, especificamente, aos profissionais bibliotecários e arquivistas, e serão realizados no dia 27 de julho.

Confirmação:
A cópia de comprovante de depósito bancário devidamente identificado deverá ser enviada por fax (71) 3116-6841 ou por email (forum.baiano@fpc.ba.gov.br).
Estudantes devem enviar o comprovante de matrícula do semestre em curso.
Profissional: R$ 30,00
Estudante: R$ 15,00

OBS.: Tendo em vista a quantidade de inscrições disponíveis para profissionais, técnicos e dirigentes de arquivos e biblioteca públicas as inscrições para estudantes serão limitadas a 18 para estudantes de Arquivologia e 18 para estudantes de Biblioteconomia.

Acesse: http://www.fpc.ba.gov.br/node/1955

Carta aberta ao Conselho de Cultura sobre o Bairro 2 de Julho



Salvador, 13 de Julho de 2012
Ao Conselho Estadual de Cultura da Bahia
Nós, do Movimento DESOCUPA, viemos por meio desta carta sensibilizar o Conselho de Cultura do Estado da Bahia com relação a um tema que diz respeito a todos cidadãos soteropolitanos. A Prefeitura de Salvador, por meio do projeto intituladoHumanização do Bairro Santa Tereza, tenta defender a tese que é preciso humanizar o tradicional bairro 2 de Julho. Seguem alguns argumentos utilizados na defesa do projeto:
“redesenhar os seus cenários paisagísticos e físico-sociais [de Salvador] e oferecer à cidade um novo conceito de espaço urbano: o bairro humanizado.”
“dotar essa grande área de identidade e auto-estima, dando-lhe alma e corpo de um verdadeiro bairro, uma vez que os seus atuais moradores e usuários não possuem qualquer referência desse conceito”
“proporcionar um “upgrade” à imagem do bairro[1].”
Ora, é evidente que o projeto proposto pela Prefeitura causa espanto, pois não se preocupa em revelar suas verdadeiras intenções quando delimita uma poliginal de intervenção que é praticamente igual à do projeto Cluster Santa Tereza[2], gestado por duas empresas privadas e com objetivos unicamente imobiliários: a Eurofort Patrimonial e a RFM Participações[3] (projeto que vem sendo desenvolvido pelo menos desde 2007).
É impossível pensar que não se tenha aprendido nada com as consequências deste tipo de intervenção que se preocupa exclusivamente com a estrutura física de uma bairro, sem qualquer rebatimento para os moradores e usuários da região. Essa tipo de pensamento retrógrado que segrega o patrimônio material do imaterial foi o mesmo que balizou as políticas adotadas de “revitalização” do Centro Histórico de Salvador, causando os problemas sociais nefastos já conhecidos e o mínimo de preocupação por parte do Estado com as populações que ali residiam.
É preciso lembrar que a noção de patrimônio cultural, apresentada pela primeira vez na Constituição Federal de 1988, foi uma grande inovação em relação às Constituições anteriores, que utilizavam o termo patrimônio histórico e artístico. Para a Constituição: “constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial, tomados individualmente ou em conjunto, portadores de referência à identidade, à ação, à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira[4].”
Com a Carta Magna de 88, era de se supor que ficaria superada “a concepção puramente histórica do patrimônio cultural em favor de uma concepção abrangente de todas as expressões simbólicas da memória coletiva, constitutivas da identidade de um lugar, uma região e uma comunidade[5].”
Outros autores como FONSECA (2003) também evidenciam essa ampliação da idéia de patrimônio cultural, implicando no início de um processo de desconstrução de algumas dicotomias paradigmáticas, como a de material x imaterial, cultura erudita x cultura popular, presente x passado e processo x produto[6].
Portanto, o que se espera de qualquer iniciativa por parte do poder público no intuito de “revitalizar as áreas centrais da cidade, relevantes para a memória do município”, nas palavras do próprio texto do projeto, seria que houvesse uma preocupação com a salvaguarda das populações economicamente mais vulneráveis que habitam essas regiões, no caso em questão, o Bairro 2 de Julho. Do contrário, estaríamos insistindo nessa dessasociação elitista do patrimônio, que atropela os interesses da coletividade, fere os direitos de moradia digna em prol da valorização dos imóveis. Pois sabemos que a consequência de projetos como esse são a expulsão da população tradicional para áreas distantes e desprovidas de toda a complexa e delicada teia social que foi sendo tecida ao longo de gerações.
Quem conhece o 2 de Julho reconhece nele imediatamente uma vida pulsante, seja de dia ou de noite, atrelada diretamente às pessoas que ali residem e frequentam: são rodas de capoeira, bares, restaurantes, feiras com os mais variados produtos e uma infinita gama de de serviços que asseguram a vida de milhares de pessoas. Portanto, propostas de intervenção em um bairro tão importante para a cidade são bem-vindos, desde que desenvolvidas por um processo participativo legítimo e que sejam tomadas todas as medidas cabíveis para assegurar a permanência das pessoas que atualmente usam e habitam essa região. Do contrário, estaríamos mais uma vez concordando com o tipo de política que intervêm em um lugar para que apenas cidadãos de maior poder aquisitivo possam desfrutar dessas melhorias.
É relativamente comum cair sobre o morador de baixa renda a responsabilidade pela degradação de um imóvel, quando é preciso lembrar que o abandono do Centro é programado, isto é, é uma consequência de políticas públicas urbanas, dos processos de desvalorização planejados para garantir um reinvestimento pela iniciativa privada na área, com lucros fantásticos.
Portanto, uma política de Estado voltada para uma área tão importante da cidade – reconhecida como Área de Proteção Cultural e Paisagística – não pode visar à reestruturação física sem que haja interação com aquilo que lhe dá vida e dinamicidade, ou seja, as pessoas que moram e usam o 2 de Julho. Seria um desrespeito aos cidadãos soteropolitanos recorrer a projetos enobrecedores que desconsideram a participação popular efetiva dos moradores e parecem desejar a substituição da população atual residente por uma população mais sofisticada, mais “humana”.
É importante ainda lembrar, por ser uma parceria entre Poder Público e iniciativa privada, nos preocupam não apenas os projetos desprovidos de participação apresentados pela Prefeitura, mas também os empreendimentos que, tanto pelo seu porte – que alteram radicalmente a percepção da encosta dessa região –, como pela completa ausência de diálogo e contrapartidas oferecidas aos cidadãos do 2 de Julho, agridem este bairro. O mesmo se dá com o empreendimento hoteleiro da grife Txai, que não parece oferecer nenhuma contrapartida para os moradores da região.
Assim, considerando o inegável valor cultural da área do 2 de Julho e entorno para o Estado da Bahia, solicitamos desse Conselho uma manifestação acerca do referido Projeto Humanização do Bairro Santa Tereza e dos seus impactos sobre o patrimônio cultural da Cidade e do Estado. Da mesma forma, aguardamos por um posicionamento em relação ao projeto do hotel da grife Txai, que causará impactos sociais e paisagísticos na referida região.
Cordialmente,
Movimento DESOCUPA

[1] PREFEITURA MUNICIPAL DE SALVADOR (PMS) / SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO, HABITAÇÃO E MEIO AMBIENTE (SEDHAM). Santa Tereza: humanização do bairro. apresentação da pms no xx cideu. Barcelona: 2012
[2] EUROFORT PATRIMONIAL, RFM PARTICIPAÇÕES. Santa Tereza. Disponível emhttp://www.santatereza-ba.com.br/principal.htm. Acesso em 08/07/2012;
[3] MOURAD, Laila Nazem; FIGUEIREDO, Glória Cecília. O Bairro É 2 De Julho, ou O Que Está Em Jogo No Projeto De “Humanização” (?!!!) Do Bairro Santa Tereza?Disponível em: http://pt.scribd.com/doc/98753367/O-Bairro-e-2-de-Julho Acesso em 08.07/2012
[4] BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil: promulgada em 5 de outubro de 1988. Contém as emendas constitucionais posteriores. Brasília, DF: Senado, 1988
[5] SILVA, J. A. da. Ordenação constitucional da cultura. São Paulo: Malheiros, 2001
[6] FONSECA, M. C. L. Para além da pedra e cal: por uma concepção ampla de patrimônio cultural. In: Memória e patrimônio.Rio de Janeiro: DP&A, 2003

Abaixo-assinado Santa Tereza NÃO! Viva o Bairro de Dois de Julho!!



Para:Órgãos competentes da Prefeitura de Salvador e do Estado da Bahia:
Nós, abaixo assinados, registramos nossa oposição ao projeto de urbanização da Prefeitura que visa implementar um empreendimento turístico de grande escala e de alto padrão no Bairro de Dois de Julho, a ser conhecido como o “bairro de Santa Tereza”. Embora retratado como um projeto de “humanização”, ao invés de priorizar as necessidades da comunidade, o projeto as marginaliza, como aconteceu na reforma do Pelourinho, enxergando apenas os interesses do capital. As moradias de algumas pessoas já estão ameaçadas e as obras ainda estão invadindo uma área de proteção rigorosa paisagística estabelecida pela Lei Municipal no 3.289/83: a bela encosta que beira a Baía de Todos os Santos.

Somos inteiramente a favor de melhorias no que se refere à limpeza, à infraestrutura urbana, ao combate à violência, e à valorização do caráter histórico do bairro, mas é preciso envolver os moradores como atores. Rejeitamos, portanto, o projeto de “Santa Tereza”, criado sem sequer consultar à comunidade e inteiramente prejudicial à vitalidade social e cultural do Bairro de Dois de Julho, inclusive promovendo o apagamento do seu nome centenário que rememora as conquistas do povo baiano na independência do Brasil. 

Os signatários
Acesse:

A EXPERIÊNCIA DOS AFRICANOS E SEUS DESCENDENTES NO BRASIL


O grupo de pesquisa do CNPq foi formado em 2002. Tem como objetivo investigar a experiência dos africanos e seus descendentes no Brasil de uma forma abrangente e comparativa. Tendo esta problemática como foco e pretendendo estabelecer um maior diálogo entre as experiências no sul com as demais regiões do Brasil surgiu a iniciativa de organizarmos os Encontros de Escravidão e Liberdade no Brasil Meridional que, após ter se realizado em Castro no Paraná, em 2003, passou a ser bi-anual e rotativo, realizando-se em Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. A formação do grupo desde então mudou um pouco. José Augusto Leandro, Eduardo Spiller Pena e Sandra Molina atuaram de forma entusiasta em Castro e colaboraram para o desenvolvimento do Grupo. Após a experiência do I Encontro, outros colegas foram se unindo a nós constituindo a nossa atual formação. Além destes Encontros, buscamos integrar investigações sobre o tema, intensificando trocas de pesquisa, intercâmbios entre os discentes envolvidos, promovendo colaborações entre nossas universidades. Colaboramos, ainda, na formação de um campo de estudos sólido desenvolvendo projetos de extensão universitária, nos aproximando de bibliotecas, museus e arquivos. Buscamos, por fim, responder à demanda social inscrita na lei 10.639 de janeiro de 2003 sobre o ensino de História da África e de Cultura Afro-Brasileira.

PROJETO: "DOE PALAVRAS"


Vejam que projeto fantástico, eficaz que depende apenas de um minutinho nosso :
O Hospital Mário Penna em Belo Horizonte, que cuida de doentes de câncer, lançou um projeto que se chama "DOE PALAVRAS". Fácil, rápido e todos podem doar um pouquinho.
Você acessa o site http://www.doepalavras.com.br/,
escreve uma mensagem de otimismo, curta (como twitter) e ela aparece no telão para os pacientes que estão fazendo o tratamento - na sala de quimioterapia.
Podemos ajudar milhões de pessoas, enquanto elas passam pelo tratamento, com nossas mensagens!
Essa ajuda acontece de muitas formas: apoio, reconforto, distração (ocupam o tempo que ali passam recebendo a quimio), reprogramação mental, otimismo, e muitas outras, algumas bem subliminar, mas muito efetiva.
Dizem que é linda a reação de esperança e a fé dos pacientes.
Participem, não apenas hoje mas, todos os dias.
Deem um pouquinho das suas palavras e de seus pensamentos.
Nos custa quase nada (só um pouco de tempo) e pode realmente trazer grandes benefícios aos que sofrem dessa doença que tem tratamento de efeitos
colaterais terríveis, e podem ou não promover a cura.
Porém apoio e mensagens de otimismo são um tratamento delicioso sem efeitos colaterais negativos e ajudam muito na cura e/ou no processo de apoio - é uma carícia positiva.
Então? Não economizem palavras: use-as nesse projeto maravilhoso!

PROGRAMA ESPELHO - MAURÍCIO TIZUMBA


Onde a arte nasceu em você? “Essa arte nasceu no terrero de nego gongadeiro. Ali via Preto Velho cantando, meus avós, meus tios e ela vem, entrou pelo pé, pela cabeça, tomou conta do corpo todo.” Lázaro Ramos recebe o músico, cantor, ator e compositor, Maurício Tizumba. Em um bate-papo descontraído e permeado pelo bom humor, Tizumba dá canja para os telespectadores do Espelho e ainda fala sobre a arte do gongadeiro, como estabeleceu sua arte em Minas Gerais e muito mais!

VIII ENECULT - Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura


Maior evento internacional de estudos multidisciplinares em cultura realizado no Brasil, o Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura (Enecult) foi criado com o intuito de consolidar um espaço de discussão sobre temas relacionados à cultura numa perspectiva transversal e multidisciplinar.

Os estudos da cultura, em suas amplas e diversificadas dimensões, têm no Enecult um espaço qualificado de interlocução, que favorece o debate entre a variedade de pesquisas existentes nas mais diversas áreas do conhecimento, estimula as sínteses necessárias e proporciona um lugar para acordos e a formação de redes de cooperação acadêmica, contribuindo assim para consolidar o conhecimento. Entre suas principais atividades estão palestras e mesas-redondas com renomados pesquisadores do Brasil e do exterior, apresentação de trabalhos, plenárias, além do lançamento de livros e da publicação dos artigos em CD-Rom.

A realização deste evento pelo oitavo ano consecutivo evidencia a consolidação de um importante espaço público para a discussão.
As inscrições para participantes sem apresentação de trabalhos foram abertas em 05 de maio e podem ser feitas através do endereço eletrônico www.enecult.ufba.br.
Local do Evento: Reitoria da Ufba (Canela); Pavilhão de Aulas Glauber Rocha (PAF III, Campus de Ondina).
Período: 8, 9 e 10 de agosto de 2012
Para maiores informações:  enecult2012@gmail.com
Acesse também nosso Blog - http://enecult.wordpress.com/

Simpósio Internacional de História Pública: A história e seus públicos

IV Seminário Cenas da Enunciação – 2012


Neste ano, o evento mantém a proposta de debater conceitos relativos às novas tendências da área de Análise do Discurso, e abre espaço para a apresentação dos resultados de trabalhos recentes que avaliam a contribuição desses conceitos para o desenvolvimento da área, apontando novos rumos de pesquisa. Mais exatamente, o IV Seminário Cenas de Enunciação procurará fomentar a reflexão sobre temas que favorecem o diálogo da Análise do Discurso com a Psicologia Social, a Ciência Política, a Comunicação Social, a Sociologia da Cultura, a Ergologia, a Educação, a Literatura. Assim, serão debatidos especialmente os seguintes temas: pequenas frases, aforização, relação da Análise do Discurso com outras aéreas de conhecimento das Ciências Humanas. Com esses objetivos, o evento é aberto a todos os interessados nos estudos discursivos.
Todas as atividades acontecerão no Anfiteatro Bento Prado Júnior (n. 1 laranja no mapa) na área norte do Campus São Carlos
Inscrições: para ouvintes, gratuita

Biblioteca IFCH/UNICAMP recebe Coleção "Brazil’s Popular Groups"


O IFCH acabou de receber uma importante coleção de material de pesquisa através do Projeto Fap-Livros VI, administrado pela Biblioteca.  Trata-se da Coleção “"Brazil’'s Popular Groups"”, em 332 rolos de microfilmes, que cobrem o período 1966-2009.
São folhetos, periódicos e cartazes adquiridos e organizados anualmente no Rio de Janeiro e microfilmados pela Library of Congress, em Washington, D.C.
A coleção inicial Brazil’'s Popular Groups: 1966-1986 foi idealizada com o objetivo de documentar os movimentos populares que surgiram durante a ditadura militar e com o advento da Nova República, em 1985. O projeto foi ampliado nos anos seguintes com a inclusão de novos assuntos, oferecendo um conjunto de materiais importantes e fundamentais para pesquisa e estudo dos movimentos políticos e sociais de origem popular no Brasil.
 A coleção retrospectiva de vinte anos foi seguida pelos suplementos 1987-1989, 1990-1992 e, a partir dessa, suplementos anuais.
Conteúdo: inclui boletins, jornais, relatórios, coleções de recortes, folhetos, cartazes, resoluções de congressos, manuais educativos e catálogos de publicações. Todos os Estados brasileiros estão representados nessa coleção.
 Organização: a coleção está organizada em quatorze tópicos:
Crianças e Jovens
Direitos Humanos e Direitos Civis
Educação/Comunicação
Grupos Étnicos: Negros
Grupos Étnicos: Índios
Grupos Étnicos: Outros
Homossexuais e Bissexuais
Meio Ambiente e Ecologia
Mulheres
Organizações Religiosas, Grupos e Movimentos Ecumênicos
Política/Partidos Políticos
Questões Urbanas
Reforma Agrária e Questões Rurais
Trabalho e Questões Sindicais

Há um índice on-line, www.loc.gov/acq/ovop/rio/bpg/, clicando “"Search”". Ao localizar um item, anote o “"Collection Year”" e o "BPG Code"”.  Clicando “"Reel Guide"” e procurando o ano indicado, é possível identificar o rolo específico do material. 
A coleção está disponível no Arquivo Edgar Leuenroth.
Regiane Alcântara Eliel
Diretora de Serviço
Biblioteca IFCH
UNICAMP

Concurso público para Professor Adjunto em História - UESB


A Universidade Estadual do Sudoeste - UESB abriu concurso público onde consta uma vaga para a Área de Introdução aos Estudos Históricos (Edital nº 086/2012) do Departamento de História, Campus de Vitória da Conquista-BA. Trata-se de uma vaga para Professor Adjunto Nível A, com Regime de Trabalho de 40 H. O concurso é para Cadastro de Reserva, com perspectiva de convocação dos aprovados em setembro de 2012. O perfil de formação exigido para a vaga é Graduação em História e Doutorado em História. Embora o Regime de Trabalho seja 40 H, após ingressar na Instituição o docente poderá pedir mudança para o Regime de Trabalho de 4O H com Dedicação Exclusiva. A remuneração inicial para a Classe de Professor Adjunto Nível A, 40 H, é de R$ 5.254,68. Ao realizar a mudança de Regime de Trabalho para 40 H com Dedicação Exclusiva o salário do Professor Adjunto Nível A passa a ser de R$ 7.882,02. Ao iniciar a carreira na condição de Professor Adjunto Nível A, restaria ao docente mais duas Classes (Classe de Professor Titular e Classe de Professor Pleno) para se chegar ao topo da carreira, sendo que cada Classe possui dois steps, Nível A e Nível B, com mudança de nível a cada 2 anos. Cada mudança de nível representa um acréscimo de 9% ao salário. A carreira dá direito ainda ao qüinqüênio, que o docente passa a receber após cinco anos de serviço. A partir do quinto ano de serviço é adicionado automaticamente mais 1% ao salário, anualmente. Além da remuneração correspondente a cada Classe, o docente poderá ter ainda mais 10% de Adicional por Produção Científica.
Para maiores informações sobre a carreira nas Universidades Estaduais Baianas, ver o Estatuto do Magistério Superior do Estado da Bahia, em anexo. Para informações sobre o Concurso Público (Edital nº 086/2012), consultar os seguintes links:


15a Conferência da International Planning History Society (IPHS)


A Sociedade Internacional de História do Planejamento (IPHS em inglês) foi fundada em janeiro de 1993, sucessora do Grupo de História do Planejamento, fundado na Inglaterra em 1974. A sociedade se empenha em promover estudos sobre história do planejamento em todo o mundo, estimula e apoia redes e trabalhos de interesse, publica um periódico e organiza conferências sobre o tema.
O tema proposto para a 15º Conferência é Cidades, nações e regiões na história do planejamento. Ela se dirige à questão persistente de como superar divergências e diferenças territoriais na esfera da história do planejamento. Faz parte de um esforço de detectar conexões e descontinuidades, tensões e sobreposições, ambas nos processos de urbanização e no campo do planejamento. Pretende trazer para as práticas, conceitos e significados relacionados às ligações entre cidades, nação e diferentes escalas regionais

III Congresso Internacional de História e Patrimônio Cultural


Grupo de Pesquisa "Memória, Ensino e Patrimônio Cultural", devidamente cadastrado na Plataforma de Diretórios de Pesquisa do Conselho Nacional de Pesquisa - CNPq, certificado pela Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Piauí, promove a 3ª Edição do Congresso Internacional de História e Patrimônio Cultural, na cidade de Parnaíba, Piauí, Brasil, entre os dias 20 a 22 de Agosto de 2012.O objetivo geral do Congresso é ampliar as discussões iniciadas em 2008 no campo do Patrimônio Cultural; estabelecer diálogos com pesquisadores das ciências históricas e sociais que trabalham com a produção dos lugares, saberes, fazeres, com as categorias história, memória, sociedade, identidade, cultura, patrimônio, museus, sustentabilidade, áreas do conhecimento que nos permitem pensar e elaborar investigações, materiais, conceitos e metodologias para a pesquisa no campo da cultura material e imaterial com o intuito de sensibilização comunitária.  

VII Simpósio Nacional Estado e Poder: Sociedade Civil


No período de 20 a 22 de agosto de 2012 acontecerá na Universidade Federal de Uberlândia-MG, Campus Santa Mônica, o VII Simpósio Nacional Estado e Poder: Sociedade Civil. O evento na UFU é resultado de uma jornada iniciada pelo Núcleo de Pesquisa sobre Estado e Poder no Brasil, na Universidade Federal Fluminense – UFF, no ano de 2004, e que hoje reúne estudantes de pós-graduação, professores e pesquisadores de várias Universidades e instituições de pesquisas do país.
Assim o Núcleo de pesquisa tem procurado realizar seus encontros nacionais em outras unidades da federação, como aconteceu nos casos do VI Simpósio na Universidade Federal do Sergipe, o III Simpósio na Universidade Federal de Goiás e do IV na Universidade Estadual do Maranhão. Todos os Simpósios realizados até aqui tiveram como objetivo comum o fato de promover discussões temáticas específicas da questão conceitual sobre o Estado no Brasil.
O VII Simpósio é fruto da iniciativa do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Estado e Poder e do Núcleo de Pesquisa e Estudos História, Cidades e Trabalho, vinculado ao Programa de Pós-Graduação em História/Instituto de História da Universidade Federal de Uberlândia. Objetiva promover uma avaliação do estado atual de estudos sobre a problemática da sociedade civil na sua relação com o Estado, em distintos espaços e temporalidades, aprofundando o intercâmbio de pesquisas e reflexões sobre a temática.
Isto também significa abrir o necessário espaço para a compreensão sobre os significados dos embates atuais em torno de práticas intra e inter Estados no movimento mais amplo de mundialização do capital. Organizadas em uma conferência inaugural, mesas redondas, e Grupos de Trabalho, as pesquisas que serão apresentadas neste Simpósio deverão focalizar, portanto, aspectos relacionados à sociedade, à política, à economia e à cultura relacionadas à disputas junto à sociedade civil (em seus diversos aparelhos privados de hegemonia), dentro do próprio aparelho de Estado, nas práticas inter-estatais e nos chamados “mercados mundiais”. Portanto, é com satisfação que os organizadores do VII Simpósio Nacional Estado e Poder: Sociedade Civil convidam todos a participarem dos debates nas dependências da Universidade Federal de Uberlândia.
Inscrições até 31/07/2012
Contatos e informações:
Mais informações em http://www.7snep.blogspot.com.br/

II Colóquio Regional de História Colonial


Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Universidade Federal do Recôncavo da Bahia
Departamento de História
II Colóquio Regional de História Colonial
Data: 31 de julho, 01 e 02 de agosto de 2012
Local: Teatro Glauber Rocha e Auditória 01 do Luizão (UESB)
Realização: Projetos de Extensão Antigo Regime em debate e Leituras da História do Brasil Colônia. 
Acesse: 

XX Simpósio de História da Imigração e Colonização




Apresentação
O XX Simpósio de História da Imigração e Colonização e Seminário Internacional "A história da imigração e sua(s) escrita(s)" tem como foco principal propor a discussão dos conceitos de imigração e colonização em âmbito internacional. Para os participantes, em especial os alunos, o evento permite a interação entre historiadores de diversos níveis - internacional e nacional - e os graduandos, mestrandos e doutorandos que apresentam suas pesquisas em andamento. A temática dessa edição levou em consideração as múltiplas escritas da história da imigração em tempos e espaços diversos, o que permitirá inúmeras abordagens no que tange à pesquisa, escrita e análise da história da imigração e colonização.
Submissão de Trabalhos
De 01/04/2012 a 15/07/2012 - Envio do resumo do trabalho para avaliação.
Para submeter seu trabalho, copie o link abaixo, cole em seu navegador e siga as orientações:
Objetivos
- Proporcionar ambiente de debate em torno do tema proposto para o evento, permitindo a interação ente historiadores de alcance internacional e nacional com jovens pesquisadores, bem como, com a comunidade em geral que se interessa pelos estudos imigratórios;
- Analisar o tema proposto sob a luz de diversas abordagens, mapeando as mais recentes produções sobre a escrita da história da imigração;
- Possibilitar a interação através da apresentação de trabalhos na forma de comunicações, proporcionando a discussão e troca de idéias entre os participantes.