RENASCENÇA BAIANA - EDUARDO BORGES



RESUMO

Este livro busca analisar o contexto histórico da Bahia entre os anos 50 e 60 do século XX período em que em termos de política nacional estava sendo colocado em curso um projeto econômico desenvolvimentista. Na Bahia, este projeto refletiu em diversos setores da sociedade, favorecendo a construção de um debate em torno de uma modernização baiana. Marcada por forte presença colonial, buscava a Bahia, colocar-se também, como exemplo de modernização e desenvolvimento. A relação no mesmo espaço geográfico e social, entre a herança histórica do passado e a realidade modernizadora do presente, motivou aos setores político, econômico e cultural do Estado, empreenderem, dentro de seus segmentos, uma discussão teórica e pratica visando entender o estágio baiano a fim de caracterizar um possível conceito moderno de Bahia. O destaque para o cinema, como um dos membros do segmento cultural, dar-se pelo fato deste vincular-se com a máquina, símbolo da industrialização e referência de desenvolvimento. Da reconstituição do ambiente histórico da época, e da leitura dos diversos discursos presentes nos três segmentos citados, emergem ao mesmo tempo, a tentativa de se estabelecer uma relação negociada entre passado e presente, e a necessidade de se definir um “ real” conceito de Bahia para a época. 

COTAS, MÉRITO E DEMOCRACIA



Desde a transição democrática, em 1985, a sociedade brasileira tornou-se melhor. Não tanto no plano econômico, onde o progresso foi modesto, mas nos planos social e político, onde os avanços foram grandes.
Somos ainda uma sociedade injusta, mas a desigualdade diminuiu; somos ainda uma sociedade autoritária, mas agora os eleitores pobres têm voz e são respeitados; somos ainda uma sociedade elitista, mas nos demos conta desse fato, e estamos tentando construir, mais do que um Estado democrático, também uma sociedade democrática.
Talvez a demonstração mais extraordinária dessa mudança de atitude foi a aprovação no Congresso Nacional e a sanção pela presidente Dilma da lei que estabeleceu uma cota geral de 50% das vagas nas universidades públicas e escolas técnicas federais para os estudantes das escolas públicas oriundos de famílias com até um salário mínimo e meio per capita.
O que imediatamente me ocorreu, ao ver os deputados e senadores aprovarem uma lei com alto conteúdo democrático e humano como é esta, foi que os brasileiros não se deixaram perverter pelo individualismo feroz dos 30 Anos Neoliberais do Capitalismo (1979-2008).
Que, não obstante as críticas insistentes que os ricos e a classe média tradicional vêm fazendo à política de cotas, as ideias de solidariedade e de coesão social falaram mais alto no Brasil.
E que seus representantes no Parlamento, hoje tão prejudicados em sua imagem, souberam compreender esse fato.
Mas "essa política não considera o mérito", dizem os críticos conservadores. Mérito medido de que maneira? Mérito medido em exames vestibulares, quando o último Ideb para o ensino médio foi de 3,5 para os alunos das escolas públicas contra 5,7 para as escolas privadas?
Essa diferença brutal deixa muito clara a imensa desvantagem dos pobres na competição para chegar ao ensino superior no Brasil. Portanto, em termos de justiça, a política de cotas está corretíssima.
Mas estará essa política correta em termos de eficiência, entendida esta como o melhor uso dos recursos humanos do país? Não estaríamos com ela dificultando que os jovens com maior potencial cheguem à universidade? Pelo contrário, argumento que a política de cotas dá oportunidade aos melhores.
O raciocínio é simples, e não está baseado no fato bem conhecido de que os jovens pobres são mais motivados pelo estudo. Os estudantes das escolas públicas representam cerca de 80% do total dos alunos do ensino médio.
Se supusermos que, em termos de potencial inato, os estudantes das escolas públicas e particulares são em média igualmente inteligentes e criativos, é necessário concluir que os 2% de alunos mais brilhantes dos 80% por cento das escolas públicas são, em média, mais capazes que os mesmos 2% dos 20% das escolas particulares.
Creio que este raciocínio explica a experiência das universidades que introduziram cotas. Os alunos por elas beneficiados têm desempenho geralmente muito bom, não obstante terem aprendido muito menos nas suas escolas do que os alunos das escolas privadas.
Com a política de cotas as universidades que tomaram a iniciativa de adotá-las, os brasileiros e agora o Parlamento brasileiro que as torna obrigatórias não estão sendo apenas democráticos e solidários; não estão apenas pensando em justiça.
O argumento da justiça já seria suficiente para justificá-la, mas quando a ele se soma o do mérito associado ao do potencial, a política de cotas ganha plena inteligibilidade e legitimidade.

Luiz Carlos Bresser-Pereira é professor emérito da Fundação Getúlio Vargas, onde ensina economia, teoria política e teoria social. É presidente do Centro de Economia Política e editor da "Revista de Economia Política" desde 2001. Foi ministro da Fazenda, da Administração e Reforma do Estado, e da Ciência e Tecnologia. Escreve a cada duas semanas, aos domingos, na versão impressa de "Mundo".

FONTE:



SALVADOR - CIDADE BAIXA - SÉCULO XIX

PLANTA DA PRAÇA DO COMÉRCIO - SALVADOR - 1870 
PLANTA DA PRAÇA DO COMÉRCIO - SALVADOR - 1871
PLANTA DA ALFÂNDEGA DA BAHIA - 1851 
Fonte: 
Arquivo Público da Bahia 
Seção Colonial 
Série: Viação/Obras Públicas 
Maço: 4894 

REVISTA 7 MARES


A revista 7 Mares é uma publicação eletrônica semestral organizada e dirigida por pós-graduandos de História ligados ao núcleo Companhia das Índias, com a finalidade de publicar artigos originais e outros trabalhos especificamente relacionados à Época Moderna.

Bolsa de estudos aumenta possibilidades para negros na carreira diplomática


Na foto, Amintas da Silva, diplomata.
As Inscrições estão disponíveis no site do Cespe/UNB, entre 8 e 29/10, com taxa de R$ 86. SEPPIR, SDH e FCP participam da seleção feita pelo Instituto Rio Branco do MRE para subsidiar estudantes negros(as) com bolsas no valor de R$ 25 mil.

O Instituto Rio Branco, do Ministério das Relações Exteriores (MRE), e o Conselho Nacional do Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ), abriram as inscrições de 2012 para bolsas de estudos direcionadas a pessoas negras. O programa é voltado para a carreira diplomática do Itamaraty e visa aumentar a possibilidade da diversidade étnica na ocupação desses cargos.
As inscrições podem ser feitas no site do Cespe/UNB, entre os dias 8 e 29/10, mediante o pagamento da taxa de R$ 86 reais, por candidatos que tenham concluído ou irão concluir o curso superior até o final de 2013.

A iniciativa faz parte do Programa de Ações Afirmativas do Instituto Rio Branco – Bolsa Prêmio de Vocação para a Diplomacia que, desde 2002 investe na capacitação de candidatos negros à carreira de diplomata, através de bolsas de estudos no valor de R$ 25 mil, com duração de dez meses. O investimento deve ser usado para custear cursos preparatórios e aquisição de material didático que os auxiliem no Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata.

Na primeira etapa os candidatos participarão de prova sobre os conteúdos de língua inglesa, portuguesa, história do Brasil e noções de política internacional, que serão aplicadas pelo Cespe/UNB em Brasília e em outras nove cidades do país.

A segunda etapa da seleção conta com a participação das secretarias de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e dos Direitos Humanos (SDH), e da Fundação Cultural Palmares (FCP). Nessa fase, realizada exclusivamente em Brasília, os selecionados que necessitarem receberão passagens aéreas de ida e volta e ajuda de custo para deslocamento.

CONVERSANDO COM SUA HISTÓRIA


A Fundação Pedro Calmon, por meio do Centro de Memória da Bahia, convida a todo(a)s para o Conversando com sua História. No módulo sobre micro-histórias e biografias, que será discutido durante todo o mês de outubro, teremos a palestra intitulada D. Romualdo Antônio de Seixas e a reforma da Igreja Católica na Bahia, que será ministrada pelo prof. Ms. Israel Silva dos Santos (UFBa).
Contamos com sua participação!
Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 08 de outubro de 2012
Horário: 17h

Resumo:
A comunicação que ora se apresenta, focaliza a figura de D. Romualdo Antônio de Seixas (1787-1860), paraense, que foi arcebispo da Bahia entre os anos de 1828 e 1860. Sua importância histórica reside no fato de ser um dos pioneiros no projeto de reforma que se empreendeu na Igreja Católica brasileira a que muitos denominam de romanização. Foi também defensor da mesma no parlamento e grande literato, o que lhe rendeu um lugar na Galeria dos Brasileiros Ilustres, de Sisson.

FESTA LITERÁRIA INTERNACIONAL DE CACHOEIRA 2012

Eric Hobsbawm dies, aged 95


Eric Hobsbawm, one of the leading historians of the 20th century, has died, his family said on Monday.
Hobsbawm, a lifelong Marxist whose work influenced generations of historians and politicians, died in the early hours of Monday morning at the Royal Free Hospital in London after a long illness, his daughter Julia said. He was 95.
Hobsbawm's four-volume history of the 19th and 20th centuries, spanning European history from the French revolution to the fall of the USSR, is acknowledged as among the defining works on the period.
Fellow historian Niall Ferguson called the quartet, from The Age of Revolution to 1994's The Age of Extremes, "the best starting point I know for anyone who wishes to begin studying modern history".
Hobsbawm was dubbed "Neil Kinnock's guru" in the early 1990s, after criticising the Labour party for failing to keep step with social changes, and was regarded as influential in the birth of New Labour, though he later expressed disappointment with the government of Tony Blair.
Ed Miliband, the Labour leader, described Hobsbawm as "an extraordinary historian, a man passionate about his politics and a great friend of my family".
He said: "His historical works brought hundreds of years of British history to hundreds of thousands of people. He brought history out of the ivory tower and into people's lives.
"But he was not simply an academic, he cared deeply about the political direction of the country.
"Indeed he was one of the first people to recognise the challenges to Labour in the late 1970s and 1980s from the changing nature of our society
"He was also a lovely man, with whom I had some of the most stimulating and challenging conversations about politics and the world. My thoughts are with his wife, Marlene, his children and all his family."
Hobsbawm's lifelong commitment to Marxist principles made him a controversial figure, however, in particular his membership of the British Communist party that continued even after the Soviet invasion of Hungary in 1956.
He said many years later he had "never tried to diminish the appalling things that happened in Russia", but had believed in the early days of the communist project that "a new world was being born amid blood and tears and horror: revolution, civil war, famine. Thanks to the breakdown of the west, we had the illusion that even this brutal, experimental, system was going to work better than the west. It was that or nothing."
Hobsbawm was born into a Jewish family in Alexandria, Egypt, in 1917, and grew up in Vienna and Berlin, moving to London with his family in 1933, the year that Hitler came to power in Germany. He studied at Marylebone grammar school and King's College, Cambridge, and became a lecturer at Birkbeck University in 1947, the beginning of a lifelong association that culminated in his becoming the university's president.
He became a fellow of the British Academy in 1978 and was awarded the companion of honour in 1998.
He is survived by his wife, Marlene, his daughter, Julia, and sons Andy and Joss, and by seven grandchildren and one great-grandchild.


Morre aos 95 anos em Londres o historiador Eric Hobsbawm



Do G1, com agências internacionais

O historiador britânico Eric Hobsbawm morreu de pneumonia nesta segunda-feira (1º) aos 95 anos no hospital Royal Free deLondres, informou sua família.
O intelectual marxista é considerado um dos maiores historiadores do século XX e escreveu "A era das revoluções", "A era do capital", "A era dos impérios", "Era dos extremos", entre outras obras.
Ele também era um entusiasta e crítico do jazz, escrevendo resenhas para jornais sobre o gênero musical e publicando o livro "História social do jazz".
Sua filha, Julia Hobsbawm, disse: "Ele morreu de pneumonia nas primeiras horas da manhã em Londres. Ele fará falta não apenas para sua esposa há 50 anos, Marlene, e seus três filhos, sete netos e um bisneto, mas também por seus milhares de leitores e estudantes ao redor do mundo".
"Até o fim, ele estava se esforçando ao máximo, ele estava se atualizando, havia uma pilha de jornais em sua cama", completou a filha.
Na manhã desta segunda-feira, Julia escreveu em seu perfil no Twitter que se sentia "comovida" pela "gentileza e pelas condolências de amigos e desconhecidos hoje pelo meu amável e incomparável pai" (leia o tuíte, em inglês).
Trajetória
Eric John Ernest Hobsbawm nasceu de uma família judia em Alexandria, no Egito, em 9 de junho de 1917.
Seu pai era britânico, descendente de artesãos da Polônia e Rússia, e a família de sua mãe era da classe média austríaca.
Hobsbawn cresceu em Viena, capital da Áustria, e em Berlim, capital da Alemanha.
Ele aderiu ao Partido Comunista aos 14 anos, após a morte precoce de seus pais. Na ocasião, ele foi morar com seu tio.
Na escola, ele informou o diretor que ele era comunista e argumentou que o país precisava de uma revolução.
"Ele me fez umas perguntas e disse: 'Você claramente não faz ideia do que está falando. Faça o favor de ir à biblioteca e veja o que consegue descobrir'", disse em uma entrevista à BBC em 2012. "E então eu descobri o Manifesto Comunista [de Karl Marx] e foi isso", relatou, indicando o começo de sua formação marxista.
Em 1933, quando Hitler começava a subir no poder na Alemanha, Hobsbawm foi para Londres, na Inglaterra, onde obteve cidadania britânica.
O historiador se filiou ao Partido Comunista da Inglaterra em 1936 e continuou membro da legenda mesmo após o ataque das forças soviéticas à Hungria em 1956 e as reformas liberais de Praga em 1968, embora tenha criticado os dois eventos. O ex-líder do partido Neil Kinnock chegou a chamar Hobsbawm de "meu marxista predileto".
Anos depois, ele disse que "nunca havia tentado diminuir as coisas terríveis que haviam acontecido na Rússia", mas que acreditava que, no início do projeto comunista, um novo mundo estava nascendo.
Durante a Segunda Guerra Mundial, Hobsbawm foi alocado a uma unidade de engenharia em que foi apresentada a ele, pela primeira vez, a classe proletária.
"Eu não sabia muito sobre a classe proletária britânica, apesar de ser comunista. Mas, vivendo e trabalhando com eles, pensei que eram boas pessoas", disse à BBC em 1995.
O historiador aprovou neles a "solidariedade, e um sentimento muito forte de classe, um sentimento de pertencer junto, de não querer que ninguém os derrubasse".
Hobsbawm afirmou que ele tinha vivido "no século mais extraordinário e terrível da história humana".
Ele veio ao Brasil em 2003 participar da primeira edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), evento do qual foi estrela.
ACESSE A FONTE:

Curso de Extensão em Arquivologia na Uesb


O Departamento de História da Uesb promove curso de extensão em Fundamentos de Arquivologia. O curso será ministrado pela Profa. Dra. Venétia Durando Braga Rios (Uneb), no período de 01 a 03 de outubro de 2012, no salão do júri, no campus da Uesb de Vitória da Conquista. Tendo como público alvo estudantes de história, gestores e funcionários de instituições-memória, o curso, com carga horária de 20h, visa fornecer aos participantes noções básicas de organização e conservação de acervos históricos. Uma realização do Laboratório de História Social do Trabalho da Uesb (LHIST/Uesb), do Laboratório de Estudos e Documentação Inquisitorial (LEDI) e dos projetos de extensão Antigo Regime em Debate e Leituras da História do Brasil Colônia, a atividade conta com o apoio da Pró-reitoria de Extensão da Uesb e do PROEXT-MEC. As vagas são limitadas e as inscrições, gratuitas, podem ser feitas na secretaria do LHIST, de segunda a sexta-feira, das 14 às 18h. Maiores informações pelo telefone (77) 3424-8697 ou pelo e-mail lhist.uesb@gmail.com.

Colóquio Internacional: Cores da Escravidão & Cores da Liberdade


A Companhia das Índias (UFF), o Antigo Regime nos Trópicos (UFRJ) e o grupo Identidades, Hierarquias e Mobilidade na América Ibérica (UFRRJ) convidam os alunos a assistirem o Colóquio Internacional Cores da Escravidão & Cores da Liberdade, a se realizar no Departamento de História (5o andar – sala 501) da Universidade Federal Fluminense, Niterói, entre os dias 29 e 31 de Outubro de 2012.
O Colóquio promoverá discussões em torno dos conceitos ou noções de cor, raça, mestiçagem, condição e qualidade empregados em análises historiográficas sobre cativos, libertos e livres no mundo ibero-americano. A proposta pretende considerar principalmente a relação entre tais conceitos e noções e as fontes utilizadas na construção de modelos interpretativos.
As inscrições são gratuitas – contudo limitadas – e serão emitidos certificados de participação para todos aqueles ouvintes que estiverem presentes aos 3 dias do evento.
Cordialmente
A Comissão Organizadora
Marcelo Rocha, Roberto Guedes, Márcio Soares

Oficinas de História – Ponto de Cultura Memorial dos Pretos Novos


Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos
Rua Pedro Ernesto, 34 e 32
Gamboa- Rio de Janeiro - RJ
Cep: 20220-350
Tel.: (21) 2516-7089

IV SEMINÁRIO DE PÓS-GRADUANDOS EM HISTÓRIA MODERNA - PPGH - UFF



A Companhia das Índias convida os alunos com trabalhos no período de História Moderna (c.1492 - c.1822) dos programas de pós-graduação em História para a participação no IV Seminário de Pós-Graduandos em História Moderna, a se realizar nos dias 04 e 05 de outubro de 2012, no Departamento de História da UFF.
O tema do seminário vincula-se necessariamente ao estudo de casos comparados (duas ou mais regiões "coloniais" ou impérios postos em comparação) ou a abordagens abrangentes das dinâmicas imperiais (visões "macro" de um império colonial sob determinado aspecto), sobreos impérios da época moderna em suas dimensões culturais, religiosas, econômicas e de poder.
A Companhia das Índias emitirá certificados de participações com a apresentação de trabalhos, e se empenhará na promoção do evento, aberto a todo público interessado mediante pagamento de taxa de inscrição (R$10,00), para a emissão de certificados sem apresentação de trabalhos. As inscrições para ouvinte estarão abertas a partir do dia 05 de setembro no site da Companhia das Índias (http://www.historia.uff.br/ciadasindias). O pagamento da inscrição dos ouvintes deverá ser realizado, preferencialmente, através de depósito na conta em nome de Rodrigo Nunes Bentes Monteiro no Banco do Brasil, agência 4240-4, conta corrente 5658-8, ou na abertura do evento.
Após a realização do seminário, espera-se que, com a qualidade dos trabalhos apresentados e o sucesso do evento, seja possível a sua divulgação digital na Revista Sete Mares, com avaliação da comissão organizadora do evento e editorial.
Cordialmente,
A Comissão Organizadora
Mario Branco, Letícia Ferreira & Yllan de Mattos

Lista de Entrevistas do Café História (2009-2012)



O Café História preparou uma lista com todas as entrevistas realizadas pelo Café História desde 2009. Confira os convidados e os temas. Para acessar, clique no nome do entrevistado.


2012


2011


2010


2009

Interpreting Sources of the African Past: Interview with Paulo Fernando de Moraes Farias


In a long and detailed interview, Historian Paulo Fernando de Moraes Farias discusses major themes in African historiography, including: the development of African Studies in Brazil in the 1960s, the research process leading to his multi-award-winning book 'Arabic Medieval Inscriptions From the Republic of Mali', the relation between the Chronicles of Timbuktu and tombstones' inscriptions from today's Republic of Mali, the spread and roles of Islam in the Sahel, and methodological and theoretical considerations on the interpretation of African sources.

Paulo Fernando de Moraes Farias was interviewed by Benedetta Rossi on 13 July 2012 in the Danford Room of the Centre of West African Studies (CWAS) of the University of Birmingham, where Paulo taught until his retirement in 2003 and where he is currently Honorary Senior Research Fellow.
Before joining CWAS, Paulo worked in the CEAO (Federal University of Bahia), IFAN (University of Dakar) and Ahmadu Bello University (Zaria, Nigeria).

REVISTA AFRO-ÁSIA Nº 46 - ONLINE

nº 46 (2012)
Editores: Florentina da Silva Souza e Jocélio Teles dos Santos

ARTIGOS

Jonis Freire
PDF 671 kb
Rebecca J. Scott e Jean M. Hébrard
PDF 169 kb
Ygor Olinto Rocha Cavalcante e Patrícia Melo Sampaio
PDF 118 kb
Hendrik Kraay
PDF 3019 kb
Giovana Xavier da Conceição Côrtes
PDF 143 kb
Fabiane Popinigis
PDF 161 kb
DOCUMENTOS

Félix Ayoh’Omidire e Alcione A. Amos
PDF 6943 kb
RESENHAS

Tiffany Florvil
PDF 71 kb
Mônica Lima
PDF 55 kb
Georgina Silva dos Santos
PDF 46 kb
Roberto Guedes
PDF 70 kb
Antonio Sérgio Alfredo Guimarães
PDF 42 kb
Erisvaldo Pereira dos Santos
PDF 43 kb

Palestra e lançamento de livro Alforrias em Rio de Contas - Bahia século XIX


CONVERSANDO COM SUA HISTÓRIA


A Fundação Pedro Calmon, por meio do Centro de Memória da Bahia, convida a todo(a)s para o segundo semestre do Conversando com sua História. No módulo Biografia e micro-histórias, que será discutido durante todo o mês de outubro, teremos a palestra intitulada Sobre micro-histórias e biografias, que será ministrada pelo Prof. Dr. João JoséReis  (UFBa).
Contamos com sua participação!
Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia Data: 01 de outubro de 2012. Horário: 17h


LANÇAMENTO - CECULT - IFCH - UNICAMP


LANÇAMENTO: A ÚLTIMA INQUISIÇÃO

ASSINE A PETIÇÃO E SALVE VIDAS!






Os Pacientes com Mieloma Múltiplo", CÂNCER perverso e sem cura, e milhares de brasileiros suplicam junto a ANVISA e a Presidência da República pela liberação do único medicamento [REVLIMID] que pode lhes oferecer ganho de tempo-vida e melhores condições para sobreviver com esta doença.
O medicamento citado aprovado e em uso – com as devidas prescrições médicas - em mais de 80 países recebe resistência para sua aprovação no Brasil.
O que nos deixa estupefatos quanto ao veto do [REVLIMID] é o fato de o motivo ser tão somente financeiro.
Nada mais urgente do que a saúde, nada mais importante do que ela. O atendimento, a profilaxia, a pesquisa e o apoio dos órgãos públicos na área da saúde aos pacientes de doenças crônicas são condições mínimas de humanismo e, mais que isso, uma obrigação. Por isso lançamos essa petição que reivindica junto ao Movimento Saga dos Pacientes com Mieloma Múltiplo a aprovação e liberação do remédio o quanto antes pela ANVISA por quem tem a competência de decidir sobre o destino da nação. Decidir sobre a aprovação do REVLIMID é atenuar o sofrimento dos pacientes e garantir-lhes qualidade de vida. Só é exigido de cada um um mínimo de humanismo em votar nessa questão - que sabemos urgente - e fazer chegar esse clamor a nossa presidenta. Chego,assim, a essas páginas depois de convite da escritora Maria Abrão e a amiga Ana Merij, maiores ativistas em favor da causa. Contamos com o voto de vocês.

Acompanhe a Saga desses grandes amigos neste link:

II Concurso Nacional de Pesquisa sobre Cultura Afro-Brasileira – Prêmio Palmares 2012




Estão abertas até 1º de novembro as inscrições para o II Concurso Nacional de Pesquisa sobre Cultura Afro-Brasileira – Prêmio Palmares 2012. O concurso é de competência do Centro Nacional de Informação e Referência da Cultura Negra e tem o objetivo de estimular a produção científica e dar visibilidade aos trabalhos acadêmicos que versem sobre a Cultura Afro-Brasileira.
Serão considerados como Pesquisa sobre Cultura Afro-Brasileira os trabalhos que apresentem aspectos da tradição histórica, social, cultural, geográfica ou jurídica da população afrodescendente no Brasil (incluindo comunidades remanescentes de quilombos e comunidades religiosas de matriz africana), bem como sobre patrimônio material (bens imóveis, coleções, acervos) e imaterial afro-brasileiro, compreendendo: saberes (conhecimentos e modos de fazer); celebrações (rituais e festas tradicionais); formas de expressão (manifestações literárias, musicais, plásticas, cênicas e lúdicas); lugares (espaços onde se concentram e se reproduzem práticas culturais coletivas).
Ao todo, serão premiadas 13 pesquisas, sendo que nas categorias Monografia e Dissertação, a concorrência será regionalizada, ou seja: serão premiados os melhores trabalhos em cada região (Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Norte e Nordeste). Na categoria Tese, serão premiados os 3 melhores trabalhos (1º, 2º e 3º lugar geral).
Os vencedores das categorias Monografia e Dissertação receberão também uma premiação em dinheiro: R$ 4 mil para cada monografia e R$ 8 mil para cada Dissertação. Para os primeiros colocados na categoria Tese, a premiação se dará na forma da publicação de um livro, com tiragem mínima de 1.000 (mil) exemplares contendo na íntegra o conteúdo da pesquisa premiada.
A participação no concurso é gratuita e aberta a qualquer pessoa com defesa comprovada de monografia, dissertação ou tese em universidade pública ou privada cadastrada no Ministério da Educação, em qualquer área de conhecimento,  especialmente das Ciências Sociais e Humanas, e que atendam aos critérios do Edital.
Os candidatos que desejarem se inscrever no concurso deverão realizar sua inscrição prévia encaminhando a Ficha de Inscrição para o e-mail premiopalmares2012@palmares.gov.br. A inscrição definitiva só será efetivada após o recebimento, via postal, dos trabalhos e documentos solicitados no Edital. Para visualizar ou imprimir a Ficha de Inscrição, clique aqui.
As dúvidas serão respondidas somente por meio do e-mail  premiopalmares2012@palmares.gov.br.
Para visualizar ou imprimir a versão em PDF do Edital, clique aqui.

LANÇAMENTO: Carybé, Verger & Jorge - Obás da Bahia




Será num ambiente totalmente recriado com aspectos de festa de largo, com suas barraquinhas de comidas típicas, muito samba de roda e capoeira, que a Fundação Pierre Verger fará o coquetel de lançamento do livro Carybé, Verger & Jorge – Obás da Bahia, último da trilogia Entre Amigos, selo criado e editado pela Fundação e pela Solisluna Editora e que conta com o patrocínio da Odebrecht, através da Lei Rouanet de Incentivo à Cultura. O evento, intitulado Os amigos visitam Jorge, ocorrerá no dia 26/09/12 às 19h, no Museu de Arte Moderna da Bahia – MAM/Ba, onde está sendo realizada a exposição Jorge, Amado e Universal.
O livro Carybé, Verger & Jorge – Obás da Bahia, além de celebrar a arte e a amizade existentes entre esses personagens e comemorar o centenário de Jorge Amado, escritor que tão bem soube descrever a Bahia, seus costumes e encantos, tem como foco o candomblé, religião dos antepassados e onde os três foram agraciados com um dos títulos mais respeitáveis da crença africana: Obás, ministros de Xangô, amigos e protetores dos terreiros. O cargo foi dado pela iyalorixá Mãe Senhora, no Ilê Axé Opô Afonjá, um dos terreiros mais reverenciados da Bahia. 
ACESSE A FONTE: 

DEVOTOS DA COR



Descrição : O vídeo foi elaborado ao longo de dois anos [1997-1999] a partir de pesquisa acadêmica sobre a história da Igreja de Santa Efigênia, situada no Rio de Janeiro e construída por um grupo de escravos e libertos africanos em meados do século XVIII. A igreja cuja arquitetura e uso está bem preservada ainda hoje permanece como uma irmandade de homens pretos e mantém suas festas e procissões como patrimônio imaterial do grupo. A preparação do roteiro e a realização do vídeo foram desenvolvidos em conjunto com um grupo de estudantes de história e comunicação e integrou um projeto de pesquisa de fontes visuais para o estudo da história da escravidão no curso de história da Universidade Federal Fluminense.
Pesquisadora: Mariza de Carvalho Soares. Direção: Bruno Pacheco de Oliveira.(12 min., 1999)

THE POSTERITY PROJECT


Established in 2008, The Posterity Project is my personal web log where I "document the links to our past." I cover a number of subjects on this site:
I examine how archives use social media to connect with the public.
I occasionally explore the convergence of history and memory.
Over the years, this blog has also been an aggregator for news about local history and archival issues within my home state of Tennessee;
a networking tool to connect with friends, colleagues and other professionals;
and an information resource for archivists, librarians, and anyone with an interest in Tennessee history.