Museu do Alto Sertão da Bahia (MASB)


Sobre o MASB:
Em 2011, a notícia de que pesquisas arqueológicas estavam sendo realizadas no alto sertão da Bahia e de que todo acervo encontrado havia sido destinado para Ilhéus/BA, motivou representantes de diversos setores da cidade de Caetité em prol da construção do Museu do Alto Sertão da Bahia (MASB), não só como instituição que pudesse abrigar o referido acervo arqueológico (que hoje já ultrapassa mais de 50 mil peças), como também atuar a favor da preservação patrimonial, associada à ideia de sustentabilidade e, assim, promover a valorização histórica e o fortalecimento das memórias e identidades da população alto sertaneja. Sendo um museu de território, que nasceu de uma demanda comunitária, hoje o MASB possui dez núcleos museológicos espalhados entre áreas urbanas e rurais dos municípios de sua abrangência até o presente momento: Caetité, Guanambi e Igaporã. 



O MASB está sediado em Caetité, na Casa da Chácara, uma antiga propriedade rural da primeira metade do século XIX, preservada desde a década de 1960 pelo Sr. Deoclídes Pereira de Aguiar e sua família, últimos moradores do imóvel que, de comum acordo, cederem-no ao MASB objetivando uma maior garantia da sua preservação. Atualmente o imóvel está em processo de restauro e conservação, contudo, o MASB, enquanto museu de território, já atua em outras frentes de trabalho no alto sertão baiano.

VI EIHC - ENCONTRO INTERNACIONAL DE HISTÓRIA COLONIAL



Com o tema Mundos coloniais comparados: poderes, fronteiras e identidades, o VI EIHC celebra seu décimo ano de existência, na cidade de Salvador, promovido pelas Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e Universidade Católica do Salvador (UCSal) – primeira instituição privada a dar assento ao EIHC. O mesmo padrão de qualidade das edições anteriores será mantido ao reunir experts de vários campos da história colonial em conferências, mesas-redondas e simpósios temáticos, além do lançamento de obras publicadas recentes. Desta vez, o encontro conta com mais um espaço, o “Bate-papo com o(a) historiador(a)”, cujo objetivo é aproximar o leitor da trajetória intelectual de consagrados historiadores e historiadoras. Todos(as) os(as) pesquisadores(as), professores(as), estudantes e amantes da História Colonial, e áreas afins, estão convidados(as) a tomar parte nesse grande evento, que ocorrerá, nas dependências do campus da Federação da UCSal, entre os dias 12 e 15 de setembro de 2016.
ACESSE: 

Revista Bahia com História - Inovação, tecnologias e novas abordagens no ensino e aprendizado da História

Por Thiago Souza 
Quando o professor de História, Urano Andrade, criou o blog Pesquisando a História, em 2009, ele tinha em mente dois objetivos: divulgar suas próprias pesquisas e democratizar o acesso a documentações históricas. Para tanto, ele disponibilizou centenas de documentos que versam sobre o Brasil colonial e imperial. A variedade de arquivos engloba desde relatórios, autos e lista de medicamentos, até – literalmente – receita de bolo do século XIX. Ao longo destes seis anos no ar, o blog do professor Urano já foi visitado por quase 480 mil pessoas.

A estatística mostra a força que a internet possui nos dias atuais como fonte de informação e conhecimento da História, além de ser uma eficaz ferramenta de interação entre pesquisadores que buscam conteúdos específicos. No que se refere ao campo da aprendizagem e educação, seja nas tradicionais disciplinas escolares ou acadêmicas, a potencialidade da internet permite acesso a incontáveis bancos de dados que podem favorecer a absorção do ensino.

Tecnologia – A entrada das novas tecnologias facilita a criação de projetos pedagógicos, trocas interindividuais e comunicação à distância, redefinindo o relacionamento estabelecido entre aluno e professor. No entanto, o uso dessas ferramentas em instituições de ensino espalhadas pelo país ainda é um desafio para muitos professores. As dificuldades na utilização das tecnologias educacionais são diversas, podendo ser em relação à falta de recursos tecnológicos de profissionais qualificados ou da reestruturação de políticas educacionais.
Acesse a matéria na íntegra: 


Biblioteca portuguesa de Belém pede apoio

Historiadora Leonor Rendeiro, recupera manuscrito da Biblioteca Fran Paxeco
Gabriela de Azevedo, Estado de São Paulo. 
Mais de 400 volumes de obras raras. Difíceis de encontrar em qualquer lugar do mundo. Livros do século 16, escritos em latim. Religião, história e cultura em milhões de páginas prensadas em papel de trapo. Vieram da Europa há mais de 100 anos, relíquias trazidas por portugueses que se estabeleceram em Belém do Grão-Pará, hoje a capital paraense, Belém.
A cidade abriga a biblioteca Fran Paxeco, patrimônio do Grêmio Literário Recreativo Português (GLRP), um clube local criado por imigrantes portugueses há 148 anos. Ao todo, são aproximadamente 35 mil itens entre periódicos, livros e manuscritos. É possível encontrar várias edições da Bíblia, um livro de Maquiavel e a coleção mais completa do mundo das obras de Camilo Castelo Branco, que inclui a primeira edição do clássico Amor de Perdição.
Para a bibliotecária Nazaré Góes, trabalhar rodeada desses títulos é uma viagem no tempo. "Estou há 23 anos aqui e tudo me remete ao passado. Infelizmente, desde que entrei obras já se perderam, mas o que temos hoje é um tesouro. Aqui sei que consigo um mundo de informações que podem ajudar muita gente. Recebemos pessoas de outros países, vez ou outra, para fazer pesquisas. Eles conhecem mais esse lugar do que quem mora aqui", comenta.
Mas cuidar dos valorosos livros dá bastante trabalho e há três meses Nazaré ganhou o reforço da bibliotecária Ellen Rodrigues. "Quando entrei me encantei, não fazia ideia do quanto de história temos guardado. Os mais antigos em latim ainda, com temas religiosos. Muitos livros encadernados juntos. Já achei 16 livros em um volume só. Os manuscritos também são incríveis, são correspondências entre a população daqui e o governo português, no tempo do Brasil Colônia, que falam já do medo da nossa famosa Revolução Cabana", conta.
Há um livro chamado Philia, de 1528, todo escrito em latim, que não foi encontrado em nenhuma das pesquisas bibliográficas realizadas pelas bibliotecárias, e a probabilidade de ser único no mundo é grande.
Mas, para guardar tantas raridades, é preciso investimento. "É o que estamos buscando hoje, apoio para garantir que essas obras sejam restauradas. Adequar essa biblioteca requer um alto investimento, mas é necessário porque resgatar essa biblioteca é resgatar a cultura portuguesa e brasileira também. Isso significa um resgate histórico e cultural", afirma o presidente da Diretoria Executiva do GLRP, Mário Paiva.
A biblioteca é o terceiro mais antigo gabinete de leitura portuguesa do Brasil. Antes dele foram abertos um no Rio e outro na Bahia. Atualmente, a Associação dos Amigos dos Arquivos Públicos do Pará (Arquipep) faz um trabalho inicial de conservação. "Já há um projeto para buscar o selo da Lei Rouanet no Ministério da Cultura, que estamos aguardando aprovação. Ele é para conseguirmos incentivo financeiro e recuperar as obras raras, a Coleção Camiliana e alguns periódicos. Além de recuperar, faremos conservação, acondicionamento, climatização, digitalização e proporcionaremos o acesso do material online. Mas de fato a biblioteca inteira é um tesouro que precisa de cuidados", explica a diretora executiva da Arquipep, especialista em preservação de patrimônio, Ethel Valentina Soares.
A historiadora da associação, Loren Rendeiro, vem trabalhando no restauro de alguns manuscritos. "Estamos trabalhando ainda apenas com os manuscritos. Naquela época se escrevia com uma tinta metaloácida, que com o tempo entra em oxidação, enferruja mesmo. É um trabalho cuidadoso, que leva tempo. Algumas páginas foram destruídas por insetos e então precisamos fazer nivelamento, preenchimento com papel japonês para dar sustentação. É um serviço muito bonito de recuperação da história que não podemos deixar de lado, a nossa", diz.

O projeto custa cerca de R$ 2,8 milhões e tem previsão para ser executado em três anos e meio. "O acervo dessa biblioteca é valioso, existe um livro aqui que eu considero inestimável, mas não revelo o nome. Temos uma parte interessantíssima da História do Brasil em nossas mãos, livros portuários, registros da entrada dos judeus marroquinos, livros do berço das artes gráficas, encadernações raras, cartas, jornais, revistas. Tudo precisa ser muito bem conservado para não deixarmos o tempo destruir esses bens. Aliás, o tempo tem sido generoso por manter ainda em bom estado a maioria dessas obras", completa Ethel.
Acesse a fonte: 

TRÁFICO DE ESCRAVOS E ESCRAVIDÃO NA BAHIA NO SÉCULO XIX - JOÃO JOSÉ REIS

“Tráfico de Escravos e Escravidão na Bahia no século XIX” é o tema da palestra que será pronunciada pelo professor doutor João José Reis (Ufba), no dia 13 de outubro, terça-feira, às 18h, no Palacete das Artes (equipamento vinculado ao IPAC/SecultBA). 
O premiado autor de “A morte é uma festa” e “O Alufá Rufino: tráfico, escravidão e liberdade no Atlântico negro” fará um apanhado a respeito do tráfico transatlântico de escravos e da escravidão na Bahia, com ênfase no século XIX, quando serão discutidos temas como número dos africanos traficados, trabalho, relações senhor-escravo, alforria e resistência escrava.

O evento integra o projeto #MusEuCurto #MusEuCurtoArte, de dinamização artística de museus, realizado pelo Instituto do Patrimônio Artístico Cultural (IPAC) e Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB), unidades da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SecultBA).
Esta será a quinta ação de desdobramento da exposição Bahia é África Também – Coleção Claudio Masella (recorte do acervo pertencente ao Solar Ferrão/Dimus), no Palacete das Artes. Além da itinerância de um segmento da coleção, a FUNCEB vem buscando despertar a atenção do público para a relação entre o acervo com matriz africana e linguagens artísticas desenvolvidas por agentes culturais da Bahia.

O primeiro encontro, no dia 29 de agosto, recebeu a professora Lisa Earl Castillo para falar sobre “Contatos entre a África e a Bahia no século XIX: viajantes atlânticos do terreiro da Casa Branca”; no segundo, dia 10 de setembro, a professora Yeda Castro discutiu “A nossa língua africana”; e o terceiro, realizado no dia 19 de setembro, reuniu atores, diretores e produtores para debater “O universo Afrodescendente no Teatro Baiano”, e o quarto, dia 3 de outubro tratou do surgimento do samba na Bahia e influência das matrizes africanas”.
ACESSE A FONTE NA ÍNTEGRA: 

NOVOS ACERVOS SÃO SELECIONADOS PARA O PROGRAMA MEMÓRIA DO MUNDO DA UNESCO


O Comitê Nacional do Brasil do Programa Memória do Mundo da UNESCO (MoWBrasil), reunido na sede do Arquivo Nacional, no Rio de Janeiro, nos dias 22 e 23 de setembro, selecionou dez candidaturas, dentre as trinta habilitadas apresentadas ao Comitê Nacional em atendimento a convocação do Edital do ano de 2015, para inscrição no Registro Nacional do Programa Memória do Mundo da UNESCO.
A validação destas nominações se dará por Portaria do Senhor Ministro da Cultura publicada em Diário Oficial. Os representantes das instituições custodiadoras dos acervos nominados receberão seu certificado de inscrição no Registro Nacional do Brasil do programa Memória do Mundo da UNESCO, em cerimônia programada para ocorrer no dia 10 de dezembro de 2015, às 17h, na sede do Arquivo Nacional (Praça da República, nº 173 – Centro – Rio de Janeiro – RJ), na qual estarão presentes os membros do Comitê, os representantes das instituições contempladas, representantes da UNESCO e outros convidados.
O Programa Memória do Mundo, criado em 1992, é uma iniciativa do Ministério da Cultura em conjunto com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), e reconhece documentos, arquivos e bibliotecas de grande valor internacional, regional e nacional. Seu objetivo é preservar e difundir amplamente esse acervo, buscando impedir que o patrimônio da humanidade seja esquecido. Além disso, o programa facilita a preservação desses documentos e seu acesso, contribuindo, assim, para despertar a consciência coletiva do patrimônio documental da Humanidade.

As candidaturas selecionadas foram:

I . Acervo da Comissão Construtora da Nova Capital - Belo Horizonte (1892-1903), apresentado conjuntamente pelo Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte - APCBH/FMC, pelo Museu Histórico Abílio Barreto - MHAB/FMC e pelo Arquivo Público Mineiro – APM.
II. Arquivo da Secretaria de Governo da Capitania de São Paulo (1611-1852), apresentado pelo Arquivo Público do Estado de São Paulo.
III. Arquivo Pessoal Rubens Gerchman (1942-2008), apresentado pelo Instituto Rubens Gerchman.
IV. Cultura e Opulência do Brasil, De André João Antonil, apresentado pela Fundação Biblioteca Nacional.
V. Decisões que Marcaram Época: A Caminhada do Poder Judiciário no Reconhecimento de Direitos Sociais aos Homossexuais, apresentado pela Justiça Federal de 1º Grau no Rio Grande do Sul – Seção Judiciária do RS (SJRS).
VI. Iconografia do Rio de Janeiro na Coleção Geyer (séculos XVI a XIX), apresentada conjuntamente pela Casa Geyer e Museu Imperial / IBRAM.
VII. Partituras - Obras de Heitor Villa-Lobos (1901-1959), apresentadas pelo Museu Villa-Lobos / IBRAM.
VIII. Processos Judiciais Trabalhistas: Doenças Ocupacionais na Mineração em Minas Gerais – Dissídio Individuais e Coletivos (1941-2005), apresentados pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região – Minas Gerais.
IX. Registros Fotográficos Oficiais das Intervenções Urbanas na Cidade do Rio de Janeiro (1900-1950), apresentados pelo Arquivo Geral da Cidade do Rio de Janeiro.

X. República e Positivismo: A Produção Intelectual da Igreja Positivista do Brasil, apresentado pela Igreja Positivista do Brasil (IPB).
FONTE: 

III SEMINÁRIO ESTUDOS DA BAHIA - PESQUISA, ENSINO E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIAS

Entre os dias 26 e 27 de outubro de 2015, o Grupo de Pesquisa Cultura, Sociedade e Linguagem realizará o seu III Seminário no DCH VI, na cidade de Caetité/BA. Este evento tem a perspectiva de promover encontros entre a comunidade acadêmica e local, favorecer trocas e intercâmbios dentro e fora da universidade e suscitar reflexões sobre questões conjunturais. Atividades como mesas, oficinas e sessões interativas estão afinadas com demandas prementes do nosso meio, assim como possibilitam a partilha de aprendizados e a soma de experiências.
Desejamos a todos as nossas Boas Vindas!


CONVERSANDO COM SUA HISTÓRIA: MOVIMENTOS REBELDES NA BAHIA DAS REGÊNCIAS

Resumo:
No período das regências (1831-1840), muitos movimentos rebeldes agitaram a vida pública das mais importantes cidades do Império. Concomitantemente, houve o surgimento de jornais, panfletos e associações políticas e econômicas que tiveram o papel de aglutinar pessoas em torno dos discursos de rebeldia.

A Cidade da Bahia e o Recôncavo estiveram entre as regiões mais afetadas por movimentos rebeldes de diversos tipos - a exemplo da Sabina (1837-1838) - muitos dos quais sustentaram a bandeira do federalismo tão divulgado na imprensa.
Esta palestra apresenta uma visão de conjunto desse contexto rebelde, revelando conjunturas, personagens e suas mudanças de postura em torno da questão política provincial e imperial no período em questão.


Vinícius Mascarenhas de Oliveira é mestre em História pela Universidade Federal da Bahia, onde desenvolveu pesquisas sobre a ação dos federalistas na Bahia que culminaram na dissertação denominada "Federalistas na Bahia: trajetórias, ideias, sociedades e movimentos (1831-1838)". Atualmente é professor da Ucsal e das redes estadual e municipal.

Conversando com sua História: “Arquivos baianos como espaço de memória do tráfico negreiro”



Resumo

A História do tráfico atlântico de escravos encontra-se registrada nos diversos Arquivos Baianos. Dentre os principais repositórios dessas fontes estão o Arquivo Público do Estado da Bahia, Arquivo Histórico Municipal de Salvador e Arquivo Histórico da Santa Casa de Misericórdia da Bahia.

Essa documentação encontra-se dispersa nessas instituições e ao longo do tempo vem fundamentando a produção de monografias, dissertações, teses e livros no Brasil e no exterior.

Agregando informações sobre esses arquivos, esta palestra apresenta algumas experiências de pesquisas, com essa documentação, que contribuem com a preservação da memória do tráfico de escravos na América e, especialmente, na Bahia.

Urano Andrade é formado em História pela Universidade Católica do Salvador, partícipe da linha de pesquisa Escravidão e Invenção da Liberdade da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Atualmente integra o projeto de digitalização dos Livros de Notas do Arquivo Público do Estado da Bahia (APEB).

Cândido Domingues é mestre em História pela Universidade Federal da Bahia, aonde realizou a pesquisa “perseguidores da espécie humana: capitães negreiros da cidade da Bahia na primeira metade do século XVIII. Atualmente é professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB).

Atenciosamente,
Centro de Memória da Bahia
Fundação Pedro Calmon - Centro de Memória e Arquivo Público da Bahia
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
Governo do Estado da Bahia

(71) 3117-6067

CONVERSANDO COM SUA HISTÓRIA


Centro de Memória da Bahia convida para a palestra "“Pelo Risco que lhe vai correndo no dito navio de mar e fogo e corsário”: Bahia e Holanda no Tráfico atlântico de escravos", que será proferida pelo professor Cândido Domingues (UNEB), no curso Conversando com a sua História, em 21 de setembro, mês dedicado a discussão do tema Trafico de escravos, organizado pelo Centro de Memória da Bahia/FPC.
Data: 21 de setembro
Horário: 17 horas

Local: na sala Kátia Mattoso - auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia.

Eleições do Conselho Nacional de Política Cultural


A Representação Regional Bahia e Sergipe do Ministério da Cultura realizará no dia 12 de setembro de 2015, a Etapa Estadual das Eleições do Conselho Nacional de Política Cultural (CNCP), na Biblioteca Pública do Estado da Bahia, situada nos Barris.

O evento apresenta-se como uma oportunidade decisiva para definir a quantidade de delegados baianos para os fóruns nacionais, inclusive na área de ARQUIVOS.

Em anexo, segue o release com vistas à ampla divulgação e mobilização dos profissionais que trabalham e utilizam os ARQUIVOS. O encontro será decisivo para assegurar um maior número de representantes setoriais da Bahia! 

Todas as informações também encontram-se na página no Facebook  MinC Bahia e Sergipe link: https://goo.gl/hi2m9u
Para ter mais informação sobre como funciona o CNPC, acesse a plataforma: www.cultura.gov.br/votacultura
Acesse as redes sociais do Minc Bahia e Sergipe e ajude a divulgar esse processo democrático:
facebook : MinC Bahia e Sergipe https://goo.gl/hi2m9u
instagram: Minc Bahia e Sergipe

whatsapp: (71) 83661090 

As inscrições na plataforma digital do processo eleitoral para os Colegiados Setoriais e o Plenário do Conselho Nacional de Políticas Culturais (CNPC) encontram-se abertas até o dia 26 de setembro de 2015.
Os interessados poderão se inscrever para votar ou se candidatar nos seguintes Colegiados: Arquitetura e Urbanismo; ARQUIVOS; Arte Digital; Artes Visuais; Artesanato; Circo; Culturas Afro-Brasileiras; Culturas Populares; Dança; Design; Literatura, Livro e Leitura; Moda; Música; Patrimônio Imaterial; Patrimônio Material e Teatro.
Para tirar dúvidas sobre o processo eleitoral, a coordenação do CNPC do Ministério da Cultura oferece uma série de canais. A plataforma digital dispõe de Fale Conosco; a Secretaria de Articulação Institucional (SAI) do MinC também atende demandas pelas redes sociais (Facebook eTwitter) e por meio do aplicativo de celular WhatsApp, número (61) 9241-0630, e para atendimento por telefone por (61) 2024-2186.

Confira o calendário de encontros estaduais – CNPC 

9 de setembro – Brasília (DF) / Vitória (ES) / Teresina (PI)
10 de setembro – São Luís (MA)
11 de setembro – Curitiba (PR) / Recife (PE) / Fortaleza (CE)
14 de setembro – Cuiabá (MT)
16 de setembro – Goiânia (GO) / Belém (PA) / Palmas (TO)
17 de setembro – Belo Horizonte (MG) / Macapá (AP)
18 de setembro – Rio de Janeiro (RJ) / Maceió (AL)
19 de setembro – Campo Grande (MS) / Florianópolis (SC)
23 de setembro – Aracaju (SE) / Campina Grande (PB) / Rio Branco (AC)
25 de setembro – Porto Velho (RO) / São Paulo (SP) / Boa  Vista (RR)
26 de setembro – Manaus (AM) / Porto Alegre (RS)

Fonte: 

AVENIDA 7 DE SETEMBRO: 100 ANOS DE HISTÓRIA

A mostra Expo 100 Anos da Avenida Sete comemora o centenário da via pública, que completa 100 anos no dia 7 de setembro. A exposição, cuja curadoria é de Nelson Cadena, reúne 40 painéis temáticos que registram imagens antigas, assim como textos que abordam diversos momentos da Avenida. 
 As imagens foram selecionadas dos acervos de Marisa Vianna, Nelson Cadena, Fundação Gregório de Mattos e Museu Tempostal, com programação visual do designer Mauro Ybarros.  A abertura da mostra acontece hoje (1/9), às 19h, com apresentação do Bahia Brass – quinteto de sopro do Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia (Neojiba). O projeto da exposição abrange, ainda, três palestras que acontecem nos dias 22, 23 e 24 de setembro, às 10h30, na Caixa Cultural.

FONTE: A NOTÍCIA, 9 DE SETEMBRO DE 1915 
Serviço: Caixa Cultural Salvador (Rua Carlos Gomes, 57, Centro/3421-4200). De terça a domingo, das 9h às 18h. Até 30/9.  

LANÇAMENTO: GUERRA FRIA E POLÍTICA EDITORIAL


Palestra - Memórias Reveladas e os Arquivos Públicos Estaduais


No próximo dia 10 de setembro, as 14:30, o Professor Márcio Porto, Diretor do Arquivo Público do Estado do Ceará e atual representante do segmento de Arquivos Públicos Estaduais no Conselho Nacional de Arquivos irá proferir palestra sobre - O Programa de Memórias Reveladas e os Arquivos Públicos Estaduais, na sede do Arquivo Público do Estado da Bahia, situada na Ladeira de Quintas, número 50, no bairro da Baixa de Quintas.
O tema proposto se apresenta como pertinente para divulgar e destacar os resultados do referido Programa no âmbito dos Arquivos Públicos Estaduais, em geral, e no Arquivo Público do Estado do Ceará, em particular. Essa iniciativa constitui uma proposta do Arquivo Público do Estado da Bahia e do Centro de Memória da Bahia para fortalecer a necessidade de consolidação de uma política pública de valorização e de resgate do patrimônio documental das lutas políticas ocorridas entre 1960-1980.
Atenciosamente
Centro de Memória da Bahia
Fundação Pedro Calmon - Centro de Memória e Arquivo Público da Bahia
Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
Governo do Estado da Bahia

55-71-3117-6067

Divulgado o resultado do Prêmio Capes de Tese 2015


A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) divulga nesta segunda-feira, 31, o resultado do PrêmioCapes de Tese, edição 2015, outorgado para as melhores teses de doutorado defendidas em 2014 e selecionadas em cada uma das 48 áreas do conhecimento reconhecidas pela Capes nos cursos de pós-graduação. A cerimônia de entrega dos prêmios acontecerá no dia 10 de dezembro de 2015, em Brasília.

A premiação é constituída pelo Prêmio Capes de Tese e Grande Prêmio Capes de Tese, em parceria com a Fundação Conrado Wessel. Serão concedidos, ainda, prêmios especiais para as áreas de Educação e de Ensino, em parceria com a Fundação Carlos Chagas.

Destaco e parabenizo as vitoriosas: Ana Flávia Magalhães Pinto e Luciana da Cruz Brito. Suas teses: 

Ana Flávia Magalhães Pinto 
FORTES LAÇOS EM LINHAS ROTAS: LITERATOS NEGROS, RACISMO E CIDADANIA NA SEGUNDA METADE DO SÉCULO XIX
Download:  


Luciana da Cruz Brito

IMPRESSÕES NORTE-AMERICANAS SOBRE ESCRAVIDÃO, ABOLIÇÃO E RELAÇÕES RACIAIS NO BRASIL ESCRAVISTA 
Download

Acesse o resultado na íntegra:  

"Direitos humanos sim, patologização não! Quando a ciência normatiza, invisibiliza e exclui as identidades trans”

A palestra "Direitos humanos sim, patologização não! quando a ciência normatiza, invisibiliza e exclui as identidades trans” que será proferida pela pesquisadora Sabrina Guerra Guimarães (UFBA), no Curso Conversando com a sua História do Centro de Memória da Bahia, versará sobre o contexto histórico de uma ciência excludente, que nos leva a perceber o quanto a nossa sociedade heteropatriarcal está distante de reconhecer a existência das múltiplas identidades de gênero.
Data: 31 de agosto
Horário: 17 horas

Local: sala Kátia Mattoso – auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia. 

ENSINO DE HISTÓRIA DA BAHIA: ABOLIÇÃO E PÓS-ABOLIÇÃO NA BAHIA

Encontram-se abertas as inscrições para o III módulo do curso Ensino de História da Bahia, com o tema "Abolição e pós-abolição na Bahia", que será ministrado pela professora Ednélia Souza (UNEB). A atividade, organizada pelo Centro de Memória da Bahia, unidade da Fundação Pedro Calmon, é destinada a professores e estudantes de história e terá início em 15 de setembro, às 13: 30, na sala Kátia Mattoso - auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia. O curso ocorrerá sempre às terças, às 13:30h
Inscrição pelo email: cmb.fpc@fpc.ba.gov.br

Maiores informações através do contato: 3117-6067

COLÓQUIO INTERNACIONAL: BAHIA E O MUNDO ATLÂNTICO


PALESTRA: CONTATOS ENTRE A ÁFRICA E A BAHIA NO SÉCULO XIX: VIAJANTES ATLÂNTICOS DO TERREIRO DA CASA BRANCA


Biblioteca Virtual inicia mapeamento de pesquisas e historiadores no estado

Com o intuito de conhecer e divulgar os pesquisadores da área de História da Bahia, a Biblioteca Virtual Consuelo Pondé, unidade da Fundação Pedro Calmon/Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (FPC/SecultBa), inicia nesta terça-feira (25) uma pesquisa online para identificar historiadores baianos. O historiador que tiver interesse em participar da pesquisa deverá acessar o site da Biblioteca Virtual Consuelo Pondé (www.bvconsueloponde.ba.gov.br) e preencher os dados solicitados.

De acordo com a diretora da unidade, Mariângela Nogueira, a ação resultará em uma nova sessão dentro do site da Biblioteca Virtual destinada a esses profissionais e aos seus trabalhos. “O intuito é criar um banco de dados desses profissionais, com informações sobre quem são, onde estão e os trabalhos que realizam dentro da área de História da Bahia, e que funcione como um canal direto entre eles e o público”, afirmou a diretora, que informou também que esta nova sessão incluirá opiniões e comentários dos historiadores cadastrados sobre temas do site da Biblioteca Virtual. A nova sessão do site, com banco de dados destes historiadores, ainda não tem data prevista para lançamento.

“Esses profissionais tanto produzem quanto estão ligados ao público através das instituições em que dão aula, palestras que participam e outros eventos. Então, queremos pedir a eles opiniões sobre os temas do site, comentários que os aproximem ainda mais do público”, concluiu Mariângela Nogueira.


Sistema – As bibliotecas públicas integram o Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, gerido pela Fundação Pedro Calmon – Secretaria de Cultura do Estado (FPC/SecultBA). O Sistema é composto por seis bibliotecas públicas estaduais localizadas em Salvador, uma no município de Itaparica e uma biblioteca virtual especializada na história da Bahia (Biblioteca Virtual 2 de Julho), além de uma Casa de Cultura, no município de Lençóis. O Sistema também fornece consultoria técnica para cerca de 400 bibliotecas municipais, comunitárias e pontos de leitura, além de cursos de capacitação para os funcionários destas unidades.
ACESSE: 

Documentos resgatam memória de presos políticos na ditadura


Patrícia França
Um acervo digitalizado com três livros de ocorrências e 23 prontuários de ex-presos políticos que ficaram reclusos na Galeria F da Penitenciária Lemos de Brito foram entregues, nesta terça-feira, 11, à Comissão Estadual da Verdade da Bahia (CEV-BA) pelo secretário de Administração Penitenciária e Ressocialização do governo do Estado, Nestor Duarte Neto.
A documentação cobre o período da ditadura militar que vai de 1970 a 1976 e é resultado do levantamento feito pela historiadora Claudia Moraes Trindade, coordenadora do Centro de Documentação da Penitenciária Lemos de Brito (Cedoc).
O presidente da CEV, sociólogo Joviniano Neto, disse que o levantamento vai ajudar o trabalho de resgate da memória da trajetória dos ex-presos políticos da Galeria F, na medida em que fixa datas e traz o relato, ainda que sob o olhar de agentes penitenciários a serviço da repressão, do dia a dia desses ex-militantes.
"A documentação do Cedoc permitiu, por exemplo, a identificação de mais 14 ex-presos políticos que não constavam na lista da Comissão Estadual da Verdade", informou Joviniano.

Autor da Coleção Galeria F - Lembranças do Mar Cinzento , o jornalista e ex-preso político Emiliano José diz que os registros dos livros de ocorrência e dos prontuários do Cedoc vão  "revelar pela palavra do tirano o que foi a tirania" na Bahia. Ele chama a atenção para a classificação dada pelos agentes aos prisioneiros: os primeiros chamados de "extraordinários , depois de "subversivos" e por fim "presos políticos".
ACESSE NA ÍNTEGRA: 
http://atarde.uol.com.br/politica/noticias/1703080-documentos-resgatam-memoria-de-presos-politicos-na-ditadura

ENSINO DE HISTÓRIA DA BAHIA: NO TEMPO DA ESCRAVIDÃO - PROFESSORA ISABEL REIS

Encontram-se abertas as inscrições para o II módulo do curso Ensino de História da Bahia, com o tema "No tempo da escravidão", que será ministrado pela professora Isabel Cristina Reis (UFRB). A atividade, organizada pelo Centro de Memória da Bahia, unidade da Fundação Pedro Calmon, é destinada a professores e estudantes de história e terá início em 04 de agosto, às 13: 30, na sala Kátia Mattoso - auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia. O curso ocorrerá sempre às terças, às 13:30h

Inscrição e maiores informações através do contato: cmb.fpc@fpc.ba.gov.br
Tel: 3117-6067

Conteúdo digital da Biblioteca Nacional resgata memórias e emociona pesquisadores


De norte a sul do País, nos grandes centros urbanos e nas localidades mais remotas de todo o mundo, internautas acessam a BNDigital para as mais variadas e curiosas finalidades. Os resultados alcançados nas pesquisas são tão satisfatórios, e muitas vezes inesperados, que motivam as pessoas a enviarem mensagens de elogio e agradecimento à Biblioteca Nacional.
De acordo com Angela Monteiro Bettencourt, coordenadora da BNDigital, até em lápide já foi gravado o resultado de uma pesquisa feita na Hemeroteca Digital. “A citação menciona a edição 15463 do jornal O Pays, de 20 de fevereiro de 1927, e está em uma sepultura do cemitério de Paquetá”, conta Angela. Frequentemente chegam e-mails com relatos de investigações genealógicas bem sucedidas, reconstituição de histórias de artistas e outros personagens esquecidos e autores que encontraram subsídios para seus livros, como é o caso de um título sobre faquirismo, que soma 300 páginas, resultante de informações pesquisadas em periódicos digitais. “Isso sem falar no sistema utilizado, definido pelos usuários como ‘espetacular’ - em termos de interface, qualidade das imagens, precisão da busca e velocidade – quando comparado a bibliotecas digitais internacionais”, acrescenta a Coordenadora.


Todo este criterioso trabalho começa no Laboratório de Digitalização, onde ocorre a primeira etapa do processo: a captura. “A partir do documento original ou do microfilme, realizamos a digitalização para gerar um arquivo máster em formato tiff de alta qualidade, com 300 ppi (pontos por polegada). A partir desse arquivo, que fica registrado em nosso centro de armazenamento de dados, são feitas as imagens derivadas, em formato PDF – no caso da digitalização de muitas páginas –, ou JPG – no caso de uma única página. Além disso, os documentos em PDF que são muito grandes e pesados são transformados em book reader (.htm), para facilitar a leitura, enquanto as imagens em formato JPG ganham uma versão feita com o programa “Dragão Marinho”, que permite a visualização online superampliada, sem a opção de download”, explica Otavio Alexandre de Oliveira, responsável pelo Laboratório.

 

A segunda etapa do processo de digitalização é o tratamento técnico. Nessa fase o objeto digital é catalogado e são criados os metadados que o descrevem. “Na BNDigital todos os conteúdos são indexados em português e em inglês. O esquema de metadados adotado é o Dublin Core, padrão internacional que envolve um conjunto de 15 elementos (Título, Criador, Assunto, Descrição, Publicador, Contribuidor, Data, Tipo, Formato, Identificador, Fonte, Idioma, Relação, Cobertura e Direitos), permitindo a cooperação com outras bibliotecas digitais de todo o mundo”, observa Angela Bettencourt.

 

Para cumprir o propósito de ampliar o acesso aos documentos digitalizados, a BNDigital mantém parcerias nacionais e internacionais com outras bibliotecas virtuais, para as quais disponibiliza o seu acervo. Essa interoperação é possível graças à adesão ao protocolo da Iniciativa dos Arquivos Abertos – Open Archives Initiative Protocol for Metadata Harvesting – OAI-PMH, que permite a transferência de dados entre repositórios digitais. “Assim, periodicamente, as instituições parceiras podem coletar arquivos de seu interesse e disponibilizá-los para seus públicos.”, conclui Angela.
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UFBA realiza palestra de lançamento do livro Brasil: Uma Biografia


A Universidade Federal da Bahia convida todos para o evento de lançamento do livro “Brasil: Uma Biografia”, de autoria das professoras Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Starling, que falarão sobre o tema da obra.
O lançamento ocorrerá no Salão Nobre da Reitoria da UFBA, no próximo dia 23 de julho, a partir das 17h30 e integra o ciclo de eventos promovidos pela Reitoria da UFBA, que visa afirmar a importância da construção de pensamento como parte essencial da definição de Universidade, e, especialmente, a oportunidade de estabelecer diálogos com aqueles que têm se destacado pela capacidade de pensar o Brasil.

Aliando texto acessível e agradável, vasta documentação original e rica iconografia, “Brasil: Uma Biografia” propõe uma nova, e pouco convencional, história do Brasil. Nessa travessia de mais de quinhentos anos, Lilia Schwarcz e Heloisa Starling se debruçam não somente sobre a “grande história”, mas também sobre o cotidiano, a expressão artística e a cultura, as minorias, os ciclos econômicos e os conflitos sociais (muitas vezes subvertendo as datas e os eventos consagrados pela tradição). No fundo da cena, mantêm ainda diálogo constante com aqueles autores que, antes delas, se lançaram na difícil empreitada de tentar interpretar ou, pelo menos, entender o Brasil.
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