Mini Curso - A História da História da Arte


Evento de: 27/08/2012 a 14/09/2012
Local do evento: Sala de Projeção
“A História da História da Arte: Academia, Museu, Universidade - Abordagens, Métodos e Perspectivas”
Sigla: HH019-A;
Professor Responsável pela disciplina: Joseph Imorde (Universidade de Siegen/Alemanha);
Prof. da UNICAMP responsável pela solicitação: Cláudia Valladão de Mattos;
Período da Disciplina: de 27/08/2012 a 14/09/2012;
Semestre de oferecimento: 2º semestre de 2012;
Dias da semana e horário de oferecimento: 2ªs, 4ªs e 6ªs feiras – Das 14:00h às 17:00h
Nº vagas disponibilizadas: 30
Carga Horária (CH) Total: 20 horas aula;
Convênio Financiador: FAEPEX
SALAS:
27/agosto: Sala de Projeção
29/agosto: 14-B
31/agosto: Sala de Projeção
10/setembro: Sala da Congregação
12/setembro: Sala da Congregação
14/setembro: Sala de Projeção
E-mail para informações sobre o curso:
scpghist@unicamp.br
Arquivo(s) Anexo(s):

INFORME AOS USUÁRIOS DO ARQUIVO PÚBLICO DA BAHIA

DOCUMENTÁRIO: JORGE AMADO


Arquivo Público retoma horário normal de atendimento ao pesquisador



A partir da próxima terça-feira, dia 14, o Arquivo Público do Estado de São Paulo retoma horário normal de atendimento ao pesquisador, que será realizado de terça a sábado, das 9h às 17h. Lembramos que, em função da transferência do acervo para a nova sede, apenas parte da documentação está disponível para consulta. Clique aqui e confira a lista completa dos conjuntos documentais que já podem ser consultados.

Mais informações pelos telefones (11) 2089-8135, 2089-8151 ou pelo nosso site: www.arquivoestado.sp.gov.br.

Atenciosamente,
Núcleo de Comunicação

Arquivo Público do Estado de São Paulo
Rua Voluntários da Pátria, 596 - Santana - São Paulo/SP

www.arquivoestado.sp.gov.br 

Abertas inscrições para 3ª Roda de Conversa Sobre Tropeirismo em Vitória da Conquista



Pelo terceiro ano consecutivo a ONG Carreiro de Tropa - Catrop realiza a Roda de Conversa sobre Tropeirismo em Vitória da Conquista, espaço de diálogos e trocas entre acadêmicos, tropeiros e comunidade geral, dando visibilidade ao tropeirismo como fenômeno importante para a constituição da sociedade conquistense e regional, tendo como temática central dessa edição “Tropeirismo: uma herança cultural. Do passado ao presente de Vitória da Conquista". 

Os interessados em participar poderão se inscrever previamente preenchendo a ficha de inscrição e enviando-a para o email: carreirodetropa@gmail.com

Nessa edição, contaremos com transmissão em tempo real pela internet (no link), os participantes virtuais deverão também preencher a ficha e receberão certificado de ouvinte/participante.

A ficha está disponível aqui. É só baixar, preencher e enviar.

3ª Roda de Conversa sobre Tropeirismo em Vitória da Conquista
Local: Museu Regional de Vitória da Conquista/UESB (Praça Tancredo Neves)
Data: 17/08 - 18 horas;
           18/08 - 14 horas.
Confira a programação completa aqui.

Divulguem e participem!

SEMINÁRIO DE INTRODUÇÃO AO USO DAS REDES SOCIAIS NA COMUNICAÇÃO CIENTÍFICA


O pesquisador precisa lidar diariamente com o volume crescente de informação científica publicada.
Um recurso cada vez mais utilizado para encontrar informação relevante é o uso de redes sociais como filtros de conteúdo. Redes como blogs, Twitter, Facebook, e serviços mais especializados e acadêmicos como Mendeley e similares são usados para recomendar e discutir artigos e conteúdo científico em geral, expondo ao mundo a discussão que antes estava restrita ao laboratório ou aos corredores dos centros de pesquisa.
Além de atuar como um filtro de conteúdo, as redes sociais criam novas possibilidades de interação entre todos os envolvidos na comunicação científica – autores, leitores e editores, e podem ser uma importante ferramenta para promoção de ações cooperativas.
As facilidades oferecidas pelas redes sociais acrescentam também novas camadas de métricas de impacto da pesquisa muito mais dinâmicas, que vão além das citações, como compartilhamentos, número de acessos e outras, medidas no intervalo de dias a meses, que ajudam a preencher o vazio entre a publicação de um artigo e a contagem de citações tradicionalmente medida. Também geram novas possibilidades para a comunicação da ciência, criando formas de disponibilização de conteúdo que agilizam o processo de publicação, tornando-o mais próximo do público interessado, mais familiar e com grande alcance e facilidade de acesso. Este é um avanço sem volta, e compreender e acompanhar o seu uso pode trazer benefícios para todos:  publishers, editores,  pesquisadores, estudantes, instituições acadêmicas e o público interessado.

"Seminário Internacional brasileiros e brasilianistas"


Clique aqui e faça sua inscrição para o" Seminário Internacional brasileiros e brasilianistas "

Arquivo Público do Estado de São Paulo
Rua Voluntários da Pátria, 596 - Santana - São Paulo/SP
(11) 2089-8100

www.arquivoestado.sp.gov.br  

Café História: Catálogo de Cultura e História



O Café História preparou uma lista com dez acervos na área de história e cultura disponibilizados gratuitamente na internet.

Saber pesquisar na internet é atualmente uma das competências profissionais mais valiosas para um historiador. A web está repleta de possibilidades: plataformas de compartilhamento, mídias sociais, conteúdos digitalizados, ambientes de aprendizagem, etc. Por outro lado, o ambiente inflacionado do mundo virtual pode muitas vezes dificultar a busca de conteúdos significativos para uma pesquisa. A internet nunca teve tantos sites e blogs como agora. Segundo dados da Royal Pingdom, até dezembro de 2010 existiam 255 milhões de sites no ar, sendo que 21,4 milhões foram criados apenas naquele ano. Isso sem mencionar vídeos, fotos, e-mails, blogs e redes sociais, que surgem minuto a minuto. Para ajudar na busca por conteúdos de qualidade, o Café História reuniu dez sugestões de sites, cobrindo cultura e história. Acervos que vão de poesias completas até um século de programas televisivos.

ATLAS DIGITAL DA AMÉRICA LUSA


O projeto Atlas Digital da América Lusa está lançando seu programa de Mobilidade Acadêmica.
O objetivo é selecionar estudantes de graduação, mestrado e doutorado de instituições de ensino superior para uma temporada de capacitação (entre 5 e 10 dias úteis) na Universidade de Brasília. Neste período, os estudantes selecionados serão capacitados para o uso e edição do Atlas Digital da América Lusa, tendo como meta desenvolver uma pesquisa de seu interesse utilizando a plataforma criada no projeto.
Período de inscrição: de 16 de julho à 10 de agosto.
Os estudantes DE GRADUAÇÃO selecionados receberão um Auxílio de Custo no valor de R$ 360,00, além de alojamento no Campus Darcy Ribeiro. A proposta contempla também estudantes de mestrado e doutorado, MAS SEM AUXÍLIO DE CUSTO, sendo oferecido o alojamento.
Este programa visa, especialmente, estudantes de história e áreas afins, especialmente geografia e ciências sociais.
Detalhes e inscrições em:

Os 10 Anos do Governo do PT: Por um balanço crítico

A História da África vista pelos africanos: a contribuição da escola de Dakar (1960-1990)

A África Portuguesa e o Mundo Atlântico

Palestra - Conservação e Restauro

VIII Encontro de História da Arte - História da arte e curadoria

Seminário e Oficina sobre a África


Seminário:
História da África x História do Atlântico: Perspectivas e Direções Benguela: a emergência de um porto escravista no Atlântico
Expositora: Mariana P. Cândido (Princeton University)
Tribunal de Mucanos: escravidão e liberdade em Angola (séculos XVII - XIX)
Expositor: Roquinaldo Ferreira (University of Virginia)
Quinta-feira, dia 9 de agosto de 2012, às 14h Local: Sala CL07 - IEL
Oficina
A África Portuguesa e o Mundo Atlântico: pesquisas em andamento Biografia como História Social: o clã Ferreira Gomes e os mundos da escravidão no Atlântico Sul
Expositor:
Roquinaldo Ferreira (University of Virginia)
Escrevendo a história de Benguela no feminino: o papel das donas, escravas, libertas e camponesas nas transformações do seculo XIX
Expositora: Mariana P. Cândido (Princeton University)
Sexta-feira, dia 10 de agosto de 2012,
às 14h Local: Sala CL07 - IEL
Organização: Profª Drª Silvia Lara Promoção: CECULT - Centro de Pesquisa em História Social da Cultura Apoio Técnico: Secretaria de Eventos - IFCH
ACESSE: Seminário 

Conferências com o Prof. Dr. Benjamin Johnson, no IFCH/UNICAMP

CONVERSANDO COM SUA HISTÓRIA



A Fundação Pedro Calmon, por meio do Centro de Memória da Bahia, convida a todo(a)s para o segundo semestre do Conversando com sua História. No módulo movimentos sociais, que será discutido durante todo o mês de agosto, teremos a palestra intitulada Movimentos sociais e partidos políticos na Bahia republicana nas décadas de 1930 e 1940, que será ministrada pelo prof dr. Carlos Zacarias de Sena Júnior.
Contamos com sua participação!

Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 07 de agosto de 2012 - excepcionalmente terça-feira
Horário: 17h

Resumo:
As décadas de 1930 e 1940 foram, no Brasil e no mundo, uma época de grande polarização política e ideológica. Com a abertura de uma nova vaga revolucionária no plano mundial e a ascensão do nazi-fascismo como máxima expressão da contra-revolução planetária, surgiram correntes que expressaram os máximos antagonismos da sociedade de classes em diversos países. O Brasil não ficou incólume à situação de antagonismo. Nestas terras as forças da revolução e da contra-revolução também se confrontaram e tiveram lugar, com expressões políticas representadas através da Aliança Nacional Libertadora (ANL), com forte presença do Partido Comunista do Brasil (PCB), e da Ação Integralista Brasileira (AIB), de caráter fascista. O objetivo principal da palestra é discutir os movimentos sociais e os partidos políticos na conjuntura conturbada da Segunda Guerra Mundial e do Estado Novo brasileiro, tentando compreender as estratégias e os projetos que estiveram em jogo entre a guerra e o pós-guerra, de maneira a compreender a configuração dos movimentos sociais e dos partidos políticos nos primeiros anos da Guerra Fria.

Atenciosamente,

Centro de Memória da Bahia
Fundação Pedro Calmon - Centro de Memória e Arquivo Público da Bahia Secretaria de Cultura do Estado da Bahia
3117-6067

CÁTEDRA FULBRIGHT EM ESTUDOS BRASILEIROS NA UNIVERSIDADE DE MASSACHUSETTS-AMHERST



A Comissão Fulbright (Fulbright) e a Universidade de Massachusetts-Amherst (UMass- Amherst) convidam professores/as e pesquisadores/as das ciências humanas ou sociais na área de Estudos Brasileiros para apresentar proposta para bolsa de professor/a/pesquisador/a visitante na UMass-Amherst. Será dada preferência a candidatos/as com comprovada experiência em uma das seguintes áreas: relações raciais, estudos feministas/de gênero, estudos culturais, movimentos sociais, e/ou políticas sociais.
• Moradia, sem custos para o bolsista; e,
• Acesso às instalações e serviços da UMass-Amherst, tais como: escritório
compartilhado, internet, bibliotecas e demais meios necessários à efetiva consecução das atividades de ensino e /ou pesquisas previstas pelo bolsista.
A bolsa será concedia no período correspondente ao Spring term 2013 (janeiro a maio), de acordo com calendário da UMass-Amherst.
3 DOCUMENTOS PARA CANDIDATURA
O candidato deve submeter sua candidatura exclusivamente via internet, constando
os seguintes documentos:
• Formulário de inscrição online, integralmente preenchido em inglês, disponível no https://apply.embark.com/student/fulbright/scholars/
• Plano de atividades e Syllabus do curso proposto;
• Três (3) cartas de recomendação em inglês, segundo instruções constantes do
formulário de inscrição online; e • Currículo resumido em inglês.
4 AVALIAÇÃO
A Fulbright e UMass-Amherst avaliarão as candidaturas e procederão à seleção do bolsista. Esse processo incluirá a avaliação do perfil acadêmico e profissional do candidato, o plano de atividades proposto e, eventualmente, uma entrevista em inglês.
5  CALENDÁRIO
• 30 de setembro de 2012: Data limite para submissão da candidatura via internet • Até 15 de outubro de 2012: Divulgação do resultado
• Janeiro de 2013: Início das atividades na UMass-Amherst
6  COMUNICAÇÃO
Mais informações sobre o Programa Fulbright poderão ser obtidas:
Comissão Fulbright
SHIS – QI 9, Conjunto 17, lote L 71625-170 – Brasília, DF
Rejânio Araújo
Fone: (61) 3248-8603 / Fax: (61) 3248-8611 rejania@fulbright.org.br www.fulbright.org.br

Programa seleciona doutor para pesquisas em Coimbra, Portugal. Até 10 de setembro



O programa Cátedra Milton Santos, parceria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com o Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, Portugal, vai selecionar um docente pesquisador naquela instituição a partir de março de 2013. O selecionado será beneficiado com uma bolsa com duração de 12 meses, improrrogáveis.
O edital nº 34/2012 foi publicado no dia 12 de julho e o prazo de inscrição vai até 10 de setembro. A Cátedra Milton Santos tem como objetivo a difusão de informações objetivas sobre a dinâmica da sociedade brasileira em centros universitários de excelência no exterior, com prioridade para ciências sociais (ciência política, sociologia e antropologia), língua e literatura, economia, direito, arquitetura, história, história da arte e geografia.
A seleção do bolsista será feita em três fases: verificação da consistência documental, análise do mérito científico da candidatura e priorização das candidaturas pelo grupo assessor da Diretoria de Relações Internacionais da Capes, para decisão final. O resultado deve ser divulgado em novembro deste ano.
A inscrição pode ser feita na página do programa na internet. Ao formulário de inscrição deverão ser anexados eletronicamente os documentos discriminados no edital.
Benefícios – O bolsista selecionado receberá mensalidade no valor de 3,5 mil euros; seguro-saúde, pago em uma única parcela, no Brasil, no valor de 840 euros; auxílio-instalação, pago em uma única parcela, no Brasil, no valor de 3,5 mil euros, e auxílio na internacionalização do investigador, com o fomento a participações em congressos e cobertura de despesas relativas à investigação e publicações (traduções, revisões etc.), no valor máximo de até 5 mil euros, passagens aéreas e auxílio na interação do bolsista com as autoridades consulares.

Imagens do Ocidente nos séculos XVI, XVII e XVIII


Dando continuidade aos esforços de ampliação do intercâmbio intelectual entre a UNESP de Franca e outras IES e centros de pesquisa do país e do exterior, propomos, para o mês de agosto de 2012, um ciclo composto por quatro palestras, ministradas por pesquisadores com ampla e recente produção na área da denominada História Moderna. Tais palestras girarão em torno do processo de construção (político, econômico e cultural) do mundo Ocidental nos três séculos que se seguiram à expansão marítima europeia, e darão especial ênfase ao papel desempenhado pelo Novo Mundo nesse processo.

Objetivos

Refletir sobre as novas abordagens no campo da história Moderna e sobre os problemas que daí decorrem.
Discutir o papel da América na constituição do que hoje denominamos civilização ocidental.
Dar a conhecer pormenores do processo de colonização do Novo Mundo.
Propiciar um contato mais detido dos alunos com pesquisadores de outras instituições do Brasil e do exterior que são referências na área.

Programação

20 de agosto
Prof. Dr.  Timothy J. Coates – College of Charleston (EUA)

21 de agosto
Prof. Dr. Arno Wehling (IHGB/UFRJ)

22 de agosto
Prof. Dr. Luiz Mott (UFBA)

23 de agosto
Prof.ª Dr.ª Laura de Mello e Souza (USP)

Acesse: imagensdoocidente.wordpress.com/

Hospedaria dos Imigrantes agora tem acervo online



Está no ar o novo site do Museu da Imigração, com todo o acervo da instituição, antes chamada de Memorial do Imigrante, digitalizado e disponível gratuitamente ao internauta.
Hélvio Romero/AE Pesquisa. Novidade deve facilitar a vida de quem quer solicitar cidadania estrangeira.
No total, o www.museudaimigracao.org.br passa a abrigar 87.640 imagens históricas, 3.223 cartas, 2.824 mapas, 9.740 documentos iconográficos, 2.098 recortes de jornal e informações como nome completo, data de nascimento e origem dos cerca de 1,5 milhão de imigrantes que passaram pela hospedaria. "São estrangeiros que chegaram ao Brasil de 1882 a 1973", diz o responsável pela digitalização dos dados, Lauro Ávila Pereira, diretor de Preservação e Difusão de Acervo do Arquivo Público do Estado.Solicitado pela Secretaria de Estado da Cultura, o Arquivo do Estado assumiu a hercúlea tarefa de digitalizar toda a coleção. "Nossa equipe, de 22 pessoas, levou seis meses para efetuar todo o trabalho", conta Pereira. Desde que o Museu da Imigração - cuja sede fica na Mooca, zona leste, no mesmo prédio que abrigou a Hospedaria dos Imigrantes - fechou para reforma, em julho do ano passado, esse acervo documental, aliás, está sob a guarda do Arquivo do Estado. Orçada em R$ 7 milhões, a obra está prevista para ser concluída na metade do ano que vem, quando a instituição volta a ser aberta ao público. Informações. O novo portal faz parte do projeto chamado Memória da Imigração. A ferramenta deve facilitar - e muito - a vida de quem busca informações sobre os antepassados, seja para saciar a curiosidade ou para solicitar uma cidadania estrangeira, por exemplo. 
Antes de digitalizar o material, o Arquivo do Estado fez a sua reorganização e intervenções de conservação e preservação documental. Todas as imagens foram escaneadas em alta resolução, para fins de arquivo, com uma réplica em formato mais leve, que é a disponível no site. "Com isso, garantimos não só a democratização plena do acesso a essas informações, como também conseguimos melhorar as condições de preservação desses registros", comenta Pereira.
Busca específica. Além de oferecer um campo de pesquisa geral - por localidade ou por período -, a ferramenta permite buscas específicas entre as categorias de documentos disponíveis: cartas de chamada, registros de matrícula, requerimentos da Secretaria da Agricultura, Comércio e Obras Públicas, jornais - publicados por colônias de imigrantes entre 1886 e 1987 -, acervo cartográfico, como mapas e plantas de núcleos coloniais, e iconográfico - retratos de imigrantes, cartões-postais, fotografias de viagens e da antiga hospedaria.
A pesquisa com diferentes variáveis apresenta os resultados organizados em diversos critérios. Um exemplo: em registro de matrícula, pelo sobrenome é possível encontrar informações referentes à data de chegada, idade e familiares das pessoas que passaram pela Hospedaria de Imigrantes. "Imagine só: são quase mil metros lineares de documentos que digitalizamos. Um acervo de valor incalculável, que ajuda a contar a história da formação de nosso Estado", afirma Pereira. E o melhor: agora é possível consultar esse material sem precisar marcar hora, sair de casa ou enfrentar o pó dos documentos.
Fonte - Site Estadão

Concurso Cehibra Fonte da Memória 2012


A Fundação Joaquim Nabuco, através de sua diretoria de Memória, Educação, Cultura e Arte (MECA), torna pública a realização do Concurso Cehibra – Fonte da Memória, edição 2012, que, tendo em vista o conhecimento, a difusão e a exploração os seus acervos históricos e documentais, destina-se a selecionar e a premiar trabalhos acadêmicos que tenham como fontes de pesquisa os acervos da Coordenação-geral de Estudos da História Brasileira Rodrigo Mello Franco de Andrade – Cehibra.

Prêmios:

Dissertação de Mestrado: R$ 10.000,00 (dez mil reais)
Tese de Doutorado: R$ 20.000,00 (vinte mil reais)
Os trabalhos vencedores serão publicados pela Editora Massangana.
As inscrições estarão abertas no período de 1º de agosto a 30 de setembro de 2012.

Reabertura do acervo de jornais para consulta



Informamos que, na próxima terça-feira, dia 7 de agosto, o Arquivo Público do Estado de São Paulo disponibilizará novamente para consulta o seu acervo de jornais.Para reprodução, no momento, é necessário que consulente traga máquina própria.
Clique aqui e verifique o catálogo. 

Núcleo de Comunicação
Arquivo Público do Estado de São Paulo
Rua Voluntários da Pátria, 596 - Santana - São Paulo/SP
(11) 2089-8100

www.arquivoestado.sp.gov.br 

“Escravidão, Pecuária e Policultura: Alto Sertão daBahia, século XIX”


O professor de História Erivaldo Fagundes Neves, lança no próximo dia 9 de agosto o livro“Escravidão, Pecuária e Policultura: Alto Sertão daBahia, século XIX”, pela UEFS Editora. O evento vai acontecer no Campus da UEFS Hall do prédio da Administração Central, a partir das16h.

II SEMINÁRIO NACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO COM O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS



"Os Programas de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU) e em Geologia e Geoquímica (PPGG), da Universidade Federal do Pará (UFPA), por meio do Laboratório de Conservação, Restauração e Reabilitação (LACORE), realizarão em Belém, nos dias 26, 27 e 28 de novembro de 2012, o II SEMINÁRIO NACIONAL DE DOCUMENTAÇÃO DO PATRIMÔNIO ARQUITETÔNICO COM O USO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS, com especial sessão voltada para a interseção dos métodos físicos e químicos aplicados à salvaguarda dos bens culturais.
Trata-se de um evento de caráter multidisciplinar que reunirá arquitetos e urbanistas, engenheiros, geólogos, químicos, físicos, arqueólogos, historiadores, profissionais das áreas de ciência da computação e da informação e outras áreas correlatas.

Chamada de trabalhos para evento que pretende discutir o processo documental do patrimônio histórico com uso de tecnologias digitais e a preservação da memória por meio de métodos físicos e químicos.
Estudante, arquitetos, urbanistas, geólogos, físicos, químicos e historiadores estão convidados para participar, de 5 a 7 de dezembro, do II Seminário Nacional sobre Documentação do Patrimônio Arquitetônico com Uso de Tecnologias Digitais. Em Belém – Pará, serão debatidas questões relacionadas à memória documental na Arquitetura e Urbanismo a partir das tecnologias digitais.
O prazo para envio de resumos, através do email arq.doc2012@gmail.com ou pelo site http://www.arqdoc2012.ufpa.br, é até 10 de agosto. Artigos completos devem ser enviados até 30 de setembro após devida aprovação (31 de agosto). Os trabalhos deverão se enquadrar em um ou mais eixos temáticos, sendo eles: Sistemas, informações, tecnologias e metodologias; Ferramentas digitais para registro, visualização e análise; Interação de métodos físicos, químicos e tecnologias digitais.
Maiores detalhes:

IGHB PROMOVE CURSO DE HISTÓRIA DA BAHIA


Curso: HISTÓRIA DA BAHIA. 
Período: SETEMBRO A DEZEMBRO, das 14h às 16h. 
SERÃO OFERECIDOS QUATRO MÓDULOS - (SETEMBRO: 10 a 14; OUTUBRO: 15 a 19; NOVEMBRO: 05 a 09;DEZEMBRO: 03 a 07. Carga horária: 40 horas. 
Instrutora: Professora  Antonietta d´Aguiar Nunes. 
Inscrição presencial na sede do IGHB - Avenida Joana Angélica, 43 - Piedade. 
Valor R$ 50,00 (cinquenta reais). VAGAS LIMITADAS. 71 3329 4463

II Colóquio Regional de História Colonial

(PARA MAIORES INFORMAÇÕES CLICK NA IMAGEM) 

Prêmio Katia Mattoso: Solenidade de premiação e Conferência de Alencastro


Movimentos sociais e partidos políticos na Bahia republicana nas décadas de 1920 e 1930



O Conversando com a sua História vem por nove anos convidando a sociedade baiana a conhecer sua história, oferecendo uma permanente oportunidade de reunir a comunidade acadêmica e o público em geral, instigado em debater questões e problemas ligados a história colonial, imperial e republicana do Estado da Bahia. Com esta ação, aspira-se difundir conhecimento, agregar valores e estabelecer um elo entre a academia e a comunidade, promovendo a interação entre professores, pesquisadores, estudantes e demais interessados nos diferentes temas apresentados durante o curso. O curso acontece todas as segundas, às 17h, na sala Kátia Mattoso, auditório da Biblioteca Pública do Estado da Bahia (BPEB), Barris.
O acesso ao evento se dá mediante inscrição prévia, que permanece aberta durante todo o evento, de modo a permitir aos interessados formalizarem a inscrição gratuita por email ( cmb.fpc@fpc.ba.gov.br) ou telefone (71 3117-6050), em tempo oportuno, para participarem do curso que tem entrada franca. Aqueles que tiverem presença registrada em 75% dos encontros receberão certificado de participação. Este curso é uma realização do Centro de Memória da Bahia, unidade vinculada a Fundação Pedro Calmon/ SecultBa.

07/08 – Movimentos sociais e partidos políticos na Bahia republicana nas décadas de 1920 e 1930.
Palestrante: Carlos Zacarias de Sena Júnior – UFBA 

I° Seminário de Preservação de Acervos Teatrais



O Iº SEMINÁRIO DE PRESERVAÇÃO DE ACERVOS TEATRAIS se propõe a ser um encontro nacional dedicado, especificamente, a tratar de assuntos relativos a acervos teatrais existentes no Brasil. Tal iniciativa se justifica diante da notória precariedade de conservação de inúmeros acervos, que se encontram não só em em risco de perda iminente, como também das dificuldades de organização, da fragilidade de parâmetros teóricos específicos e a inexistência ou ineficácia de políticas públicas ou privadas para equação consistente dessa situação.As pesquisas documentais que têm fundamentado inúmeros trabalhos sobre o teatro em seus diversos aspectos têm levado os pesquisadores a se conscientizarem cada vez mais, por todo o país, sobre a importância dos acervos teatrais e a constatarem as enormes deficiências, dificuldades e ameaças que tais acervos enfrentam, fazendo-os questionarem-se sobre políticas e estratégias para modificar tal situação.Esse inédito encontro entre especialistas da área teatral, da arquivologia, da museologia, da biblioteconomia, do Direito, entre artistas e responsáveis pelos acervos existentes será de grande relevância para, em primeiro lugar, estabelecer um diagnóstico da situação atual e real desses conjuntos documentais; depois, dar início a uma rede de relacionamentos para a troca de experiências e soluções (teóricas e técnicas) e, finalmente, começar a estabelecer uma política de atuação comum junto aos órgãos públicos e privados responsáveis por apoios institucionais e financeiros.
A iniciativa do encontro é do grupo de professores/pesquisadores que coordenam o Laboratório de Informação e Memória do CAC (Departamento de Artes Cênicas da USP) - LIM CAC, Prof.ª Dr.ª Elizabeth R. Azevedo, Prof. Dr. Fausto Viana e Prof.ª Dr.ª Sílvia Fernandes. O programa do Iº SEMINÁRIO será composto por dois dias de encontros contando, na parte de cada manhã, com duas palestras de especialistas em áreas de interesse, seguidas das comunicações (trabalhos previamente inscritos e aprovados), repetindo-se, no período da tarde, o mesmo esquema (o programa detalhado será publicado em breve).

II Encontro Internacional de Estudos Africanos da UFF



Pretendendo dar continuidade ao estabelecimento de um fórum permanente de discussão de temas relativos à História da África e
fomentar a consolidação deste amplo campo de pesquisas, o NEAF (Núcleo de Estudos Africanos), com apoio do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Fluminense convidam pesquisadores em vários níveis de formação a participar do II ENCONTRO INTERNACIONAL DE ESTUDOS AFRICANOS DA UFF, em Niterói, entre os dias 13 a 17 de agosto de 2012.


CONFERENCISTAS CONFIRMADOS: 

Augusto Nascimento - Instituto de Investigação Científica
Tropical, Portugal

Mariana Candido - Princeton University, Estados Unidos

Paulo Farias - University of Birmingham, Reino Unido

Roquinaldo Ferreira - University of Virginia, Estados Unidos

Yacine Daddi Addoun - University of Kansas, Estados Unidos


INSCRIÇÕES: 

O resumo expandido com o título do trabalho (de 3 a 5 mil caracteres
com espaços) deverá ser enviado para o endereço de e-mail:
encontroafrica2012@gmail.com, na formatação: arquivo ".doc";
fonte Times New Roman, tamanho 12; espaço entre linhas de 1,5. No
resumo deverá constar o nome do(a) autor(a), sua filiação
institucional, o maior nível de formação.

A data limite para o envio dos resumos é 16/03/2012.

Uma comissão científica avaliará e selecionará os trabalhos a
serem apresentado no Encontro. As cartas de aceite serão encaminhadas
até o dia 15/05/2012. Será cobrado o valor de R$35,00 para aqueles
trabalhos que forem aceitos que deverá ser paga até 15/06/2012.

A língua oficial do evento será o português.

O evento não fornecerá cobertura de custos aos participantes.


ORGANIZAÇÃO: Membros do Núcleo de Estudos Africanos-NEAF/UFF

Alexandre Vieira Ribeiro

Alexsander Gebara

Marcelo Bittencourt

Mariza Carvalho

Pós-graduação em Fotografia Aplicada



A pós-graduação em Fotografia Aplicada do Senac é um curso completo, feito para profissionais de comunicação, design, artes visuais ou qualquer função que envolva a utilização de imagens fotográficas.

O mercado vem mudando muito rapidamente e é necessário que o profissional, que trabalha em qualquer dessas áreas, esteja atualizado. Hoje em dia, não basta mais saber somente sobre fotografia: vídeo, o cinema e novas formas interativas da imagem também são fundamentais. Por causa disso, a pós-graduação em Fotografia Aplicada do Senac tem, em seu currículo, conteúdos para a completa atualização profissional.
Para saber tudo sobre essa nossa parceria com o Senac e ficar por dentro da Pós-graduação em Fotografia Aplicada visite o link abaixo e leia nosso Editorial: Digiforum

- Fundamentos da Imagem
- História da Arte
- Comunicação e Semiótica
- Metodologia da Pesquisa
- Estética
- Cultura e Tecnologia
- História da Fotografia
- Produção da Imagem
- Teorias Contemporâneas da Linguagem
- Fluxo de Trabalho e Gerenciamento de Arquivo
- Marketing e Imagem
- Percepção da Imagem
- Trabalho de Conclusão de Curso

Acesse o Portal Senac e saiba mais!

VI Simpósio Escravidão e Mestiçagens: religiões e religiosidades




CONVITE

VI Simpósio Escravidão e Mestiçagens: religiões e religiosidades

18, 19 e 20  de setembro  de 2012
Local: Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB.
Campus de Vitória da Conquista.

Conferências, sessões temáticas e comunicações.

REALIZAÇÃO

Laboratório de Estudos da Escravidão e das Mestiçagens LABESGENS
Museu Pedagógico da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Programa de Pós-Graduação em Memória: Linguagem e Sociedade
Departamento de História - DH

INSCRIÇÕES

Inscrição e pagamento com apresentação de trabalho
18 de julho a 20 de agosto
Inscrição e pagamento como ouvinte:
18 de julho a 18 de setembro
Divulgação de aceite dos trabalhos:
25 a 30 de agosto




Covidamos a todos para participar do VI Simpósio de Escravidão e Mestiçagens: religião e religiosidades, que ocorrerá entre os dias 18 a 20 de setembro. Solicitamos a participação e divulgação de todos os interessados. Lembro que o evento contará com a participação de profissionais de outros países e locais. Para os que pretendem vir e não possuem lugar para se hospedar, estamos providenciando alojamento no próprio campus do evento.

Desde já agradeço a participação de todos.
Att. Comissão de Organização.



Livro conta história do Verão em que 15 mil latas de maconha foram jogadas no mar do Rio



Tem gente que duvida até hoje: em 1987, um navio com 22 toneladas de maconha, guardadas em latas, jogou tudo no mar. A erva boiou do Rio de Janeiro ao Rio Grande do Sul. Foi o animado Verão da Lata, tema do livro de mesmo nome do jornalista carioca Wilson Aquino
Pire aí no roteiro pra lá de cinematográfico: um navio pesqueiro de bandeira do Panamá sai da Austrália e vai para Cingapura, onde pega uma carga de 22 toneladas de maconha. Tudo acondicionado em latas, dessas de leite em pó, e embalado a vácuo. O destino final é Miami, nos EUA – olhe só que viagem. O governo americano, por dentro da movimentação, dá o alerta geral.
A tripulação fica sabendo que a polícia brasileira está na cola. De modo a evitar o flagrante, as 15 mil latas, cada uma com 1,5 quilo de maconha, são jogadas ao mar. Para alegria dos usuários da erva de uma larga faixa de terra – cerca de 2 mil quilômetros – entre os estados do Rio de Janeiro e o Rio Grande do Sul, que acharam o material boiando.
A história mirabolante é de cinema mesmo, mas não de ficção, e sim de documentário – tanto é que um está sendo feito pelo diretor Tocha Alves. De setembro de 1987 até os primeiros meses de 1988, milhares de latas foram chegando às praias.
Tudo isso é contado e ilustrado pelo jornalista carioca Wilson Aquino, 50 anos – com metade da idade na época do fato – no livro Verão da Lata (LeYa/Barba Negra, R$  45/240 págs.). A expressão que batiza a obra é a forma como a estação ficou conhecida.
A gíria, aliás, não foi moda de um Verão só. Quando alguém queria dizer que algo era bom, dizia “é da lata”. “As pessoas comentavam que a maconha era ‘da boa’. Na época, o produto vendido no Rio de Janeiro não era considerado muito bom. E as latas continham maconha com uma qualidade muito grande”, diz Wilson Aquino.

Solon, Solomon 

O autor afirma não ter fumado a mítica maconha da lata – “era uma coisa mais restrita à orla da cidade, e eu morava no subúrbio”, diz. A história tem pitadas de drama também. Como o Brasil ainda era atormentado pela memória dos Anos de Chumbo da Ditadura Militar, a euforia com a descoberta dividia espaço com a apreensão. Quem era achado com maconha apanhava muito e ia em cana, conta Wilson.
Teve gente alugando barco para a busca, em uma verdadeira caça ao tesouro. E surfista trocando as ondas de verdade por outras ondas – eles ficavam atentos ao brilho do metal ao sol. E a polícia caçando todo mundo.
Muita gente até hoje acha que tudo não passa de lenda urbana. “Esse foi um dos motivos para escrever o livro”, diz o autor. O tal navio, é bom contar, era o Solana Star. Numa trapalhada policial, a embarcação entrou tranquilamente no porto do Rio, já sem as latas, jogadas em alto-mar. As autoridades americanas informaram que ele se chamava Solon Star ou Solomon Star. Ninguém se tocou que era o Solana Star.
Quando a polícia se deu conta, apenas o cozinheiro ainda estava na cidade. O resto, espertamente, já tinha dado no pé, cada um para seu país de origem. O americano Stephen Skelton sempre negou a participação na jogada. Chegou a ser condenado, mas foi solto logo depois, por falta de provas. Tudo acabou na mais pura fumaça.

Na lama 

O que também acabou em fumaça foi o conteúdo das latas. Um dos depoimentos do livro é o de Maria Juçá, uma das fundadoras do Circo Voador – famoso espaço de shows carioca, por onde passou muita gente daquele Verão, no palco e na plateia. “Deixei uma (lata) em uso, dei uma para meu amigo artista circense e enterrei duas no quintal”, recorda. Certo dia, chegou em casa e encontrou tudo revirado. Achou que era a polícia. Quando foi ver, era o tal amigo, todo sujo de terra, escavando o jardim em busca das latas perdidas.
O roqueiro Serguei, entrevistado pelo autor, também garante que pescou e fumou da erva, em Saquarema, no estado do Rio. “Gente que nem era surfista veio de prancha, alugou prancha, comprou prancha”, relembra. Um camarada emprestou uma rede de pesca para Serguei. “Bicho, eu não fumo isso aí! Eu não sou maconheiro, mas vou lá para sacar qual é porque não é possível (ser verdade)”, disse o músico na época.
E teve gente que nem sabia o que era aquilo. “Teve caiçara que encheu o cachimbo com a erva e fumou como se fuma tabaco. Outros tocavam fogo na erva para espantar mosquito. Alguns até cozinharam a maconha”, escreve Wilson. Cada um em sua própria viagem, na onda que veio do mar.

Salvatore Carrozzo

Fonte: Correio