IV Encontro Internacional de História Colonial - Belém-Pa

(Santa Maria de Belém do Grão-Pará
(Click na imagem e acesse a fonte)

Encontram-se abertas as inscrições para mini-cursos (vagas limitadas) e para ouvintes.
O IV Encontro Internacional de História Colonial tem por objetivo o aprofundamento das reflexões historiográficas a respeito da história da América Portuguesa e das Américas. Em sua quarta versão, o encontro tem como tema "Trabalho, economia e populações no mundo ibero-americano (séculos XV a XIX)", em torno do qual girarão as conferências de abertura e encerramento e duas mesas-redondas plenárias. O evento tem representado um espaço privilegiado para o debate acadêmico por meio de sua organização em Simpósios Temáticos e Mesas-redondas, sendo seu objetivo o aprimoramento das discussões sobre a experiência colonial americana.

Arquivo Público do Pará lançará catálogo da documentação colonial




O catálogo é o produto final do projeto "Preservação e Acesso: Digitalização da Documentação da Colônia", realizado pela Associação dos Amigos do Arquivo Público do Estado do Pará (ARQPEP) e com patrocínio do Edital Caixa Cultural.
Durante a vigência do projeto, de 12 meses, foi possível equipar e modernizar o Arquivo Público para promover a preservação, conservação e a digitalização do Fundo Secretaria da Capitania, a mais antiga documentação do acervo da instituição e que foi reconhecida pela Unesco com o selo "Memory of the World - MoW" devido ao seu inestimável valor histórico e cultural.
O catálogo apresenta os 768 códices e 11 séries de documentos avulsos que fazem parte desta massa documental, apresentando os nomes das séries, seus respectivos números, períodos e os códigos para a consulta de cada um deles. Desta vasta documentação, mais de 10 mil imagens já estão disponíveis para consulta digital no Prédio do Arquivo Público. Parece muito, mas esse número representa menos de cinco por cento da totalidade dos documentos do Fundo.
 "O processo de digitalização continua e, a cada semana, entre dois e três códices são liberados para a consulta", afirma Eduardo Pinheiro, diretor do Arquivo Público. A previsão é que, no futuro, todo o acervo do Apep seja digitalizado, acabando a com a realização de pesquisa através do meio papel e, assim, preservando os originais.



COLÓQUIO INTERNACIONAL CABO VERDE E GUINÉ-BISSAU: PERCURSOS DO SABER E DA CIÊNCIA



O Colóquio Internacional Cabo Verde e Guiné-Bissau: Percursos do Saber e da Ciênciaresulta de uma parceria entre investigadores do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) e do Centro de Administração e Políticas Públicas do Instituto de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP-UTL) no quadro de programas de investigação em curso, e visa criar um fórum para investigadores das várias áreas do saber científico apresentarem e partilharem estudos e resultados de projectos sobre Cabo Verde e a Guiné-Bissau.
Reflectindo em simultâneo uma história partilhada imposta pela presença colonial Portuguesa e uma evolução diferenciada em função de condições específicas e percursos próprios, Cabo Verde e a Guiné-Bissau, são hoje uma referência fundamental no mundo Atlântico e na África Ocidental atestada pelo crescente número de trabalhos de investigação e de projectos de cooperação. Nesse sentido, este Colóquio pretende dar maior visibilidade à investigação que tem vindo a ser feita contribuindo para dinamizar o interesse por estes dois países e sublinhando o papel desempenhado pela investigação científica e pelo envolvimento directo no desenvolvimento e na cooperação.
Privilegiar-se-á uma abordagem comparativa e interdisciplinar que tenha em conta perspetivas históricas, antropológicas, sociológicas, culturais, económicas, políticas, biológicas e ambientais, que permita não só uma visão histórica e multidisciplinar em termos regionais e mundiais mas também em termos do reconhecimento da importância dos saberes e do conhecimento científico no contexto actual destas sociedades. Espera-se que através de uma análise histórica mais global e abrangente, seja possível uma melhor compreensão da situação presente destes dois países, ajudando a identificar dificuldades actuais e a cooperar na sua resolução.
Áreas temáticas propostas:
Ocupação, História colonial e Escravatura
Etnicidade, Sociedades crioulas e Diáspora
Colonialismo moderno, Descolonização e Período pós-colonial
Biodiversidade, Etnobotânica, Medicina tradicional
Gestão, Conservação e Uso Sustentável de Recursos Naturais
Práticas humanas, Alterações climáticas e Impactos ambientais
Saúde, Alimentação e Ambiente
Literatura, Cultura e Educação
Desenvolvimento e Cooperação (apresentação de projectos)


III Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas



O Núcleo de Estudos das Américas convida professores, alunos e comunidade para participarem do III Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas sob o tema Américas – O III Congresso será realizado no período de 27 a 31 de agosto de 2012, no Campus da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), sob o tema: América Latina : Processos civilizatórios e crises do capitalismo contemporâneo.
O III Congresso Internacional do Núcleo de Estudos das Américas visa a reunir a comunidade acadêmica brasileira e estrangeira para discutir questões relevantes sobre os processos sociais, econômicos, políticos e culturais das Américas. Pretende também ampliar os estudos sobre Pluriculturalidade, Etnicidade, Religião e Cosmovisões, além de fortalecer os estudos sobre as identidades locais, regionais e nacionais.
O III Congresso será realizado no Campus UERJ. A Universidade oferece seus espaços acadêmicos para a apresentação de Comunicações, Pesquisas e outros trabalhos acadêmicos, visando a ampliar os debates, discussões e diálogos que contribuam para o fortalecimento da cidadania, da liberdade de expressão, tolerância e solidariedade entre as diversas culturas.

Tema Central: 
América Latina : Processos civilizatórios e crises do capitalismo contemporâneo

Temas:
Economia, Mercado , Integração e Globalização.
Sociedades Pluriculturais, Etnicidade e Identidade.
América Antiga - identidade, representações culturais e historiografia.
Movimentos Sociais – Imigrações,Terra e Poder.
Religiões, Religiosidade e Cosmovisões.
Gênero e identidade - igualdade e diferenças.
Educação – Ética e Políticas Públicas.
Direitos Sociais e Ambientais, Cidadania e Políticas Afirmativas.
Centroamérica e Caribe – Expressões Políticas Sociais e Culturais.
América Andina – Revoluções Populares e mitos revolucionários.
Pensamento Latinoamericano – séculos XIX/XXI.
Saúde, Políticas Públicas e Medicina Tradicional.

Informações e inscrições: 
Profa. Elizabeth Nazareth ou 
Prof. Paulo Roberto dos Santos: e-mail: congressonucleas@gmail.com
Consultas dirigir-se a Coordenação Geral do III Congresso Internacional do NUCLEAS:
Tel/Fax: (55-21) 2334-0157 ou pelo e-mail: congressonucleas@gmail.com


PRÊMIO ODEBRECHET DE PESQUISA HISTÓRICA


Desde 1959, a Organização Odebrecht patrocina iniciativas que valorizam o patrimônio artístico e cultural do Brasil e de outros países em que atua. Destinando recursos à realização de projetos de grande projeção ou de alcance local, dentro e fora do espaço acadêmico, contribui para a dinamização da vida cultural em suas diferentes esferas e aspectos e promove a afirmação de identidades diversas e a celebração de valores universais. Assim, estimulando a preservação e a propagação da memória, cumpre o papel de incentivar a evolução cultural da sociedade, como determina sua política de sustentabilidade.
Instituído em 2003, O Prêmio Odebrecht de Pesquisa Histórica - Clarival do Prado Valladares é conferido anualmente a um projeto de pesquisa que contribua significativamente para um maior entendimento da formação econômica, sociopolítica ou artística brasileira. Visando incentivar e enriquecer a produção historiográfica nacional, a Odebrecht provê ao vencedor as melhores condições para a realização de seu projeto, incluindo pagamento de direitos autorais e o custeio de todas as despesas necessárias à realização e ao registro da pesquisa. Os conhecimentos gerados são consolidados em um livro de arte, cuidadosamente editado e ricamente ilustrado, distribuído a bibliotecas e outras entidades ligadas à cultura no Brasil e no exterior.
Inscrições até 29 de junho
Informações completas em: http://www.odebrecht.com/pesquisahistorica 

A HISTÓRIA EM PRETO E BRANCO: PERIÓDICOS NO BRASIL DO SÉCULO XIX



A multiplicação de veículos impressos dedicados a divulgar notícias e ideias — no início, mais ideias que notícias — ocorreu no Brasil especialmente a partir de 1822, quando se percebe a veiculação de uma série de “periódicos” que muitas vezes se reduziam a um único e apaixonado número, cujas palavras apresentavam um equilíbrio precário entre opinião e difamação. O Arquivo Nacional guarda em seu acervo na biblioteca vários números destes periódicos, que apresentavam nomes engraçados e até bizarros: O Sorvete de Bom Gosto, a Fluminense Exaltada (ou A Mulher do Simplício), Formiga, Médico dos Malucos, Çapateiro, Malagueta. Além destes curiosos jornais, a exposição aqui apresentada destaca a proliferação de revistas e jornais ilustrados a partir dos anos 1860, para a qual contribuíram artistas como Cândido Aragonês Faria, Ângelo Agostini, Bordallo Pinheiro, Aurélio de Figuiredo, entre outros.

Campanha E-lixo (UFBA)


Uma boa causa
E-LIXO DOANDO E AJUDANDO 
O projeto para arrecadação de lixo tecnológico computacional é uma parceria da UFBA, Programa Onda Digital e a Empresa Júnior de Informática infojr. O que posso doar? 
Computadores, impressoras, mouses, teclados e periféricos de informática. 
Como doar? 
Levando os equipamentos na sala da InfoJr no Instituto de Matemática da UFBA, localizado no Campus de Ondina, Av. Admar de Barros, S/N . Ondina - CEP: 40170-110. 
Como será utilizado minha doação? 
Em capacitações de metareciclagem, oficinas de robótica livre e artesanato com lixo tecnológico em ações de extensão, ou seja, atividade da Universidade em comunidades de baixa renda. 
Dúvidas 

Unesp Aberta - Aperfeiçoamento de Professores Online


Como oportunidade de aperfeiçoamento de professores nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas, Unesp Aberta oferece gratuitamente materiais de cursos de graduação, pós-graduação e extensão.
Agência FAPESP – A Universidade Estadual Paulista lançou no dia 14 de junho o Projeto Unesp Aberta, que disponibiliza pela internet disciplinas livres como oportunidade de aperfeiçoamento de professores nas áreas de Humanas, Exatas e Biológicas.
A iniciativa oferece gratuitamente materiais didáticos digitais dos cursos de graduação, pós-graduação e extensão da Unesp elaborados em parceria com o Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da universidade.
Entre os materiais disponíveis na Unesp Aberta estão mais de 17 mil itens educacionais, como mapas, imagens, softwares e animações, 300 videoaulas, 300 textos e 138 livros digitais do selo Cultura Acadêmica, além do acervo da Biblioteca Digital – que reúne material pertencente ao sistema de bibliotecas da Unesp e de seus centros de documentação.
O acervo contempla ainda o material dos cursos da Universidade Virtual do Estado de São Paulo (Univesp) e da Universidade Aberta do Brasil (UAB) e de cursos presenciais da Unesp que também utilizam as tecnologias digitais.
As disciplinas livres disponibilizadas integram a Rede São Paulo de Formação Docente (RedeFor), convênio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo com Unesp, Universidade de São Paulo e Universidade Estadual de Campinas para dar cursos de pós-graduação a professores da rede pública do Estado.
O projeto da Unesp prevê as inclusões de versões em inglês e espanhol, bem como a incorporação de recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição. O acesso ao material não dá direito a qualquer tipo de certificação de conclusão ou apoio educacional.
O lançamento do projeto também marcou a inauguração do auditório do NEaD, que conta com 150 lugares, além de uma sala de reunião e de salas de aulas.
Fonte: FAPESP

RANCHO DO TROPEIRO - 2012


Pela terceira edição, a Ong Carreiro de Tropa/CATROP monta o seu Rancho Tropeiro na Vila da Conquista, nos festejos do Forró Pé de Serra do Peri-peri. O Rancho do Tropeiro, localizado em frente ao Memorial Régis Pacheco, na Praça Tancredo Neves, estará aberto para visitação entre os dias 13 e 24 de junho, nos seguintes horários: segunda a sexta, a partir das 15h; sábado e domingo, a partir das 10h.
O Rancho do Tropeiro vem afirmar as conquistas da ONG Catrop no desenvolvimento de um trabalho educacional, social e cultural com vistas à legitimação do troperismo e dos tropeiros como patrimônios materiais e imateriais de Vitória da Conquista. Este ano, o Rancho do Tropeiro 2012 homenageará o Sr. Canuto Rodrigues de Araújo, tropeiro e um dos três ex-combatentes remanescentes em Vitória da Conquista, falecido na noite do dia 26 de maio, aos 94anos.
Além das homenagens, comidas e artefatos típicos, o Rancho do Tropeiro, em parceria com a Companhia de Teatro, Coletivo 1por1, fará intervenções teatrais nas noites de sexta, sábado e domingo, resgatando um pouco das contribuições dos tropeiros para a formação da cidade de Vitória da Conquista.
Está esperando o quê? Se aproxegue. Venha nos visitar.   
"Às vezes a visita é rápida... Noutras até demora um pouquinho, quando a prosa é boa... Acaba de chegá e se abanque aí, é rancho simples, mas a acolhida é de bom coração! Seje bem chegado!" (tropeiro Mané Rico).
Rancho do Tropeiro 2012
Abertura: dia 13 de junho, às 20h, com intervenção teatral do Coletivo 1por1

OS DISCURSOS DA MEDIDA DE SEGURANÇA: UMA ANÁLISE DAS RELAÇÕES ENTRE DIREITO PENAL E PSQUIATRIA NO CONTROLE SOCIAL DA LOUCURA



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Da Catequese à Civilização: Colonização e povos indígenas na Bahia (1750-1800)

(Imagem: Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro) 

O Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal da Bahia convida
para a defesa pública da tese: Da Catequese à Civilização: Colonização e povos indígenas na
Bahia (1750-1800)

Autor - Fabricio Lyrio Santos

Banca julgadora:
Dr. Evergton Sales Souza (orientador)
Dra. Zulmira Santos (coorientadora)
Dr. Cândido da Costa e Silva
Dra. Maria do Rosário de Carvalho
Dr. Carlos Alberto de Moura Zeron
Data: 15 de junho de 2012
Horário: 9:30

Local: Centro de Processamento de Dados da
UFBA, Sala 106
Ao lado do PAF I (Campus de Ondina)

Relações de dependência na Chapada Diamantina (Morro do Chapéu-BA, século XIX)



A Fundação Pedro Calmon, através do Centro de Memória da Bahia, convida a todos para participar da 10ª edição do Conversando com sua História, que ocorrerá entre abril e outubro de 2012. Nesta segunda, 18 de junho, teremos a palestra intitulada Relações de dependência na Chapada Diamantina (Morro do Chapéu-BA, século XIX), que será ministrada pelo prof. Ms. Jackson André da Silva Ferreira - UNEB.
Contamos com sua Participação!


RESUMO

Assim como em diversas partes do Brasil Imperial, no sertão baiano o paternalismo foi amplamente utilizado pelos senhores/fazendeiros como estratégias de criação de dependentes. Para os grandes proprietários da vila de Morro do Chapéu oitocentista possuir muitos dependentes significava ter prestígio e gente disposta a defendê-los em momentos de conflitos. Mas o paternalismo era uma relação de poder onde, mesmo assimétrico, os envolvidos tinham direitos e deveres. Nesse sentido, os subalternos também se aproveitavam dele. Vincular-se a um potentado local possibilitava enfrentar as dificuldades cotidianas e sazonais, como as secas. Nessa comunicação  busco mostrar com em situações desfavoráveis alguns dependentes da vila de Morro do Chapéu, norte da Chapada Diamantina, utilizavam da subalternidade e reivindicavam apoio dos patronos para obter determinadas vantagens.   

Local: sala Kátia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia.
Data: 18 de junho de 2012
Horário: 17h
Inscrições Gratuitas
3117-6067


POLÊMICAS HISTÓRICAS NO 2 DE JULHO


Secretaria da Polícia da Província da Bahia 
4 de julho de 1866. 

Com a informação em original junta, com a qual me conformo, do Delegado do 1º distrito, satisfaço ao que ordenou-me Vossa Excelência em oficio de ontem, relativamente ao objeto do requerimento, que devolvo, em que alguns cidadãos reclamam contra o depósito ou guarda dos Carros Triunfantes do festejo nacional do dia Dois de Julho, na Praça denominada dos Veteranos da Independência.
Deus guarde Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Doutor Vice Presidente da Província.
Bahia e Delegacia do 1º Distrito 3 de julho de 1866.
Ilustríssimo Senhor
Informando com urgência, como determina Vossa Senhoria, a cerca da representação de alguns indivíduos desconhecidos, a qual acompanhou o incluso oficio do Governo da Província desta data, cabe-me dizer a Vossa Senhoria o seguinte.
É a comissão dos festejos do dia Dois de Julho, a quem compete dar direção a eles, e entendendo-se comigo, como 1º Secretário da Sociedade Dois de Julho, tomou a deliberação de mandar construir no Largo de Guadalupe, hoje Praça dos Veteranos, o pavilhão para nele se colocarem os carros de triunfo com os emblemas da Independência.
As comissões [...] colocavam os carros, ora da Piedade, ora na Praça do Palácio, e ora no Terreiro, sem que jamais houvesse lugar certo para este fim, sendo essa atribuição privativa das mesmas comissões, que foram sempre quem unicamente fizeram as despesas necessárias com os pavilhões, e sem que ninguém até hoje intervesse na escolha do lugar, porque as Comissões são as mais habilitadas por conhecer da localidade conveniente para o depósito dos carros durante toda a festividade.
A longitude em que fica a Praça da Piedade do centro dos festejos, e da imediata inspeção das Comissões sobre eles, dar-se lugar a que alguém por malvadeza ou perversidade fosse, alta noite, quebrar e furtar certas peças de adorno dos carros triunfantes, apesar da vigilância das Comissões, que até costumavam postar ali um soldado de sentinela, cuja interferência era por todos notada.
Ainda em o ano passado, não obstante os cuidados que foram empregados, furtaram um dos bustos adornados do carro pequeno, e descravaram todas as estrelas douradas do carro grande.
E de mais os emblemas patrióticos eram pouco visitados pelas famílias no Largo da Piedade, onde se reunia grande número de Africanos, pela maior parte escravos, os quais formavam batuques estrondosos, como era por todos observado, resultando muitas vezes desordens que davam não pouco trabalho a Polícia.
A vista de todas essas plausíveis razões, e não por quaisquer outros motivos, a Comissão do presente ano, a quem dei aquelas informações, acordou em princípio depositar os carros em um pavilhão na Praça de Santa Izabel, em frente da Igreja da Sé, mas tendo-se ela arruinada, resolveu, ainda por indicação somente minha, mandar construir o referido pavilhão na Praça dos Veteranos que, a meu ver, é a mais própria para esse fim, sendo essa uma das mais decentes desta Cidade.             
Já vê Vossa Senhoria, que o Coronel Carvalhal, nenhuma parte teve na escolha do local, e nem mesmo a Comissão dos festejos se deixaria dominar senão pelos bons desejos de abrilhantar o festim Nacional do sempre memorável Dois de Julho, e pelo velo de evitar novos prejuízos como os que já se tinham dado, principalmente quando se vê obrigada a fazer a maior economia, porque com poucos recursos pecuniários conta para tantas despesas indispensáveis, visto que esses patriotas que muito exigem, e que nada os contenta, não contribuem se quer com a mais diminuta quota para a solenidade da festa.
Sabendo eu ontem na lapinha que alguns moços, um pouco eletrizados e imprudentes se dispunham a dar o grito de alarma, iludindo o povo a fim de fazer, a todo o tranco seguir para a Piedade os carros, logo que partissem do Terreiro, depois da parada, procurasse desvanecê-los deste intento criminoso, e entendi-me com a distinta Corporação dos Caixeiros Nacionais, a quem dando os motivos que a cima apontei e que levaram a Comissão a mandar a fazer no corrente ano o pavilhão na Praça dos Veteranos da Independência, apelei para o seu verdadeiro patriotismo e bom senso a fim de ser respeitado o programa da Comissão dos festejos, oportunamente publicado nos jornais diários, sem reclamação alguma, e com o qual havia já concordado a dita Corporação dos Caixeiros Nacionais.
Esta patriótica Corporação, que de certo tempo pra cá muito tem concorrido para o brilhantismo do 1º Dia Baiano, aplaudiu a deliberação da Comissão dos festejos, e tomou a si a direção dos carros de triunfo para a Praça dos Veteranos, e assim cumpriu.
Não conheço um só dos signatários da representação feita ao Governo, e nem pude obter informação alguma sobre eles; tão desconhecidos são!
Intitulam-se procuradores do povo, que lhes não deu procuração; são talvez anarquizadores que pretendem com essa tirania marear o festim Nacional do dia Dois de Julho, mas que não poderão conseguir, porque não estamos em um país de bárbaros, onde meia dúzia dia indivíduos, sem nome conhecido, ousam ameaçar com essa irrisória energia e valor a primeira Autoridade da Província, que arcada do prestígio que tem, e dos auxiliares de que dispõe, em cujo número me honro de estar contemplado nesta ocasião, saberá refletir essa audácia pouco comum, que só pode partir de homens que nada tem a perder, e si alguém que, valendo-se de nomes supostos, quer tirar alguma vingança pessoal.
Fui em pessoa a Praça da Piedade, e nenhum vestígio ali encontrei que me levasse a crer a construção desse sonhado barracão, em que, se diz que o Comércio gastou 450#000!
Posso assegurar a Vossa Senhoria que é uma falsidade que os pseudorrepresentantes do povo querem imputar ao pacífico e honrado corpo do Comércio.Entendo, porque o protesto dos suplicantes e sua pretensão são um perfeito desproposito que não merece a menor consideração de qualquer pessoa, e muito menos do Governo da Província.
Deus Guarde a Vossa Senhoria.
Ilustríssimo Senhor Doutor Chefe de Polícia desta Província.
O Delegado, José Alves do Amaral.
Fonte: 
Arquivo Público da Bahia 
Seção: Colonial / Provincial 
Série: Polícia
Maço: 2962 
Documento composto de 11 páginas manuscritas, 
constando anexo o abaixo assinado e 
respectivas assinaturas. 
                                                 
          

Polêmica por conta do 2 de Julho será investigada pela prefeitura



 A TARDE

O secretário municipal de Educação, Cultura, Esporte e Lazer, João Carlos Bacelar, anunciou no início da noite desta segunda, 11, que vai ser instaurado inquérito para apurar se um e-mail com ofensas à professora Consuelo Pondé, presidente do Instituto Geográfico e Histórico  (IGHB), é realmente de autoria de Alexinaldo Lobo, gerente de promoção cultural da Fundação Gregório de Mattos (FGM). Se for comprovada a autoria, segundo Bacelar, o servidor será exonerado.
Afastado de suas atividades por licença-prêmio, Alexinaldo Lobo não foi encontrado pela reportagem e não respondeu aos questionamentos enviados por e-mail. De acordo com o secretário, ele negou a autoria do texto.
Durante uma reunião realizada nesta segunda à tarde na FGM, a presidente da fundação, Isa Maria Silva, pediu desculpas oficiais a Consuelo Pondé. Além disso, ficou decidido que os carros que carregam as imagens do caboclo e da cabocla passarão por manutenção e participarão do desfile do 2 de Julho.
Repercussão - O e-mail polêmico foi enviado à professora Consuelo Pondé após uma entrevista que ela concedeu à Rádio Metrópole na última sexta-feira. Atribuído – por meio do endereço eletrônico e no final do texto –  a Alexinaldo Lobo, o texto ofende a historiadora com termos como “irresponsável e destemperada”. No trecho inicial do e-mail, o autor afirma: “Achei muito mal-educado seu pronunciamento na Rádio Metrópole, além de mentiroso e grosseiro”.
O e-mail rapidamente repercutiu em redes sociais, como o Facebook. Diversas personalidades e artistas baianos manifestaram apoio à historiadora. Fora do País, o escritor João Ubaldo Ribeiro enviou mensagem ao A TARDE, onde registra solidariedade à professora: “Que absolutamente não pode ser desconsiderada e desrespeitada por quem quer que seja, muito menos por um órgão oficial da Bahia”, disse.
Na entrevista concedida à rádio, a presidente do IGHB disse que os carros – construídos em meados do século XIX – estão deteriorados por falta de manutenção adequada e que poderiam não sair no desfile se não fossem instaladas pranchas sob as rodas.
Após os pedidos oficiais de desculpa, ficou acertado que uma próxima reunião será realizada para discutir a manutenção dos carros. “As informações técnicas serão discutidas em reunião com membros da nossa equipe e do instituto”, afirmou a FGM, por meio da assessoria.
Pranchas - Segundo a historiadora Consuelo Pondé de Sena, os carros que carregam as imagens dos caboclos passam por reparos todo ano, mas uma grande reforma só ocorreu na gestão do ex-prefeito Antônio Imbassahy. “O calçamento do trajeto do desfile é muito desnivelado e feito de pedras. O carro não aguenta mais esse percurso. O que estou pedindo à prefeitura, e acredito que ela vá fazer, é a instalação de pranchas embaixo das rodas, para evitar que os carros tenham atrito direto com o chão”, disse.
A necessidade do apoio com as pranchas foi recomendada, segundo Consuelo Pondé, pelo diretor do Museu Afro Brasil, Emanuel Araújo, e pela museóloga Sílvia Ataíde. “Nesta gestão, só foi feita a restauração da pintura. No ano passado, na volta do desfile, o eixo da roda quebrou. Precisa de uma intervenção maior”, acrescentou Consuelo Pondé.  

Lançamento da SEP 92



Após realizar uma noite de autógrafos da Panorama Cultural da Bahia Contemporânea em Feira de Santana, a Superintendência de Estudos Econômicos e Sócias da Bahia (SEI), oficialmente, promove o lançamento da publicação em Salvador, uma parceria com a Secretaria de Cultura do estado (Secult). O evento acontece às 19h da próxima segunda (18), no Museu Rodin.
O estudo é oriundo de parceria entre a Secretaria de Planejamento (Seplan) e a Secretaria de Cultura (Secult) para subsidiar a elaboração do Plano de Desenvolvimento Sustentável do Estado da Bahia (PDS). A SEP integra a linha editorial da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Seplan. A publicação pode ser obtida também por download gratuito no portal www.sei.ba.gov.br
A técnica da SEI e coordenadora editorial da publicação, Carlota Gottschall, explica a importância dos estudos: "É fundamental discutir a territorialização da cultura e a diversidade cultural regional da Bahia, desse modo contribuímos para a superação dos preconceitos existentes no campo da diversidade cultural. Pois, o preconceito é advindo da falta de conhecimento”. Os autores dos artigos nesta edição são: Milton Moura, Gustavo Falcón, Caio Figueiredo Fernandes Adan, Roberto Nunes Dantas, Lina Maria Brandão de Aras, Ricardo Moreno, Erivaldo Fagundes Neves, Vanessa Magalhães da Silva, Maria Hilda Baqueiro Paraiso e Cristina Nunes.
Nessa edição, os artigos foram ordenados segundo a seguinte classificação: Grande Recôncavo (Recôncavo Afrobarroco e Recôncavo Sul); Grande Sertão (Sertão de Canudos; Sertão do Couro e Sertão do São Francisco); Chapada Diamantina; Serra Geral/Sudoeste; Oeste; Litoral Sul e Extremo Sul. A participação da Secult para produzir a publicação é referendada no fato de ser a primeira Secretaria a adotar a política territorial construída pela Seplan, ao democratizar e descentralizar as ações e recursos conforme a nova divisão do estado em Territórios de Identidade, a partir de 2007.

REVISTA DE HISTÓRIA



É com alegria que a Revista História coloca à disposição sua terceira edição com o dossiê "Criminalidade". Foi uma grata surpresa o número de artigos recebidos e a repercussão que a revista vem alcançando, desde sua segunda edição, no âmbito nacional. Nosso interesse pelas noções de Punição e Controle e temas relacionados - como disciplina, legislação, polícia, justiça, prisão, criminalidade, cidadania... – sem nos fecharmos ao diálogo com outros temas e noções, está suscitando interesses diversos e contribuições das mais variadas. Delinquência infantil, perfil do criminoso, Códigos Penais, Casa de Correção da Corte, crimes hediondos, criminalidade e imprensa, são alguns dos temas do dossiê. Mas não é só. Desejamos um espaço de experimentação e diálogo. Neste sentido, contribuições dos mais diversos temas, campos teóricos e metodológicos foram aceitos a fim de efetivarmos este ambiente de troca e interação. Liberdade religiosa, Nietzsche, melancolia e depressão na história, D. Pedro II, história da loucura, Primeira Guerra Mundial, formação da identidade portuguesa na América, índios Xucuru e o teatro de Aristófanes são temas que compõem também esta terceira edição. A todos os autores o meu agradecimento pela contribuição intelectual e pela qualidade de seus trabalhos. Quero ainda agradecer o contato de pessoas que escrevem sugerindo dossiês, fazendo elogios e de editoras. É nosso interesse, futuramente, selecionarmos artigos para, em uma edição especial, elaborarmos uma publicação comemorativa. Particularmente gostaria de agradecer o interesse do senhor Secretário Municipal de Segurança Pública e Cidadania, da Prefeitura Municipal de Canoas (RS), o sr. Eduardo Pazinato. Seu interesse por nossas publicações reforça nosso compromisso intelectual com a cidadania e a transformação da realidade.


Muito obrigado a todos.
Luciano Rocha Pinto
Editor

Curso de Conservação e Restauro Documental



Público alvo: O Curso é direcionado a técnicos, profissionais e estudantes universitários de Arquivologia, Biblioteconomia, Museologia, História e áreas afins.
Número de Vagas: 35
Valor da Inscrição: R$ 80,00
Mensalidade: R$ 80,00 (2X)
Duração: 2 meses
Apoio: Centro de Documentação e Memória dos Frades Capuchinhos
Contatos via e-mail:upbs17@gmail.com – Prof. Frei Ulisses Bandeira – Convento da Piedade
mello.moraes@yahoo.com.br  - Assist. Moise Moraes – Nazaré 

África à vista: dez estudos sobre o português escrito por africanos no Brasil do século XIX


A formação histórica do português brasileiro deu-se em complexo contexto de contato entre línguas. Dentre as diversas situações de contato havidas, a do português com línguas africanas assume maior relevância por ter sido generalizada no tempo e no espaço. Africanos e afro-descendentes, no período que se estende do século XVII ao século XIX, correspondem juntos a cerca de 60% da população brasileira (cf. MUSSA, 1991). Contudo, a escrita da história lingüística deste que é o mais expressivo segmento formador da população brasileira era tarefa que se colocava no plano de uma reconstrução quase que exclusivamente a partir de 'indícios', uma tarefa não para historiadores, mas para arqueólogos da língua portuguesa (cf. MATTOS E SILVA, 2002) (trecho retirado da Introdução do livro).

Acesse e faça o Download: http://books.scielo.org/id/48 

Palestra e lançamento do livro A Bahia no século XVIII - Profª Avanete Souza



A Fundação Pedro Calmon, através do Centro de Memória da Bahia, convida a todos para a palestra e o lançamento do livro da Profª Dr. Avanete Pereira Sousa, A Bahia no século XVIII: poder político local e atividades econômicas.
Segue o convite em anexo.

Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 11 de junho de 2012
Horário: 19h

Olimpíada Nacional em História do Brasil 2012



A 1ª Olimpíada Nacional em História do Brasil ocorreu em 2009, contou com cerca de 16 mil inscritos e foi um grande sucesso entre alunos e professores de todo o país!
Desde então a Olimpíada vêm crescendo ano a ano, contando com a participação de mais de 120 mil alunos e professores de todos os estados do país e se firmando no cenário educacional como uma proposta inovadora de estudo consistente de História.
A 4ª Olimpíada Nacional em História do Brasil traz novamente o desafio de estudar a história do Brasil por meio de textos, documentos, imagens e mapas, ao longo de questões de múltipla escolha e da realização de tarefas muito especiais!
Serão 5 fases online e uma fase final, presencial, que ocorrerá, organizada pelo Museu Exploratório de Ciências – Unicamp.

Irmandade de São Benedito da Vila de Cairu



Respondeu em 19 de fevereiro de 1847.
                        Ilustríssimo Excelentíssimo Senhor      
Respondeu em 13 de setembro de 1847.
Houve parecer do presidente da Coroa
Em 3 de setembro de 1847.
Há mais de cinquenta anos que no Convento desta Vila, existe ereta uma Irmandade de São Benedito composta de Irmãos, a maior parte pretos e cativos e cujo compromisso é confirmado; porém seus estatutos viciosos por serem arranjados pelos Franciscanos, a fim de iludirem os pretos e ridicularizarem os atos ali praticados, bem como um Reinado no dia do Santo, organizado de um Rei com capa, [anágua], coroa e cetro, e uma Rainha com as mesmas reais insígnias acompanhados de danças e muitas pessoas, que até fazem promessas por ocasião de moléstias, e dirigindo-se ao dito Convento ali são recebidos pelo guardião, paramentado de capa de as pregar e dar-lhes duetos e água benta e os acompanha até um trono com degraus que está colocado no corpo da Igreja matriz, digo, no corpo da Igreja, e em ocasião do Evangelho lhes dão velas de libra, e duetos e as vezes até por Diáconos, conforme a atenção. Acabada a festa principiam os Reis acompanhados da irmandade com capas e de grande concurso de povo a beber de casa em casa até horas de procissão solene com Sacramento, a que eles acompanham rodeados da Irmandade; acabado este ato religioso continuam até alta noite no passeio com dançarinos e grande multidão de povo em cujas ocasiões tem havido muitas desordens. No ano de 1832 um visitador achando-se em visita nesta Vila, observando atos tão indecorosos de negros cativos cingirem vestes que imitam as Reais, e da obstinada bebedeira, que por estas ocasiões havia proibido por um termo no compromisso, ordenando que da hora em diante não houvesse mais semelhante desacato e que só houvessem juízes, como em outras Irmandades, o que não quiseram os Franciscanos fazer observar, e como, Excelentíssimo Senhor, desejo obrar em regra quisera que Vossa Excelência se dignasse ordenar-me para que proíba estes atos. O doutor Corregedor Francisco Nunes da Costa por ocasião de um Rei dessa Irmandade mandar soltar um preso de justiça pelo costume de mandar soltar os que na ocasião em que ele passava, gritavam: valha-me Sua Majestade proibiu tal reinado, cuja proibição pelo tempo caiu em esquecimento.
Deus guarde a Vossa Excelência felizmente, como havemos de existir.
Cairú, 30 de Novembro de 1846.
Ilustríssimo e Excelentíssimo Senhor Diretor Conselheiro 
Antonio Ignácio de Azevedo, Presidente da Província da Bahia.
Francisco Xavier de Souza Figueiredo.
Juiz Municipal e Delegado Suplente. 
Fonte: 
Arquivo Público da Bahia 
Seção: Colonial/Provincial
Juízes de Cairu 
Maço: 2296- 1842-1846 
Para saber mais acesse: 

http://www.monumenta.gov.br/site/wp-content/uploads/2011/03/cairucompleto1.pdf

http://www.ppgh.ufba.br/IMG/pdf/OS_ROSARIOS_DOS_ANGOLAS.pdf

http://www.lai.su.se/gallery/bilagor/SRoLAS_No4_2.%20Irmandades%20e%20devoc%CC%A7o%CC%83es%20de%20africanos.pdf

Conversando com sua História - Módulo Sertão



A Fundação Pedro Calmon, através do Centro de Memória da Bahia, convida a todos para participar da 10ª edição do Conversando com sua História, que ocorre entre abril e outubro de 2012. No módulo sertão, que será discutido no mês de junho, teremos a palestra intitulada Sertões da Bahia: caminhos da ocupação territorial, da interação cultural e dos intercâmbios coloniais, que será ministrada pelo Prof. Dr. Erivaldo Fagundes Neves  UEFS.
Contamos com sua Participação!
Local: sala Katia Mattoso, 3º andar da Biblioteca Pública do Estado da Bahia
Data: 04 de junho de 2012
Horário: 17h
Inscrições Gratuitas
3117-6067

Informativo do Arquivo Público do Estado de São Paulo - 2ª quinzena de maio/2012


Lei de Acesso a Informação
Decreto de São Paulo destaca as interfaces entre a gestão de documentos e o acesso à informação
Servidor realiza palestra sobre trabalho do Arquivo Público para alunos do ensino médio
Ampliar o acesso ao público escolar é uma das atribuições do Núcleo de Ação Educativa
Lei de Acesso à Informação é tema de evento em SP
Oficina de capacitação reuniu cerca de 320 servidores públicos para discutir a Lei Federal nº 12.527

FAOP - Curso Técnico em Conservação e Restauro



Para dar a oportunidade para mais pessoas participarem do curso técnico em Conservação e Restauro, a Fundação de Arte de Ouro Preto | Faop abre duas turmas pagantes no segundo semestre de 2012. As inscrições para o processo seletivo do curso técnico podem ser feitas entre os dias 24 de maio a 15 de junho, pelo site www.faop.mg.gov.br. A seleção ocorre em junho, e as aulas têm início em agosto. No total são oferecidas 40 vagas distribuídas entre os turnos manhã e tarde.

Destinada às pessoas que já concluíram ou estão cursando o Ensino Médio (a partir do 2º ano), a iniciativa capacita profissionais para analisarem, diagnosticarem e intervirem adequadamente em acervos de papel, escultura policromada e pintura de cavalete. A grade curricular do curso é distribuída em quatro módulos semestrais, com carga horária total de 1552 horas, incluindo o estágio curricular.

O valor da inscrição é R$75,00, e a mensalidade do primeiro módulo é R$300,00. Confira o edital completo do processo seletivo no site da Faop (www.faop.mg.gov.br). Mais informações podem ser obtidas no Núcleo de Conservação e Restauração pelo telefone (31) 3552-2480.