Prêmio Katia Mattoso selecionará trabalhos sobre a História da Bahia


Para essa primeira edição, as inscrições estarão abertas no período de 14 de outubro a 16 de dezembro de 2011. Poderão se inscrever livros, dissertações ou teses, escritos em língua portuguesa, publicados ou defendidos dentro do prazo de inscrição. A avaliação será coordenada por uma comissão de Doutores em História, segundo os seguintes critérios: originalidade, erudição bibliográfica, rigor metodológico, esforço de pesquisa e criatividade narrativa. A premiação e os valores: para livro publicado, R$ 20 mil reais; R$ 10 mil reais para tese e R$ 5 mil reais para dissertação. A Assembleia Legislativa da Bahia publicará os trabalhos premiados.

A historiadora e cientista política Kátia Mattoso nasceu na Grécia, em 1932. Faleceu no dia 11 de janeiro de 2011, aos 78 anos. Lecionou na Universidade Federal da Bahia. Fundou a cadeira de História do Brasil na Universidade de Paris-Sorbonne. Seus principais livros foram: Ser escravo no Brasil (Brasiliense, 1982) e Bahia século XIX: uma Província no Império (Nova Fronteira, 1992),

O Prêmio Katia Mattoso é promovido pela Fundação Pedro Calmon/ SecultBA com apoio da Assembléia Legislativa da Bahia. Tem como finalidade distinguir, anualmente, livros e trabalhos acadêmicos sobre História da Bahia, em Língua Portuguesa.
Click e acesse: Edital
  
 Maiores informações: http://www.fpc.ba.gov.br/node/1573

Seminário de História Política - SEHPOLIS - UFBA: Comunicado sobre as inscrições

Seminário de História Política - SEHPOLIS - UFBA: Comunicado sobre as inscrições: As inscrições para ouvintes do II Seminário de História Política já estão abertas e são gratuitas. Aguardamos a sua inscrição.
Click na imagem e faça a sua inscrição.

Manual de Escrita, Paleografia e Documentos Históricos



Enquanto que para muitas pessoas o trabalho de indexação é agradável e gratificante, outras têm dificuldade com caligrafias difíceis de interpretar. Incluímos os links abaixo em nossa ajuda para reconhecimento de caligrafia para que você possa melhorar suas habilidades. 

 Este site da internet oferece orientação para decifrar manuscritos e outros documentos antigos que foram impressos em tipografias antigas ou escritos em caligrafias antigas. As línguas incluídas são o alemão, holandês, italiano, francês, espanhol e português. O conteúdo deste site poderá ser útil para a pesquisa genealógica, histórica e literária.
Nossos agradecimentos ao sistema de Indexação do FamilySearch
 

Lançamento: Segredos da Boa Aparência: da "cor" à "boa aparência" no mundo do trabalho carioca (1930-1950)

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Thrash Metal e História do Brasil

Banda brasileira de Thrash Metal inova ao compor músicas sobre história do Brasil e se destaca por conquistar fãs brasileiros e no exterior
 
 
Duas poderosas guitarras fazem os solos, acompanhadas por uma bateria animada, um baixo potente e um vocal gutural, no melhor estilo Sepultura. O Tamuya Thrash Tribe (TTT) bem que poderia ser vista como mais uma banda de Thrash Metal. Mas não é. Ela possui uma proposta que a diferencia do que existe no atual cenário do metal brasileiro: todas as suas letras se baseiam na história do Brasil.

Formada há aproximadamente um ano, no Rio de Janeiro, a banda é composta por Luciano Vassan (Guitarra e Voz), Leonardo Emanoel (Guitarra), Alex Tiyug (Baixo) e Guilherme PollIg (Bateria). Em entrevista exclusiva ao Café História, o vocalista do TTT, Luciano Vassan, um publicitário de 32 anos, explicou como surgiu a ideia de formar uma banda cujas letras se inspiram em fatos e personagens da história brasileira:
- Nós tínhamos uma banda "cover". E em agosto do ano passado, fomos convidados para fazer uma festa no Rio. Era uma festa com bandas de músicas com temática Viking, algo que é bastante comum na Europa. Preparamos um repertório e todos curtiram bastante. Então, alguém sugeriu: façam uma banda Viking! Nós achamos estranho. Somos brasileiros, não tem muito a ver. Mas a ideia era boa. Então, o que fizemos foi trocar os Vikings pelos índios e outros temas da história do Brasil. Foi assim que surgiu o Tamuya Thrash Tribe. O nome "Tamuya" vem da Confederação dos Tamoios. É a palavra em Tupi para Tamoio.
 
Acesse a fonte e leia a matéria completa:

"Estudos Africanos - Relações Índia e África”



O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) e o Programa de Intercâmbio Sul-Sul para a Pesquisa da História do Desenvolvimento (Sephis) realizam o minicurso "Estudos Africanos - Relações Índia e África”, de 13 a 15 de setembro, das 18 às 21h, na sede do CEAO, Largo Dois de Julho. O evento é gratuito. Os interessados devem se inscrever pelo e-mail: alyxandrasephisbrasil@gmail.com

A professora Renu Modi, da Universidade de Mumbai, ministrará as aulas do curso que faz do programa Lecture Tour, ciclo de palestras sobre tema relevante para os Estudos Africanos no Brasil. No minicurso, dará especial atenção às relações entre Índia e África e também ao que concerne às migrações de africanos e relações raciais.

Um pouco sobre a palestrante – Renu Modi é pesquisadora sênior do Centro de Estudos Africanos da Universidade de Mumbai, na Índia. É cientista política graduada pelo Lady Shri Ram College for Women, em Nova Delhi. Seus livros são: Beyond Relocation: The Imperative of Sustainable Resettlement e South-South Coopertion: Africa on the Centre Stage. Além disso, já publicou sobre relações econômicas entre Índia e África numa perspectiva tanto histórica quanto contemporânea e trabalhou como consultora para desenvolvimento social para o Banco Mundial em 2005.

Minicurso: Estudos Africanos – Relações Índia e África
Quando: 13, 14 e 15 de setembro, das 18 às 21h
Onde: CEAO, Largo Dois de Julho
Quanto: Gratuito
Mais informações: alyxandrasephisbrasil@gmail.com / (71) 8724-6364

Curso de Língua e Civilização Iorubá


O Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) está com inscrições abertas para o curso de língua e civilização iorubá. As aulas ocorrerão todas as terças-feiras, das 18h30 às 20h30, a partir de 13 de setembro, e serão ministradas pelo professor Ayawale Ayo Olayanju, dirigente da Casa da Nigéria na Bahia.

O curso de iorubá é voltado para estudantes, professores e comunidade em geral. Durante três meses, os participantes terão noções básicas do idioma. Os interessados devem efetuar a matrícula na sede do CEAO, no Largo Dois de Julho.
Curso: Iorubá (Nível básico)
Quando: 13 de setembro a 13 de dezembro, das 18h30 às 20h30
Onde: CEAO - Pç. Inocêncio Galvão, 42, Largo Dois de Julho
Mais informações: (71) 3283-5512 | ceao@ufba.br

Projeto Conversando sobre Patrimônio - IPAC

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VII Simpósio de História - UCSAL


O VII Simpósio de História da Católica, organizado pela Coordenação do Curso em parceria como Centro Acadêmico Carlos Marighella pretende consolidar esse processo com um tema do interesse geral dos profissionais de História, maiores interessados desse evento.

O tema desse simpósio temático, como os anteriores foi escolhido coletivamente, entre os alunos, e pretende abrir espaço para a discussão de pesquisas sobre a produção e circulação dos discursos historiográficos direcionados ao público acadêmico nas diferentes temporalidades.

 A historiografia brasileira tem crescido muito nos últimos tempos, principalmente quando os estudantes passaram a priorizar temas da sua história cotidiana, da cultura do seu povo e buscar esses conhecimentos nos documentos, comprovando cientificamente a sua “verdade verdadeira”.
 É importante ser lembrado que só a partir do século XIX, conhecido como “o Século da História” é que ela surge como reveladora de gêneses, não que isso nunca houvesse sido feita, porém, passa-se a pensar como analisá-la, que ferramentas seriam usadas, que teorias e práticas seriam pertinentes. Na verdade, é nesse século que se cria um caráter científico ao que antes era considerado apenas literatura, adquirindo métodos e critérios. E, segundo Francisco Iglesias o que se tenta fazer a partir daí é “ reunir o maior número possível de documentos seja de produção atual ou antiga recuperada” (IGRESIAS: 2000, 41). E, a partir daí com o surgimento de Entidades e Sociedades Especializadas, como o IGHB que a história vira “febre intelectual”.

 Por isso, esse tema, tão importante e sempre atual para os profissionais de história, também abrirá diálogos multidisciplinares entre os diversos campos do saber histórico-historiográfico. Assim, a partir de uma pluralidade de enfoques teórico-metodológicos, o Simpósio pretende se voltar para a produção e o concurso dos discursos historiográficos atuais, visando criar um espaço interdisciplinar de reflexão entre pesquisadores – alunos e professores de história.

SEMANA DA NIGÉRIA EM SALVADOR/BAHIA

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Mausoléus escondem azulejos do século XVIII na Igreja do Pilar


Gildo Lima / Agência A TARDE
Confirmando a máxima segundo a qual “os mortos comandam os vivos”, os mausoléus dos casais Antônio Teixeira Cesimbra/Joanna Marques Figueredo Cesimbra e Maria Emília Barros Ferreira/Francisco Ambrósio Ferreira, implantados respectivamente em 1876 e 1899 na nave da Igreja de Nossa Senhora do Pilar em Salvador (inaugurada em 1745), não serão transferidos para o cemitério anexo ao templo como planejava  o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia.
O Ipac, que finaliza ampla reforma na igreja, queria remover as sepulturas pelo fato de elas estarem cobrindo parte do belo painel de azulejos portugueses do século XVIII, em uma das paredes da igreja,  tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Em 2008, o Instituto fez  publicar, em jornais de Salvador, avisos convocando parentes dos falecidos há quase 200 anos para que procurassem o órgão e procedessem a remoção dos restos mortais, caso contrário isso seria feito de qualquer maneira pelo Ipac, que obteve, inclusive, o aval do então cardeal arcebispo de Salvador dom Geraldo Majella Agnelo. Ninguém se apresentou como responsável pelos ossos. Contudo, ao consultar a Procuradoria Geral do Estado, a direção do Ipac recebeu a recomendação de não perturbar o descanso dos mortos, deixando tudo como havia sido acertado entre as famílias dos defuntos e a irmandade da Igreja do Pilar que permitiu a construção dos mausoléus na nave.
Descanso tranquilo - O sepultamento em “solo sagrado” era prática comum na Bahia nos séculos passados. Equivalia para o católico a uma espécie de garantia de que seu corpo descansaria na eternidade sob a proteção da igreja à espera da “ressurreição dos corpos”, como promete o Evangelho de João.
Para sepultamentos na parte interior das igrejas, além do defunto ser católico, deveria deixar em testamento certa quantia em dinheiro ou bens para a irmandade que dirigia o templo. Muitos historiadores funerários como o francês Philippe Ariès qualificam essa prática como verdadeiro “contrato de seguro” feito entre viventes e a igreja.
Por questões sanitárias e de higiene, os sepultamentos deixaram de ser feitos nas igrejas da Bahia, principalmente no século XIX. Nesse aspecto, a Igreja do Pilar inscreveu seu nome na história da arquitetura sacra: foi o primeiro templo católico de Salvador a construir um cemitério anexo, em 1799, justamente para evitar os enterros dentro da igreja.
Isso  torna mais significativo o caso das sepulturas das famílias Cesimbra e Ferreira. Já existia um cemitério anexo ao Pilar e, mesmo assim, ergueram-se os mausoléus relativamente grandes em altura. O da família Cesimbra possui dois metros e meio, o da Ferreira, três metros. Outra raridade é o fato de serem sepulturas verticais, quando o mais comum é a campa horizontal, no piso da igreja.
O painel de azulejos coberto pelos túmulos não tem autoria certa. Sobre eles, o historiador Carlos Ott arrisca-se apenas a dizer que devem ter sido colocados “pouco antes de 1790”. Em estilo rococó, os azulejos parecem ter sido encomendados na famosa oficina portuguesa de Juncal.

Research Fellowships 2012



The International Institute of Social History (IISH) of the Royal Netherlands Academy of Arts and Sciences (KNAW) is located in Amsterdam. Founded in 1935, it is one of the world's largest documentary and research institutions in the field of social history in general and the history of the labour movement in particular. IISH holds over 3,000 archival collections, some one million printed volumes and about as many audio-visual items. Gathered from across the globe, the IISH collections provide a unique body of materials on social conditions and social movements in many parts of the world.
Facilitating the use of these materials for research by the global scholarly community is central to the mission of the IISH. Whereas scholars from Western Europe and North America regularly find their way to Amsterdam, the institute's collections are less widely known among social historians from other parts of the world, in particular from developing countries. With the generous help of the retail financial service provider SNS Reaal, IISH can now launch a fellowship programme for researchers located in these regions who wish to use its collections for the study of social history, preferably labour history, whether from a regional, national, or comparative and transnational perspective.
Period: Fellowships are awarded for five months. Each year there are two rounds. This is a call for applications for fellowships for the periods 1 February - 30 June 2012 and 1 September 2012 - 31 January 2013. The call for applications for both of these rounds is open from 1 September until 15 October 2011. Candidates should clearly indicate on their applications which of these two rounds they are applying for. After award the fellowships cannot be transferred to a period of stay different from the one indicated in the original application. A call for fellowships to start in 2013 will follow in due course.
Acesse: http://www.iisg.nl/research/fellowships.php


LANÇAMENTO DO LIVRO: TUDO PELO TRABALHO LIVRE! DE ROBÉRIO S. SOUZA


"Um dos livros relativamente raros que abre para o leitor os dramas das vidas dos trabalhadores, mas sem perder de vista as questões  teóricas e as implicações políticas mais amplas das suas histórias." 
Michael M. Hall

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80 ANOS DA REVOLUÇÃO DE 1930



Tema amplamente estudado na literatura das ciências sociais e história, a Revolução de 1930 permanece como objeto de interesse e controvérsia não apenas no mundo acadêmico, mas também na sociedade brasileira. Apenas para se ter uma idéia da magnitude do fenômeno, cumpre destacar que as mudanças políticas, sociais e econômicas que tiveram lugar na sociedade brasileira no pós-1930 fizeram com que esse movimento revolucionário fosse considerado o marco inicial da Era Vargas.
Contudo, numerosos debates que foram travados nesses últimos anos ainda não se comunicam de forma global com outros campos de pesquisa relacionados ao tema da Revolução de 1930. Da mesma forma, o rico manancial de pesquisas desenvolvidas em contextos acadêmicos diversos do brasileiro não tem tido circulação proporcional ao impacto que poderia exercer sobre as universidades e o mercado editorial do país.
Assim, o portal comemorativo dos “80 anos da Revolução de 1930” propõe-se fazer um balanço sobre os legados desse movimento. Apresentando a produção e o acervo do CPDOC sobre o tema e, ainda, a entrevista inédita com Boris Fausto, o portal procura proporcionar ao público, se não novas abordagens, pelo menos, novas fontes sobre o tema.

Arqueologia na biblioteca


O próximo “Biblioteca Fazendo História” vai discutir o tema da capa da Revista de História da Biblioteca Nacional, de agosto: arqueologia. A professora do Museu Nacional, UFRJ Tania Andrade Lima, e o também professor do Museu de Arqueologia e Etnologia, USP Astolfo Gomes de Mello Araújo são os convidados desta edição.

Astolfo é autor do artigo “Os primeiros da fila” na RHBN deste mês, que faz um apanhado sobre as mais recentes descobertas sobre a ocupação da América. Já Tania coordena, entre outras funções, a equipe das escavações na Zona Portuária no Rio, que encontrou o Cais do Valongo.

O evento acontece no dia 30 de agosto, no endereço de sempre: Auditório Machado de Assis da Biblioteca Nacional, à Rua México s/n., no Centro do Rio, às 16h. A entrada é gratuita. Quem não puder comparecer, pode acompanhar as palestras pelo site http://www.institutoembratel.org.br/ [veja o caminho abaixo] ou, em tempo real, pelo twitter da revista (@rhbn). A entrada é gratuita, sem necessidade de inscrição prévia. A presença no evento dá direito a certificados de participação que podem ser utilizados por alunos e professores como horas de atividades complementares.
ACESSE:

Seleção para professor substituto - UESB




Estão abertas até esta sexta-feira, 26, as inscrições para a Seleção Pública para o Magistério Superior – Professor Substituto da Uesb. As vagas contemplam as mais diversas áreas do conhecimento e estão distribuídas entre os três campi. 

Os candidatos interessados em participar da seleção devem realizar a inscrição online e entregar ou encaminhar os documentos ao campus para onde está concorrendo. As provas acontecem no período de 22 a 28 de setembro, nos respectivos campi. A seleção constará de três etapas: entrevista, prova de títulos e aula pública (teórica e/ou prática).

Veja o Manual do Candidato e o Edital nº 062/2011 para conferir todos os detalhes. Acesse também a Portaria nº 1275, que retifica este edital. Em caso de dúvidas, entre em contato com a Gerência de Acesso e Acompanhamento (GAA) /Subgerência de Concurso e Seleção, pelo telefone (77) 3424-8721, ou pelo e-mail: concursosuesb@gmail.com.

Seminário Nacional de Digitalização, Preservação e Difusão de Acervos Patrimoniais


Inhuman Bondage: On Slavery, Emancipation and Human Rights


More than a little credit for the development of the idea of universal human rights should go to the slave rebels of Haiti This week's Nation magazine contains an essay by Eric Foner, "Inhuman Bondage: On Slavery, Emancipation and Human Rights," which reviews Robin Blackburn's American Crucible. Excerpts follow:

...With its theoretical sophistication and combination of a broad international approach and careful attention to local circumstances, The American Crucible takes its place alongside David Brion Davis's Inhuman Bondage as one of the finest one-volume histories of the rise and fall of modern slavery.

Blackburn emphasizes that far from being static, New World slavery was a constantly evolving institution, and he identifies three broad eras in its history. In the first, which he dates from about 1500 to 1650, slavery was centered in t he Spanish colonies, small-scale and urban-based. By 1630 half the population of the great colonial cities Lima, Havana and Mexico City consisted of African slaves and their descendants. But in the countryside, in the silver and gold mines that enriched the Spanish crown and on the haciendas ruled by powerful colonial settlers, the indigenous population performed most of the labor.

At the time, the Spanish Empire lacked an extensive plantation system. That system developed first in Brazil and then quickly spread to the British and French colonies of the Caribbean and mainland North America, launching the second era of modern slavery's history (1650-1800). Sugar and tobacco produced by slave labor, along with African slaves themselves, 6 million of whom were transported across the Atlantic in the eighteenth century, became key commodities of international commerce. Sugar was the first mass-marketed product in human history. By 1770 colonial exports and re-exports, mostly of slave-produced goods, represented between a third and a half of Atlantic trade. The profits swelled merchants' coffers and the treasuries of European nation-states. By this time, too, the slave plantation had become a highly versatile economic unit, well adapted to the demands of the capitalist marketplace and quite modern in its methods of production, marketing and credit arrangements. Far from a retrograde drag on economic development, slavery was "a sinew of national strength" and of economic prosperity.

During this second era, slavery came to play a central role in key features of Western economic development-the spread of market relations, industrialization and the rise of a consumer economy. Carefully examining the old debate about the relationship between slavery and the Industrial Revolution, Blackburn concludes that the vast accumulation of capital derived from slave labor was a necessary, but not sufficient, cause of industrialization. Such pro fits did not boost manufacturing development in Spain and Portugal. Industrialization required not only money but a large home market and a supportive state, both of which only late eighteenth-century Britain possessed. Once it got under way, industrialization spurred the further growth of slavery, creating a giant market for cotton from the American South and fueling the spread of a "commodity-based notion of freedom," in which ordinary consumers demanded more and more of the sugar, tobacco, rum and coffee produced on slave plantations.

ACESSE: 
http://www.thenation.com/article/162669/inhuman-bondage-slavery-emancipation-and-human-rights?page=full

“AZULEJOS DO CLAUSTRO DO CONVENTO SÃO FRANCISCO”



O projeto do artista plástico e restaurador Ivo Neto, tem como finalidade mostrar detalhes dos Azulejos do Claustro do Convento São Francisco, procurando fazer uma leitura da temática, os painéis representam cenas teatrais da vida humana. São cenas que simulam situações da natureza como forma de reflexão. A técnica utilizada é com tinta acrílica sobre tela.

Período da exposição: 09/09/2011 à 03/10/2011
Local: Galeria Francisco Sá – 1º Andar
Acesso: Gratuito
Horário: 09h às 18h
E-mail: metl.museografia@gmail.com
Telefone de contato: (71) 3321-8023

AO NOSSO DIA!

 HISTORIADOR
 
HOBSBAWM!

Veio para ressuscitar o tempo
e escalpelar os mortos,
as condecorações, as liturgias, as espadas,
o espectro das fazendas submergidas,
o muro de pedra entre membros da família,
o ardido queixume das solteironas,
os negócios de trapaça, as ilusões jamais confirmadas
nem desfeitas.
Veio para contar
o que não faz jus a ser glorificado
e se deposita, grânulo,
no poço vazio da memória.
É importuno,
sabe-se importuno e insiste,
rancoroso, fiel.
Carlos Drummond de Andrade, in 'A Paixão Medida'

Inscrições abertas para o fHist

Alguns nomes cofirmados: Laura de Mello, Boris Fausto, Santuza Cambraia e Caio Boschi
 
Estão abertas as inscrições para Festival de História (fHist), que vai acontecer de 7 a 12 de outubro em Diamantina (MG). No festival, já estão confirmadas as presenças de historiadores e pesquisadores como Boris Fausto, Caio Boschi, Ronaldo Vainfas, Laura de Mello e Souza, Santuza Cambraia, Luiz Mott, entre outros.

Para se inscrever, basta entrar no site do fHist [http://fhist.com.br/], preencher uma ficha, e pagar uma taxa. Para estudantes é R$ 30, e não-estudantes, R$ 80. O valor é válido por todos os cinco dias de eventos, e dá direito à entrada na Tenda dos Historiadores, a principal, na Praça Doutor Prado.

Após a inscrição, e de posse do boleto bancário já pago e de um documento de identidade com foto, ou da carteira de estudante, se for o caso, o interessado deve pegar a sua credencial já em Diamantina, nos dias 7 e 8, em endereço a ser divulgado. No momento, também leva uma pasta com a programação completa, bloco de anotações, caneta e outros materiais do fHist, além de ingressos  para as sessões de cinema no Teatro Santa Izabel, de acordo com a disponibilidade da sala de exibição. As sessões na praça, inclusive a pipoca, são gratuitas.

A participação nas oficinas do fHist será gratuita, mediante inscrição específica, e dará direito a certificados. Os temas da Oficina de História e a data de abertura das inscrições serão divulgados no site oficial e nos boletins. As Oficinas de Audiovisual e de Educação Patrimonial ainda estão sendo programadas.

Ainda haverá o espaço para a produção musical, no Música no Mercado, que acontecerá no palco da praça. Para quem quer ganhar um autógrafo de seu autor favorito, haverá a possibilidade de encontrá-lo no Mercado Velho, no Proseando no Mercado, onde será instalada a livraria do fHist.

"O uso político da conceito de ’raça’ na França"




A Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFBA, com apoio do Pronex Filosofia e Ciências (FAPESB/CNPq) e do Centro de Estudos Afro-Orientais, promove a conferência "O uso político da conceito de ’raça’ na França". A conferência será proferida pela Profa. Dra. Magali Bessone (Université de Rennes I), que, à luz da experiência francesa, promove análise detida e crítica do termo ’raça’ e de seus usos, em reflexão que em muito nos interessa e cujo tema, em nossa experiência, tem sido objeto frequente de nossa elaboração teórica e de nossa mobilização política.
Local e data: Auditório do CRH (FFCH-UFBA), em São Lázaro, na próxima quinta-feira, 18 de agosto, às 14 horas.

Prêmio Abdias Nascimento


Dia 19 de agosto é o último dia para as inscrições no Prêmio Jornalista Abdias Nascimento. Jornalistas de todo Brasil que tiveram reportagens publicadas entre 1º de janeiro de 2009 e 30 de abril de 2011 podem concorrer. Serão aceitos trabalhos publicados em rádios, jornais, revistas, televisão e internet. São R$ 35 mil distribuídos em sete categorias (Mídia Impressa, Televisão, Rádio, Internet, Mídia Alternativa ou Comunitária, Fotografia e a Categoria Especial de Gênero Jornalista Antonieta de Barros). O vencedor de cada categoria receberá a quantia de R$ 5 mil, conforme regulamento.
Só podem participar jornalistas e repórteres da imagem (repórteres fotográficos ou cinematográficos) que possuam registro profissional ou diploma em nível superior, cursado em instituição reconhecida pelo MEC. Quem tem o registro profissional emitido após 17/06/2009 deve encaminhar cópia do registro e cópia do diploma em nível superior cursado em instituição reconhecida pelo MEC. A exceção é para repórteres fotográficos e cinematográficos. O Prêmio Jornalista Abdias Nascimento é uma iniciativa da Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial (Cojira-Rio), vinculada Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ).  E conta com o apoio da Oi, da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e do Centro de Informações das Nações Unidas (ONU). O patrocínio é da Fundação Ford e Fundação W. K. Kellogg.

Façam suas inscrições: premioabdiasnascimento@gmail.com

Minicurso: Democracia, Estado e Tradição na Guiné Bissau

 
O Fábrica de Idéias, programa do Centro de Estudos Afro-Orientais (FFCH/UFBA), em parceria com o Pró-África do CNPq, promovem o minicurso "Democracia, Estado e Tradição na Guiné Bissau”. As aulas serão ministradas pelo professor Mamadu Jau, diretor do INEP (Bissau), nos dias 16, 17 e 19 de agosto, de 17 às 20h, no Auditório Milton Santos (CEAO), Largo Dois de Julho.
Os temas a serem debatidos no minicurso são: "A transição democrática na Guiné-Bissau: balanço e perspectivas”, "O Estado e o Poder Tradicional na Guiné-Bissau: reconhecimento de conveniência” e "Identidade e conflito em contextos de multiculturalidade: Sector de Bula (Norte da Guiné-Bissau)”. Os interessados devem contatar a secretaria do Fábrica de Idéias.

Minicurso: Democracia, Estado e Tradição na Guiné Bissau
Quando: 16/08 (terça), 17/08 (quarta), 19/08 (sexta) - 17 às 20h.
Onde: Auditório Milton Santos (CEAO), Largo Dois de Julho.
Mais informações: (71) 3322-6813

Inventário dos Lugares de Memória do Tráfico Atlântico de Escravos e da História dos Africanos Escravizados no Brasil


O tráfico atlântico de escravos foi reconhecido como crime contra a humanidade pela Conferência Mundial contra o Racismo, em Durban, 2001 e, desde 1993, a UNESCO desenvolve o projeto Rota do Escravo – hoje renomeado “Rotas da Liberdade” - buscando quebrar o silêncio sobre a tragédia e suas conseqüências para as sociedades modernas e para as interações culturais no mundo contemporâneo.

 Neste ano de 2011, declarado pela Assembléia Geral da ONU o Ano Internacional do Afro-descendente, pedimos a colaboração de todos para, juntos, sistematizarmos um primeiro levantamento de lugares de memória ligados ao tráfico atlântico de escravos e à experiência histórica e cultural dos africanos escravizados no Brasil. Um exercício de dever de memória em relação às vítimas da tragédia e à sua herança, transmitida pelos sobreviventes e atualizada em diversas expressões de resistência pelos seus descendentes. As justificativas das proposições devem assinalar a existência de documentação histórica, tradição oral e/ou trabalhos de pesquisa histórica, antropológica ou arqueológica sobre os lugares indicados, sempre que existentes.
As sugestões serão listadas e disponibilizadas através da internet e, oportunamente, serão objeto de uma publicação específica.
Estaremos recebendo sugestões até o dia 7 de setembro de 2011, contamos com a sua participação.


Comissão organizadora:

Hebe Mattos - Professora Titular do Depto de História da UFF
Martha Abreu
- Professora Associada do Depto de História de UFF
Mariza de Carvalho Soares
- Professora Associada do Depto de História da UFF
Milton Guran
- Pesquisador associado do LABHOI e membro do Comitê Científico Internacional do Projeto Rota do Escravo / Rotas da Liberdade da UNESCO

Coordenação do LABHOI:
Ana Maria Maud - Professora Associada Depto de História de UFF




HISTÓRIA DIGITAL - INSTRUMENTOS DE PESQUISA E PRODUÇÃO DO CONHECIEMENTO HISTÓRICO


PRÁTICAS RELIGIOSAS NA COSTA DA MINA - UMA FONTE DE PESQUISA - 1600-1730

Costa da Mina: Guillaume de l'Isle (edição 1792; original 1707)


RELIGIOUS PRACTICES IN THE MINA COAST 


The website Costa da Mina offers a selection of European sources, in the original languages and translated into Portuguese, relating to religious practices developed in the Mina Coast (West Africa), between 1600 and 1730. The project, carried out in the Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO), of the Federal University of Bahia (Brazil), aims to contribute to the democratization of rare documents and to stimulate research on the history of Africa, in Brazil and elsewhere. Please visit the site and disseminate the link: www.costadamina.ufba.br


O sítio Costa da Mina disponibiliza uma seleção de fontes europeias, em língua original e em tradução para o português, referente às práticas religiosas desenvolvidas na Costa da Mina (África ocidental), entre 1600 e 1730. Fruto de pesquisa desenvolvida no Centro de Estudos Afro-Orientais (CEAO) da Universidade Federal da Bahia, o projeto pretende contribuir para a democratização de documentos de difícil acesso e estimular a pesquisa sobre a história da África, no Brasil e alhures.  Por favor, visitem e divulguem o link. 

ATLANTIC SLAVE DATA NETWORK


Biographies: The Atlantic Slave Data Network (ASDN) is a database of information on the identities of enslaved people in the Atlantic World.  ASDN collates data on individual slaves meticulously collected by researchers over the past 20 years.  Reviewed by an Advisory Board of experts, datasets include among other information the names, ethnicities, skills, occupations, and illnesses of slaves.  The collections reveal much about slave life in the New World and about African slaves’ lives in parts of the Old World.
The initial phase of the ASDN will establish a best practice methodology for how to structure the database to handle datasets containing descriptions of slaves. Phase I will culminate in a freely accessible website with tools that allow researchers to better visualize and analyze the material in database.

Heróis Negros do Brasil


Em 12 de agosto de 1798, a cidade de Salvador foi cenário da maior revolta política social da história, conhecida como Revolta dos Búzios. Como resultado, os soldados Lucas Dantas de Amorim Torres e Luís Gonzaga das Virgens e Veiga e os alfaiates Manoel Faustino Santos Lira e João de Deus do Nascimento foram enforcados e esquartejados como revoltosos. Agora, mais de 200 anos depois, os quatro líderes são aclamados como Heróis Negros da nação brasileira e homenageados pela Fundação Pedro Calmon/SecultBA, na próxima sexta-feira (12), a partir das 15h, no Centro de Salvador.
Caminhada - Saindo do local onde os heróis foram enforcados, Praça da Piedade, até o Palácio Rio Branco, Praça Municipal, às 15h, uma caminhada será animada por grupos culturais, a exemplo dos jovens da Escola Criativa do Olodum, e pela banda Tambores da Raça, comandada pelo cantor e compositor Adailton Poesia: “Fico feliz que o Brasil tenha reconhecido o significado desses heróis exaltados há bastante tempo nas letras e canções dos blocos afro por terem lutado pela igualdade, liberdade e fraternidade”, exclama o artista.
Já no Palácio, às 17h, acontece a conferência Revolta dos Búzios: Heróis Negros do Brasil, com Ubiratan Castro de Araújo, diretor geral da Fundação Pedro Calmon/SecultBA, Patrícia Valim, doutoranda em História pela Universidade de São Paulo (USP), e João Jorge Rodrigues, mestre em direito e presidente do Grupo Cultural Olodum. Na ocasião, os convidados debaterão a importância de exaltar a memória dos líderes negros. “Este é um momento importante, pois celebra o reconhecimento de um processo que foi construído ao longo dos muitos anos, pelas historias e versos cantados pelos blocos afro”, afirma a Ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), Luiza Bairros. Ela ainda complementa que “com a inscrição dos líderes de Búzios no livro dos heróis nacionais, acontece o encontro da história oficial com a história sempre contada e lembrada pela cultura popular”.
Logo em seguida a Fundação Pedro Calmon/SecultBA lançará a cartilha Heróis Negros do Brasil com textos e documentos históricos sobre a revolta. A publicação também traz biografias dos líderes. O lançamento acontece simultaneamente à abertura da exposição interativa Revolta dos Búzios, Heróis Negros do Brasil, que finaliza as atividades programadas para sexta-feira, no Palácio. Documentos textuais, manuscritos, biografias dos heróis e réplicas dos “boletins sediciosos” afixados nas ruas de Salvador pelos líderes do movimento e livros raros sobre a temática estarão disponíveis à visitação até domingo (14).
Precursores - O historiador Ubiratan Castro de Araújo também destaca o papel dos precursores baianos na luta pela liberdade. “Os quatro mártires negros da Revolta dos Búzios representam os milhares de homens e mulheres pobres e escravizados que lutaram pela liberdade da Bahia. Mesmo condenados e enforcados na Praça da Piedade, em 8 de novembro de 1799, seus ideais continuaram vivos e ressurgiram em 1822-1823, nas lutas pela independência do Brasil”, ressalta.

Fonte:

Lançamento do Centro de Culturas Populares e Identitárias

Novo órgão vinculado à Secretaria de Cultura do Estado da Bahia será lançado em evento no Pelourinho, onde passará a funcionar. 


 A mistura de raças deu ao Brasil e, especialmente à Bahia, uma cultura rica em diversidade. Somos, por natureza, mestiços e temos orgulho disso. Carregamos na veia, o sangue de brancos, negros e índios. Carregamos no coração e na mente as crenças e costumes de muitos povos. E desta complexa e abençoada mistura nasceram as muitas manifestações culturais e festas populares que ainda hoje fazem parte da nossa história.
Para atender a esta diversidade – da cultura do sertão, de matrizes africanas, indígena e ainda tratar de políticas culturais para a infância, juventude, 3ª idade, mulher e LGBT – o Governo da Bahia, através de Secretaria de Cultura do Estado, cria o CENTRO DE CULTURAS POPULARES E IDENTITÁRIAS (CCPI). O lançamento oficial do Centro acontece nesta sexta-feira, dia 12, às 11h da manhã, na Casa 12, no Pelourinho, e contará com a presença do governador Jaques Wagner, do secretário de Cultura Albino Rubim e outras autoridades.
Criado por meio da Lei nº. 12.212 de 04 de maio de 2011, o Centro tem por finalidade implementar políticas de valorização e fortalecimento das manifestações populares e de identidades, como as culturas afro-brasileiras, sertanejas, indígenas, de gênero, de orientação sexual e de grupos etários. Assim, a SECULT passa a contar com uma unidade específica para desenvolver políticas públicas em âmbito estadual, ampliando e diversificando o trabalho que antes era realizado pelo Núcleo de Culturas Populares e Identitárias ligado ao Gabinete. O Centro é um grande passo no sentido de valorizar e preservar uma das principais características da cultura baiana: a diversidade.
Com a criação do Centro, o Governo da Bahia entra em sintonia com as políticas contemporâneas da Unesco e do Ministério da Cultura para estas áreas. Além disso, atende as reivindicações expressas nas conferências municipais, territoriais e estaduais de cultura, que sempre demandaram uma maior atenção às culturas e manifestações populares.
O CCPI será comandado por Arany Santana, pedagoga especialista em Língua e Cultura Kikóongo e em História da África. Fundadora do Movimento Negro Unificado e diretora do Ilê Ayiê, em 2004 Arany tornou-se a primeira secretária Municipal de Reparação e, em 2010, esteve à frente da Secretaria de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza do Estado da Bahia.

Semana de Cultura Popular

O Centro de Culturas Populares e Identitárias também passa a administrar os largos do Pelourinho e o Forte Santo Antonio, sendo responsável pela gestão do Programa Pelourinho Cultural, que antes era ligado ao Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC). Assim, a dinamização da programação cultural continua sendo um dos focos deste órgão. Neste sentido, no dia da criação do Centro será lançada, também, a Semana de Cultura Popular, que vai movimentar o Centro Antigo de Salvador, de 15 a 19 de agosto, com uma programação cultural intensa que inclui shows musicais, teatro, dança, gastronomia e muito mais, com realização da Secretaria de Cultura do Estado, através do CCIP.

ACESSE: 
12 de agosto (sexta), às 11h
Onde: Casa 12 – Largo do Pelourinho, nº12.