História esmigalhada


A encruzilhada da escola historiográfica que já experimentou análise e narração

RESUMO
A antologia "Nova História em Perspectiva" retraça a evolução da corrente historiográfica formatada na esteira da crise de 29, desde a busca da "história total" até o flerte com um viés narrativo. Em entrevista, os organizadores apontam os limites da tendência e opinam sobre o ensino de história no país.


ELEONORA DE LUCENA
ENTREVISTA

ESCREVER HISTÓRIA
com foco em datas e homens. Ou nos grandes movimentos em torno do poder e da luta de classes. Ou em torno das migalhas do cotidiano, dos amores e dos humores. Nas entrelinhas de cada maneira de trabalhar a história há um pensamento, uma teoria, um debate acadêmico, político, científico, ideológico -todos encharcados de história.
Na esteira da crise global de 1929, formou-se, em torno de nomes como Marc Bloch (1886-1944) e Lucien Febvre (1878-1956), uma escola de historiadores batizada de "Annales", por causa da publicação que editavam na França. Porosa às emergentes ciências sociais, a "nova história" se contrapunha ao positivismo, à história como gênero literário, e consagrou uma dimensão analítica.
A partir daí, vieram nomes como Fernand Braudel (1902-1985) e Jacques Le Goff. A escola tornou-se hegemônica na academia e nas escolas. Ganhou o mundo. Ao longo do tempo, transformou-se e ruminou contradições. Mais recentemente, cristalizou-se em torno de uma abordagem mais narrativa, menos explicativa, fixando-se em temas pontuais e abandonando a "história total" de suas origens. Bateu de frente com o marxismo.
Para tratar da história dessa história, Fernando Antonio Novais, 77, e Rogério Forastieri da Silva, 64, lançam nesta semana "Nova História em Perspectiva" [Cosac Naify, 552 págs., R$ 79]. O livro é uma antologia de textos que embasaram essa corrente em suas diversas fases. Para apresentar a coletânea, os organizadores -"historiadores marxistas, na periferia do capitalismo", como se definem- produziram uma densa introdução. Nela, cuidam da tensão entre materialismo histórico e "nova história" no desenrolar do tempo. Discutem os limites da "história em migalhas" e os impasses do marxismo, identificando transformações mais recentes. Tratam especialmente dos contextos desses movimentos e do debate teórico em torno do fazer história.
Na obra, 20 autores (como Braudel, Le Goff, Carlo Ginzburg e Paul Veyne) se debruçam sobre seus métodos, dilemas e escolhas. Haverá um segundo volume com novos nomes do grupo. Um terceiro, só com autores brasileiros, está em projeto. Novais e Forastieri falaram à Folha sobre o livro.
 
Folha - O que é a "nova história"?
 
Fernando Novais - É a tendência dominante entre os historiadores no mundo. Nasceu na França em 1929, com a fundação da revista "Annales". Passa a dominar na segunda metade do século 20. Resolvemos nos posicionar sobre isso. É como falar para um economista brasileiro se posicionar entre monetaristas e estruturalistas.
 
Rogério Forastieri - O trabalho diz respeito a um setor específico da história: a historiografia, a história da história. Quem cursou história ouviu que a nova história é a melhor coisa que se produziu. Que antes havia uma coisa perigosa, execrável chamada positivismo. Procuramos situar esse movimento do ponto de vista da historiografia e tratar desse debate.

O livro mostra que, em sua primeira fase, a nova história dialogou com as ciências humanas, especialmente com a sociologia. Depois, convocou a economia, conversando mais com o marxismo e sendo mais analítica. Na terceira fase, a atual, a antropologia tem mais peso. É mais narrativa, com menos contexto, uma "história em migalhas". Qual o desenrolar dessa história com a crise atual?

 

Novais - A antologia pretende apresentar textos das formulações, dos desdobramentos e dos questionamentos. A novidade é examinar isso dentro da história geral da historiografia. A história da historiografia normalmente é considerada de duas maneiras: a tradicional e a moderna. A historiografia moderna é científica; a tradicional, não. Ser científico é ser explicativo. A outra era apenas narrativa. É como se a historiografia moderna não tivesse nada a ver com a tradicional. O nosso ponto de vista é que tem.
Não é só uma distinção temporal. É que a história moderna dialoga com as ciências sociais. A tradicional não dialogava por um motivo muito simples: não existiam as ciências sociais.
A historiografia anterior ao século 19 entendia que se reconstitui a vida diretamente pelos registros, pelos documentos. A moderna não diz o contrário. É preciso ter documentos. Mas diz que, para reconstituir, é preciso explicar. O historiador explica para reconstituir; o cientista, qualquer que seja, reconstitui para explicar. Essa é a diferença. A "nova história" acentuou o lado não analítico, o lado narrativo, esmigalhado.
 
Forastieri - Tem um autor que fala que é um positivismo arejado. 

Isso perdura? Há alguma mudança?
 
Forastieri - Uma das poucas coisas que a prática da historiografia ensina é a não fazer previsões. É a crise dos paradigmas, não só na história, mas na ciência em geral -até nas ciências exatas.

O sr. poderia explicar a crise dos paradigmas?
Novais -
A crise dos paradigmas é a crise da ciência, quando conceitos mais gerais foram abandonados. É a crise do estruturalismo. Em história, o que mudou? Foi uma mudança de assunto. Em vez de estudar Estados, estruturas, produção, consumo e poder, a história passou a estudar os modos de sentir, os amores e os humores. As obras ficaram mais bonitas.
Nós nos perguntamos quais são as implicações disso. Nas ciências humanas, houve uma mudança de conceitos. Na economia, por exemplo, em vez de estudar desenvolvimento e subdesenvolvimento, passaram a estudar ciclos. Passou do macro para o micro. Nas ciências sociais, houve uma mudança de conceitos. Na história, houve o abandono desses conceitos, uma desconceitualização -que é a característica da "nova história".
Mas está mudando. Os debates da terceira parte do segundo volume mostram isso. Um grande historiador como Carlo Ginzburg, um pilar da "nova história", ultimamente insiste que cada vez mais é preciso retomar o caráter analítico da história. Tem que haver um equilíbrio entre narração e análise. História profissional é mais complicado. Todo mundo acha que sabe de história. Pior, todo mundo acha que pode fazer história.

Como os srs. veem o fato de muitos livros de história que vendem bem não serem de historiadores?
Novais -
E não são livros de história. O mercado tem as suas leis. Se perguntar para o mercado quem é bom, Guimarães Rosa ou Paulo Coelho, a resposta será Paulo Coelho. Quem mais imagina que pode fazer história são os jornalistas. Não tenho nada contra eles. A divergência é em relação a conceitos, não a pessoas.

Mas esses livros são malfeitos?
Novais -
Alguns são, outros não. Outros são muito bem-feitos. Nenhum é livro de história. Porque, para fazer história, tem que ser profissional. Tem que conhecer história, não só do assunto que se está estudando. História é situar uma coisa no tempo. Precisa conhecer o tempo. Em história, o último livro não é necessariamente o melhor.

Como avaliam a qualidade dos livros didáticos e a maneira como se ensina história hoje no Brasil?
Novais -
Acho que a "nova história", descontextualizante, acabou tendo efeito no livro didático e no ensino secundário. Minha neta de dez anos me disse que começou a estudar a escravidão vendo a escravidão hoje. Fazem história de trás para frente, ao contrário. Isso para mim é uma maluquice.

Não é uma questão de atração?
Novais -
A influência da "nova história" na maneira pela qual se ensina foi maléfica. Contrariando a expectativa dos autores -que achavam que esse sistema de estudar os amores, os humores iria chamar a atenção-, tenho a impressão de que o prestígio da história entre a moçada não é tão grande como era antes.
Falavam que era só "decoreba" e que o aluno não gostava. Mas podia ensinar história sem grandes decorações. Também não se deve dizer que não precisa saber as datas. Isso deve ser sabido. Memória é importantíssima para o conhecimento histórico e para a vida.
Noto um desprestígio. Faço revisão na Fundação Carlos Chagas [que prepara provas de vestibular e concursos de admissão] há anos. O número de questões de história diminuiu em todos os testes.
 
Forastieri - A história lida com uma das dimensões fundamentais da existência humana: a temporalidade. A história está preocupada com a reconstrução dos eventos. O evento é importante. O grande problema -e sobre o qual a "nova história" teve responsabilidade- é a negação de que existe uma estrutura subjacente, [o discurso de] que a estrutura é uma camisa-de-força. O grande problema é a opção pelo voo curto. Não é tanto o fato de estudar especificamente uma coisa ou outra. Acho legítimo. Mas é preciso mostrar que existe um nexo entre evento e estrutura.

Vocês não se consideram adeptos da nova história. São historiadores marxistas.

Novais -
De um certo marxismo. No texto, procuramos situar duas coisas: a formulação teórica do materialismo histórico, dos clássicos, e depois como é que fica a historiografia que se inspira no materialismo histórico diante dessa periodização da história geral. Na crise dos paradigmas, a "nova história" aparece como sendo a derrota do comunismo e do marxismo. É bom pensar o seguinte: a crise atual mostra que quem tinha razão? Segundo a economia clássica, o mercado resolve as coisas. Parece que não aconteceu assim.

A crise trouxe de volta o marxismo?

Novais -
[O crítico literário] Roberto Schwarz, há algum tempo, fez uma observação muito boa: se o capitalismo está vitorioso, isso vai exigir a volta de Marx. Porque até os conservadores confessam que quem entende de capitalismo é Marx. Sabem que Marx dizia que ia ter crise; eles diziam que não ia ter crise. Mas a crise do capitalismo está na primeira página dos jornais.

Qual a posição dos senhores sobre o sigilo de documentos?
Novais -
O ideal é que todo documento seja público, e o historiador tenha acesso. Mas é preciso um mínimo de realismo: não vai ser assim em parte alguma. Vai ter limitação. Mas tem que ser mínima e para um tipo de documento. Quem vai saber se o documento é muito confidencial? Não pode ser o governo. Tem que ter representantes da sociedade que definam isso: quais documentos e por quanto tempo [serão confidenciais].

Em vez de Estados, produção, consumo e poder, a história passou a estudar modos de sentir, amores e humores


Todo mundo acha que sabe de história. Pior, todo mundo acha que pode fazer história. Quem mais imagina que pode fazer são os jornalistas


Porosa às emergentes ciências sociais, a "nova história" se contrapunha ao positivismo, à história como gênero literári. 

ACESSE A FONTE: 

EXPOSIÇÃO: SALVE O 2 DE JULHO

Período: 02/07 a 02/08/2011
Horário: de terça à sexta das 9h às 18h; sábado e domingo, das 13h às 17h.
Acesso: gratuito.
Local: Sala da Memória do Museu Eugênio Teixeira Leal/Memorial do Banco Econômico.
TEL: 3321-9551 / 3321-8023

Projeto da UnB cria 'Google Earth' para Brasil da era colonial



Historiadores e geógrafos estão unindo mapas que vão do século 16 ao 19 com as imagens digitais de satélites. Versão inicial já pode ser acessada de graça; ideia é criar ferramenta para estudar dinâmica espacial do povoamento.

Além de ajudar gente conectada a achar restaurantes ou fugir do trânsito, o Google Earth está dando uma mãozinha a historiadores e geógrafos que querem criar um mapa mais preciso dos altos e baixos do Brasil colonial. O projeto, coordenado pela Universidade de Brasília (UnB) e com participação de várias outras universidades federais, está fundindo os recursos do Google Earth com cerca de 2.000 mapas do império colonial português.


Versão Alfa 

Já é possível conferir parte do resultado no endereço eletrônico www.atlas.cliomatica.com. "Ainda é uma versão beta; aliás, é quase uma versão alfa", brinca Tiago Gil, do Departamento de História da UnB, referindo-se às letras gregas usadas para designar versões preliminares de um programa de computador.

Uma forma mais polida do site deve estar disponível no mês que vem, afirma Gil, que coordena o projeto, batizado de Atlas Digital da América Lusa, ao lado de Leonardo Barleta, da Universidade Federal do Paraná (UFPR). A ideia dos pesquisadores é sobrepor os mapas do Brasil-Colônia às imagens de satélite atuais, empregando também recursos interativos.

Em vários casos, vai ser possível ver como o povoamento avançou e mapear com precisão os ciclos regionais de prosperidade (e bancarrota) durante a era colonial. Um caso emblemático é o de São João Marcos, vila do século 18 que prosperou com a lavoura de café, mas acabou sendo engolida por uma represa nos anos 1940.

Cidades perdidas - "Uma das pesquisas que o projeto está tocando, desenvolvida pelas bolsistas Mariana Leonardo, Rafaela do Nascimento e Luiza Moretti, é justamente sobre essas 'cidades perdidas', localidades que ou não cresceram ou tiveram sua ascensão e queda", diz Gil.

"É o caso de vários outros pontos da América Lusa, particularmente nas regiões mineradoras, como Minas, Mato Grosso e Goiás", explica. Felizmente, o sumiço de São João Marcos sob as águas é um caso extremo. "O mais frequente é a estagnação dos espaços, que muitas vezes são incorporados por regiões metropolitanas ou simplesmente se mantém como pequenas povoações", afirma o pesquisador.

No Rio Grande do Sul, por exemplo, foi uma mera decisão política a responsável por transformar "Porto Alegre de Viamão" na capital da região. Já a própria Viamão hoje é mera cidade-dormitório de Porto Alegre. Do mesmo modo, pouca gente hoje em dia conhece Mostardas e Bojuru, localidades gaúchas que eram relevantes no século 18.

Segundo o especialista da UnB, a escassez de fontes não tem sido um grande problema. Nas áreas urbanas, o material até que é farto. Bem mais difícil é colocar num mapa moderno as fazendas coloniais. "Você pode ver isso nas descrições de limites de propriedades: a terra começa no pé de um morro, fazendo limite com um pântano, por um lado, e com a terra do vizinho, por outro. E o vizinho diz a mesma coisa", conta.

Colaborativo - Além do seu lado Google Earth, o atlas também tem uma faceta que lembra a Wikipédia, a enciclopédia da internet que pode ser editada por leigos mundo afora. "O projeto é colaborativo. Queremos que ele seja uma rede de contatos sobre a história colonial do Brasil. Isso pode incluir genealogistas, historiadores locais e outras pessoas", afirma Gil.
(Folha de São Paulo - 2/7)

ACESSE A FONTE: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=78235 

CONCURSO UNEB



Professor Adjunto em regime de trabalho de Dedicação Exclusiva - vagas residuais, não preenchidas no concurso anterior.

Remunerção inicial: R$6.931,05 (seis mil novecentos e trinta e um reais, e cinco centavos). A esse valor devem ser acrescidos o auxílio alimentação e transporte.
  Período de inscrição: 11/07/2011 a 08/08/2011.
 
O Requerimento de inscrição deverá ser preenchido via internet através do site www.concursodocente.uneb.br.
 
Departamento / Campus onde há vagas para História
 
Departamebnto de Educação (DEDC), Campus II, Alagoinhas:
 
História da Ásia - 01 vaga - Graduação em História com Doutorado em História
 
Departamento de Ciências Humanas  (DCH), Campus V, Santo Antônio de Jesus:
 
Teoria e Metodologia da História - 01 vaga - Graduação em História com Doutorado em História
 
História do Brasil - 02 vagas - Graduação em História com Doutorado em História

Arquivo Público amplia acesso a banco de dados sobre arquivos da Polícia Civil


O Arquivo Público do Estado acaba de colocar à disposição da população um banco de dados que irá facilitar a consulta a antigos arquivos do Departamento de Comunicação Social (DCS) da Polícia Civil do Estado de São Paulo. São dossiês produzidos pela Secretaria de Segurança Pública durante a investigação de movimentos sociais e líderes políticos já no período de redemocratização brasileira

A base de dados traz informações das 52.194 fichas remissivas — nominais ou temáticas — que foram produzidas pelo Departamento de Comunicação da Polícia entre os anos de 1983 e 1999. A base de dados está disponível apenas em acesso local, ou seja, nos terminais de consulta do Arquivo Público. A busca pode ser feita por palavra-chave ou período e, uma vez localizado o registro, o pesquisador terá acesso à própria imagem da ficha digitalizada. Para isso, foi utilizado um software de reconhecimento óptico de caracteres (OCR), que reconhece caracteres a partir de um arquivo de imagem, transformando-os em texto editável.

O acervo do DCS foi aberto ao público em março do ano passado, através da Resolução CC-12. Com a assinatura desta resolução, o Arquivo Público pôde permitir o acesso da população a estes documentos até então inéditos Os interessados em consultar o banco de dados deverão fazer um cadastro prévio e assinar um termo próprio, através do qual assumem toda a responsabilidade pelo uso que farão das informações adquiridas nos documentos.

A documentação é composta por relatórios de eventos públicos — que incluem fotos feitas por policiais à paisana — e dossiês produzidos pela Polícia Civil de São Paulo, durante investigações, principalmente de movimentos sociais e líderes políticos. Mais informações sobre este acervo você encontra aqui.

Serviço

Os pesquisadores têm acesso ao acervo do Departamento de Comunicação Social da Polícia Civil no salão de consultas do Arquivo Público do Estado de São Paulo. O Setor de Consulta funciona de terça a sexta das 9 às 17 horas, sendo 16 horas o horário-limite para solicitação de material.

Endereço: Avenida Cruzeiro do Sul, 1.777 – Santana – São Paulo/SP (ao lado da estação Tietê de Metrô)

Informações pelo telefone: (11) 2089-8100

Brazil, Catholic Church Records


Mais uma vez os pesquisadores são beneficiados com o advento da digitalização de documentos. Desta vez, estão sendo disponibilizadas fontes matrimonias, de batismo e óbito. Os documentos podem ser acessados on-line, e fazem parte do acervo do Family Search Centers. 



Nome da Cidade







CICLO DE DEBATES EM HOMENAGEM AOS 200 ANOS DA MÍDIA NA BAHIA


O Instituto Geográfico e Histórico da Bahia - IGHB promoverá na sua sede, nos dias 12 e 13 de julho, das 14h às 18h, o ciclo de debates 200 anos da mídia na Bahia, com o qual amplia as comemorações pela passagem do bicentenário da instalação da imprensa no estado. A inscrição é gratuita e pode ser feita através do e–mail ighb@ighb.org.br.

Programação | 12 e 13 de Julho de 2011, das 14h às 18h

Dia 12 de Julho - Terça-feira

14h - Credenciamento
14h30 - Abertura
15h - Nelson Cadena (Ufba) - Questões não respondidas sobre os primórdios da imprensa na Bahia
15h30 - Consuelo Pondé de Sena (IGHB) - Algumas observações sobre a memória da Imprensa Baiana
16h - Debate
16h15 - Intervalo
16h30 - Luis Guilherme Tavares (Nehib-ABI) - Bicentenário da Revista - As Variedades
17h - Mônica Celestino - Jornalista Cosme de Farias e a imprensa de Salvador
17h30 - Debate
17h45 - Encerramento

Dia 13 de Julho - Quarta-feira

14h - Giovandro Ferreira (Ufba) - Alguns desafios (atuais) da imprensa baiana no início de século XXI
14h30 - Claudio Cardoso (Ufba) - Comunicação nas Organizações: Negócios, Transparência e Democracia
15h - Linda Bezerra (Rede Bahia - Correio) - As rotinas de produção do jornalismo
15h30 - Debate
15h45 - Intervalo
16h - José Raimundo (Tv Bahia) - Telejornalismo na Bahia
16h30 - Sérgio Mattos (IGHB - UFRB) - Os desafios do jornalismo na era digital
17h - Debate
17h15 - Apresentação Musical
17h45 - Encerramento

Mais informações: (71)3329-4463

PRÊMIO VLADIMIR HERZOG

A idéia de criar um prêmio que denunciasse a repressão, atribuindo-lhe o nome de Vladimir Herzog, surgiu dentro do Comitê Brasileiro de Anistia (CBA) de Minas Gerais, então presidido por Helena Grecco, em 1977, dois anos após o assassinato do jornalista Vladimir Herzog nas dependências do DOI/CODI, em São Paulo. A proposta foi levada ao Congresso Nacional pela Anistia, realizado em São Paulo, em 1978, e aí aprovada, ficando com o CBA/SP a tarefa de elaborar o regimento do prêmio e concretizá-lo. Perseu Abramo, então representante do Sindicato dos Jornalistas no CBA/SP, assumiu a tarefa de “servir de ponte entre as entidades e articular, juntamente com muitos outros companheiros, a implementação da idéia e organização da primeira edição do prêmio”, como explicou o próprio Perseu Abramo na época.

Primeiro prêmio explicitamente antifascista do País, o Vladimir Herzog foi, na verdade, uma decorrência da vontade da sociedade brasileira, que se batia então pela democracia e pelos ideais de justiça e liberdade. Sua primeira edição aconteceu em 1978, organizada pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Comitê Brasileiro de Anistia, Comissão de Direitos Humanos da OAB, Comissão de Justiça e Paz da Cúria Metropolitana/SP, Associação Brasileira de Imprensa, Federação Nacional dos Jornalistas. Recebeu apoio imediato das agências e jornais internacionais, que acompanhavam as ações repressivas, os atentados à liberdade de imprensa e, principalmente, as denúncias de desrespeito aos Direitos Humanos e de perseguição àqueles que lutavam pela democratização do País.

O objetivo da premiação era estimular os jornalistas, numa época de forte censura, a denunciar estes abusos. Nos primeiros anos, participar do Vladimir Herzog era visto como um desafio ao governo. Como essa situação era vivida por praticamente toda a América Latina, em suas primeiras edições, o Prêmio Vladimir Herzog era concedido também a profissionais desses países. Com a redemocratização em boa parte do continente, cerca de oito anos depois, a premiação se concentrou apenas nas matérias publicadas em território nacional.

Hoje, o Brasil vive um regime democrático e sem cerceamento da informação, mas, infelizmente, os atos de desrespeito e de atropelo aos Direitos Humanos continuam acontecendo. Diariamente, nos jornais e nas emissoras de rádio e tevê, o cidadão brasileiro se defronta com denúncias de abusos contra crianças, adolescentes, idosos, internos em casas de detenção, cidadãos à margem da sociedade e injustiças sociais de toda ordem. Neste sentido, o prêmio acabou ganhando ainda mais força e crescente responsabilidade por premiar jornalistas que se dedicam a reportagens que estimulam a luta pela cidadania, contra todo o tipo de tortura e exclusão social e, ainda, pelos direitos à moradia, educação e saúde.

O respeito que a sociedade e os jornalistas de todo o Brasil dedicam ao prêmio Vladimir Herzog pode ser comprovado pelo volume de trabalhos inscritos. Todos os anos, mais de 300 chegam de todo o Brasil. É importante notar que os ganhadores não recebem qualquer quantia em dinheiro, o prêmio é disputado exatamente pelo seu prestígio. Um dos prêmios mais antigos do Brasil, ele continua vinculado à luta pelos Direitos Humanos e Cidadania, sem envolvimento de empresas, instituições e segmentos jornalísticos.

Anualmente são premiadas onze categorias: Livro-reportagem / Artes / Fotografia / Jornais / Literatura / Rádio / Revista / Teatro / TV – Documentário e/ou Especial / TV – Jornalismo Diário e Imagem de TV. Já foram agraciados inúmeros profissionais que militam nos principais veículos impressos e eletrônicos do País. 

III SEMINÁRIO DE HISTÓRIA ECONÔMICA E SOCIAL DA ZONA DA MATA MINEIRA

MAIORES INFORMAÇÕES: 

CAIXA CONCEDE CURSO DE RESTAURAÇÃO E CONSERVAÇÃO

 
 A CAIXA CULTURAL em Salvador anuncia o Curso 3 do projeto Guardar na Memória e Salvar com Ações. Isso significa que a CAIXA está incentivando a formação técnica de cidadãos e cidadãs que se preocupam com uma grande riqueza nacional: o patrimônio cultural brasileiro.
A Bahia, reduto inquestionável de bens altamente significativos para a história do Brasil e para a memória nacional, tem um patrimônio cultural que merece ser bem conservado, por respeito, admiração e afeto.
Você que é profissional ou universitário em história, artes plásticas, museologia, biblioteconomia, arquivologia, e disciplinas afins, venha se tornar um cidadão ainda mais responsável em relação ao patrimônio cultural brasileiro.


Inscreva-se já nas oficinas de capacitação técnica! Aprimore-se em conservação preventiva e restauro de têxteis, papéis, fotografias, telas à óleo. Descubra o universo fascinante de novos materiais, novas técnicas, sistemas avançados de detecção de danos e as formas possíveis de evitá-los.
Seja você também um parceiro na tarefa de preservar o bem comum que dá orgulho a todos os brasileiros, a herança cultural.  
 
Primeira semana 05 a 08 de julho - Oficina de restauro de papel  
Segunda semana 12 a 15 de julho - Oficina de restauro de têxtil 
Terceira semana 19 a 22 de julho - Oficina de restauro de telas de algodão e linho 
 
FICHA DE INSCRIÇÃO:
 
EVOLUTION GESTÃO DE SERVIÇOS LTDA
tel: (071) 3334 4333 / 91337624 / 91038998
e-mails: evolution.projetos@gmail.com
cursodacaixa.evolution@gmail.com
cursodacaixa.evolution@gmail.com 

LIVRO: NOÇÕES DE PALEOGRAFIA


ACESSE: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/index2.phpNoções de Paleografia está a venda na Livraria Histórica. Informe-se pelo e-mail .org.br

HINO AO 2 DE JULHO


HINO AO 2 DE JULHO
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto
 
Nasce o Sol a 2 de Julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que nesse dia
Até o Sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tirano não combinam
Brasileiros corações
Salve oh! Rei das Campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa Pátria hoje livre
Dos tiranos não será
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tirano não combinam
Brasileiros corações
Cresce, oh! Filho de minha Pátria
Para a pátria defender
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.

Reabertura da Biblioteca de Comunicação Jorge Calmon

A ABI-Associação Bahiana de Imprensa, comunica aos interessados a reabertura da Biblioteca da Comunicação Jorge Calmon, especializada em comunicação e cinema. Franqueada ao público para consulta ao acervo técnico, periódicos, não dispondo de empréstimos.
 
Endereço: 
R. Guedes de Brito nº1
 
Horários: 
Das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00 horas de segunda à quinta.
Das 09:00 as 12:00 às sextas-feira.

Jovem baiana assume a representação da Bahia e Sergipe na Fundação Cultural Palmares

 
No último dia 17, a baiana de 27 anos, Verônica Nairobi Sales de Aguiar foi nomeada como a nova representante da Fundação Cultural Palmares (FCP), nos estados Bahia / Sergipe. A jovem militante que traz no nome o resgate da identidade africana – Nairobi (rio cujas margens foram povoadas até a constituição da cidade que hoje é a capital do Quênia) -, já foi estudante do pré-vestibular Intstituto Cultural Steve Biko e hoje está concluindo o curso de História na Unijorge.
Em 2006, Nairobi foi coordenadora financeira do Centro Acadêmico de História Carlos Marighela, da Universidade Católica do Salvador (Ucsal) e integrou o Núcleo de estudantes negras e negros da Ucsal “Makota Valdina”. Antes de assumir a representação regional da FCP, foi assessora parlamentar do vereador (PT) Moisés Rocha, na Câmara Municipal de Salvador e integrou a equipe do Instituto de Responsabilidade e Investimento Social (IRIS).
A luta pelos direitos e garantias de sobrevivência da juventude negra brasileira sempre foi um dos pilares desta jovem, tendo participado de importantes ações e campanhas em prol desta causa, como o Encontro Nacional de Juventude Negra, em 2007, e a Campanha Reaja ou Será Mort@, que luta contra o genocídio da comunidade negra.
“Acredito que precisamos trabalhar para construção de políticas publicas que estejam em consonância com as demandas postas pela sociedade civil. Pretendemos, em particular, pautar também as demandas geradas por um segmento sistematicamente desprivilegiado: a juventude negra. É importante considerarmos as construções já existentes de enfrentamento a violência racial entre a juventude negra quilombola, assim como também estar atentos aos quilombos urbanos para dialogar com segmentos da juventude negra favelada”, pontuou Nairobi Aguiar.
 
ACESSE A FONTE: 
 

 

PALESTRA PROFESSOR Hendrik Kraay

Convidamos a todos para a palestra do prof Hendrik Kraay, no dia 1 de julho, às 14, 
na sala 14 ( PASL) em São Lázaro.
Com o  tema  "Esse vulcão que à vezes ... dá o mais pomposo e sublime  espetáculo": O Dois de Julho imperial, Kraay irá conversar conosco sobre as suas recentes pesquisas acerca das comemorações do Dois de Julho em contextos políticos e sociais distinto ao longo do séc XIX.

Journal of African Diaspora Archaeology and Heritage




ACESSE: http://www.anthro.illinois.edu/faculty/cfennell/

NOTÍCIAS SOBRE O 2 DE JULHO


O início de tudo

25 de junho de 1822. Reunidos na Câmara Municipal de Cachoeira, Antônio de Cerqueira Lima, José Garcia Pacheco de Aragão, Antônio de Castro Lima, Joaquim Pedreira do Couto Ferraz, Rodrigo Antônio Falcão Brandão, José Fiúza de Almeida e Francisco Gê Acaiaba de Montezuma anunciam o resultado da consulta feita ao povo, se concordava que se proclamasse dom Pedro de Alcântara regente constitucional e defensor perpétuo do Brasil. Mesmo sob ameaça de uma escuna militar portuguesa, fundeada no Rio Paraguaçu, a resposta foi “Sim!”.
Na comemoração, o povo foi alvo de tiros vindos da casa de um português e da escuna. Os cachoeiranos proclamam uma Junta Conciliatória e de Defesa para governo da cidade. O primeiro combate foi pela tomada da embarcação, que, cercada, resistiu até a captura e prisão dos sobreviventes (28 de junho).
As vilas do Recôncavo e algumas localidades do Sertão vão aos poucos aderindo. Posições estratégicas são tomadas nas ilhas, em Pirajá e Cabrito. Itaparica, que já aderira, é bombardeada. Em Cachoeira, é organizado um novo governo para comandar a resistência, a 22 de setembro de 1822, sob a presidência de Miguel Calmon du Pin e Almeida.
Em outubro de 1822, chega do Rio de Janeiro o primeiro reforço efetivo. Sob o comando do general francês Pedro Labatut, a tropa foi impedida de desembarcar, indo aportar em Maceió (AL), de onde veio por terra, conseguindo arregimentar mais soldados.

A independência no sentimento popular

A partir da Conjuração Baiana de 1799, o sentimento de independência ficou arraigado no povo. A Revolução do Porto, em Portugal, em 1820, teve repercussão na Bahia. Em fevereiro de 1821, uma conspiração constitucionalista começa em Salvador, com a participação de Cipriano Barata.
Os conspiradores queriam, como em Portugal, uma Constituição que limitasse o poder real. Os revoltosos forçam a renúncia do governador, conde da Palma, que era apoiado pelo então coronel Inácio Luís Madeira de Melo. Uma Junta Governativa foi constituída por brasileiros e portugueses.
A 12 de novembro de 1821, soldados portugueses saíram pelas ruas, atacando soldados brasileiros, num confronto corporal na Praça da Piedade, com feridos e mortos.
Em 31 de janeiro de 1822, uma nova Junta Governativa foi eleita e em 11 de fevereiro chegou a notícia da nomeação de Madeira de Melo, comandante das Armas da província, destituindo o brigadeiro Manuel Pedro, que fortalecera os nativos.

Joana Angélica, primeira mártir

A 18 de fevereiro de 1822, reúne-se um conselho de vereadores, juízes e Junta Governativa para dirimir a questão da posse. Como solução foi proposta uma Junta Militar, sob a presidência de Madeira de Melo.
Na madrugada de 19 de fevereiro, acontecem os primeiros tiros, no Forte de São Pedro, para onde acorreram as tropas portuguesas, vindas do Forte de São Bento. Confrontos violentos ocorreram nas Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora.
Os portugueses tomaram o quartel onde se reunia o 1º Batalhão da Infantaria. Os soldados lusitanos atacaram casas, pessoas e invadiram o Convento da Lapa, assassinando a abadessa sóror Joana Angélica.
Madeira de Melo se preparou para bombardear o Forte de São Pedro. No dia seguinte, o forte se rendeu. O brigadeiro Manuel Pedro foi preso e enviado a Lisboa. A 2 de março de 1822, Madeira de Melo finalmente prestou juramento perante a Câmara de Vereadores.

A Batalha de Pirajá

Diante da derrota, as tropas baianas recuaram para o Recôncavo. A partir de então, começou o cerco a Salvador, onde se concentravam os militares e os comerciantes portugueses.
Em 8 de novembro de 1822, trava-se em Pirajá uma das batalhas mais violentas da libertação da Bahia, e Madeira de Melo é forçado a recuar. Depois desse desastre e da derrota em Itaparica, o exército português não pôde renovar reforços para ir além da capital.
Nos primeiros meses de 1823, a situação de Salvador deteriorou muito. Sem alimentos, as doenças matavam cada vez mais e cerca de 10 mil pessoas deixaram a cidade.
Em maio de 1823, chegou à costa da província a esquadra comandada por Thomas Cochrane, para participar do bloqueio marítimo à capital. Madeira se rendeu em 2 de julho de 1823.

O 2 de Julho no imaginário popular

Segundo o historiador Luís Henrique Dias Tavares, autor do livro Independência do Brasil na Bahia, o 2 de Julho é uma construção de muitos anos no imaginário popular.
“Em 2 de julho de 1823, a única coisa que a Bahia tem é justamente o 2 de julho de 1823. Naquele quadro, que na época não se pode chamar de nacional brasileiro, pois o Brasil verdadeiramente não existe ainda (...), a Bahia está sem nada. E é daí que os baianos orgulhosamente construíram o 2 de Julho de 1823 como uma data da independência, que era da Bahia, mas que era também, e muito, do Brasil”, afirma o historiador.
Entre os equívocos do 2 de Julho, Dias Tavares destaca as homenagens ao general Labatut. “Foram os brasileiros que de fato libertaram a cidade do Salvador de armas nas mãos. Primeiro foram os brasileiros de Santo Amaro, Maragogipe, Cachoeira, São Francisco do Conde, Nazaré das Farinhas, Jaguaripe, que formavam um exército de esfarrapados. Depois, entraram os brasileiros que desceram lá de Caetité e de outros pedaços do Sertão e da Chapada Diamantina, formando um exército das mais diferentes cores, de brasileiros filhos de escravos, descendentes de escravos, brasileiros brancos pobres que nada tinham além de uma roça de cana plantada para o senhor de engenho..., ensina.

A mitologia, segundo Dias Tavares

Maria Quitéria – “A mitologia baiana criou Maria Quitéria com um saiote escocês, com uma linda farda e com arma na mão. Ela esteve realmente em vários instantes de luta, mas esfarrapada, com o que restava em cima do corpo, porque foi parte desse exército brasileiro”.
O Corneteiro Lopes – Uma construção do Santos Titara e outros. “Não se deve esquecer que Inácio Acioly Cerqueira e Silva o conheceu mendigo, pedindo esmolas na cidade do Salvador, e relata isso em 1836, na primeira edição das Memórias Históricas da Província da Bahia.
João das Botas – Marinheiro português que instruiu Cachoeira, Santo Amaro e São Francisco do Conde a armarem barcos. Canhões foram colocados nas proas e popas, sob o comando de João de Oliveira Botas, e esses barcos foram decisivos na guerra.

O caboclo e a cabocla

O índio teve participação importante nas lutas pela independência. Ele representava o “verdadeiro brasileiro”, o dono da terra, que somara seus esforços aos demais combatentes. Em 1896, foi erguido um monumento em sua homenagem, na Praça 2 de Julho (Campo Grande), em Salvador.
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ACESSE: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2009/06/19/cachoeira-volta-a-ser-sede-do-governo-estadual-em-25-de-junho

I Congresso Internacional de Estudos Orientais e Eslavos da UFRJ


I Congresso Internacional de Estudos Orientais e Eslavos da UFRJ: O Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ procura por intermédio da realização do I Congresso Internacional de Estudos Orientais e Eslavos da UFRJ / VI Encontro de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ dar visibilidade às atividades de ensino e pesquisa dos seus docentes e alunos.
  • Inscrições de ouvintes: de 02/05 até 31/08/2011.
  • Inscrições de trabalhos: de 02/05 até 31/08/2011.
Solicite informações e / ou os formulários de inscrição de ouvinte ou apresentação de trabalhos pelo email: orientaiseeslavas@letras.ufrj.br
Área principal da solicitação: Línguas, Literaturas e Culturas Orientais e Eslavas.
Especialidades
  • Língua, literatura e cultura árabes
  • Língua, literatura hebraicas (e judaicas) e cultura judaica
  • Língua, literatura e cultura japonesas
  • Língua, literatura e cultura russas (e eslavas)
Tema Principal: Revoltas, Revoluções, Transformações
Temas correlatos: As revoltas, as revoluções e as transformações históricas, sociais, culturais, religiosas e outras e o reflexo das mesmas nas áreas das línguas, literaturas e culturas orientais e eslavas.
As comunicações versarão sobre temas de livre escolha de seus autores, com a ressalva de que deverão estar vinculados ao contexto dos estudos da temática de Letras, Literaturas e Culturas Orientais e Eslavas. Este critério será observado como condição necessária para a aceitação do trabalho pela Comissão Organizadora e Científica.
Principais eixos temáticos: Também serão aceitos trabalhos sobre línguas, literaturas e culturas orientais e eslavas que, todavia, fujam dos eixos temáticos principais ou que se atenham apenas a um aspecto dos temas propostos. 

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