LIVRO: NOÇÕES DE PALEOGRAFIA


ACESSE: http://www.arquivoestado.sp.gov.br/index2.phpNoções de Paleografia está a venda na Livraria Histórica. Informe-se pelo e-mail .org.br

HINO AO 2 DE JULHO


HINO AO 2 DE JULHO
Letra: Ladislau dos Santos Titara
Música: José dos Santos Barreto
 
Nasce o Sol a 2 de Julho
Brilha mais que no primeiro
É sinal que nesse dia
Até o Sol é brasileiro
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tirano não combinam
Brasileiros corações
Salve oh! Rei das Campinas
De Cabrito e Pirajá
Nossa Pátria hoje livre
Dos tiranos não será
Nunca mais o despotismo
Regerá nossas ações
Com tirano não combinam
Brasileiros corações
Cresce, oh! Filho de minha Pátria
Para a pátria defender
O Brasil já tem jurado
Independência ou morrer.

Reabertura da Biblioteca de Comunicação Jorge Calmon

A ABI-Associação Bahiana de Imprensa, comunica aos interessados a reabertura da Biblioteca da Comunicação Jorge Calmon, especializada em comunicação e cinema. Franqueada ao público para consulta ao acervo técnico, periódicos, não dispondo de empréstimos.
 
Endereço: 
R. Guedes de Brito nº1
 
Horários: 
Das 09:00 às 12:00 e das 14:00 às 17:00 horas de segunda à quinta.
Das 09:00 as 12:00 às sextas-feira.

Jovem baiana assume a representação da Bahia e Sergipe na Fundação Cultural Palmares

 
No último dia 17, a baiana de 27 anos, Verônica Nairobi Sales de Aguiar foi nomeada como a nova representante da Fundação Cultural Palmares (FCP), nos estados Bahia / Sergipe. A jovem militante que traz no nome o resgate da identidade africana – Nairobi (rio cujas margens foram povoadas até a constituição da cidade que hoje é a capital do Quênia) -, já foi estudante do pré-vestibular Intstituto Cultural Steve Biko e hoje está concluindo o curso de História na Unijorge.
Em 2006, Nairobi foi coordenadora financeira do Centro Acadêmico de História Carlos Marighela, da Universidade Católica do Salvador (Ucsal) e integrou o Núcleo de estudantes negras e negros da Ucsal “Makota Valdina”. Antes de assumir a representação regional da FCP, foi assessora parlamentar do vereador (PT) Moisés Rocha, na Câmara Municipal de Salvador e integrou a equipe do Instituto de Responsabilidade e Investimento Social (IRIS).
A luta pelos direitos e garantias de sobrevivência da juventude negra brasileira sempre foi um dos pilares desta jovem, tendo participado de importantes ações e campanhas em prol desta causa, como o Encontro Nacional de Juventude Negra, em 2007, e a Campanha Reaja ou Será Mort@, que luta contra o genocídio da comunidade negra.
“Acredito que precisamos trabalhar para construção de políticas publicas que estejam em consonância com as demandas postas pela sociedade civil. Pretendemos, em particular, pautar também as demandas geradas por um segmento sistematicamente desprivilegiado: a juventude negra. É importante considerarmos as construções já existentes de enfrentamento a violência racial entre a juventude negra quilombola, assim como também estar atentos aos quilombos urbanos para dialogar com segmentos da juventude negra favelada”, pontuou Nairobi Aguiar.
 
ACESSE A FONTE: 
 

 

PALESTRA PROFESSOR Hendrik Kraay

Convidamos a todos para a palestra do prof Hendrik Kraay, no dia 1 de julho, às 14, 
na sala 14 ( PASL) em São Lázaro.
Com o  tema  "Esse vulcão que à vezes ... dá o mais pomposo e sublime  espetáculo": O Dois de Julho imperial, Kraay irá conversar conosco sobre as suas recentes pesquisas acerca das comemorações do Dois de Julho em contextos políticos e sociais distinto ao longo do séc XIX.

Journal of African Diaspora Archaeology and Heritage




ACESSE: http://www.anthro.illinois.edu/faculty/cfennell/

NOTÍCIAS SOBRE O 2 DE JULHO


O início de tudo

25 de junho de 1822. Reunidos na Câmara Municipal de Cachoeira, Antônio de Cerqueira Lima, José Garcia Pacheco de Aragão, Antônio de Castro Lima, Joaquim Pedreira do Couto Ferraz, Rodrigo Antônio Falcão Brandão, José Fiúza de Almeida e Francisco Gê Acaiaba de Montezuma anunciam o resultado da consulta feita ao povo, se concordava que se proclamasse dom Pedro de Alcântara regente constitucional e defensor perpétuo do Brasil. Mesmo sob ameaça de uma escuna militar portuguesa, fundeada no Rio Paraguaçu, a resposta foi “Sim!”.
Na comemoração, o povo foi alvo de tiros vindos da casa de um português e da escuna. Os cachoeiranos proclamam uma Junta Conciliatória e de Defesa para governo da cidade. O primeiro combate foi pela tomada da embarcação, que, cercada, resistiu até a captura e prisão dos sobreviventes (28 de junho).
As vilas do Recôncavo e algumas localidades do Sertão vão aos poucos aderindo. Posições estratégicas são tomadas nas ilhas, em Pirajá e Cabrito. Itaparica, que já aderira, é bombardeada. Em Cachoeira, é organizado um novo governo para comandar a resistência, a 22 de setembro de 1822, sob a presidência de Miguel Calmon du Pin e Almeida.
Em outubro de 1822, chega do Rio de Janeiro o primeiro reforço efetivo. Sob o comando do general francês Pedro Labatut, a tropa foi impedida de desembarcar, indo aportar em Maceió (AL), de onde veio por terra, conseguindo arregimentar mais soldados.

A independência no sentimento popular

A partir da Conjuração Baiana de 1799, o sentimento de independência ficou arraigado no povo. A Revolução do Porto, em Portugal, em 1820, teve repercussão na Bahia. Em fevereiro de 1821, uma conspiração constitucionalista começa em Salvador, com a participação de Cipriano Barata.
Os conspiradores queriam, como em Portugal, uma Constituição que limitasse o poder real. Os revoltosos forçam a renúncia do governador, conde da Palma, que era apoiado pelo então coronel Inácio Luís Madeira de Melo. Uma Junta Governativa foi constituída por brasileiros e portugueses.
A 12 de novembro de 1821, soldados portugueses saíram pelas ruas, atacando soldados brasileiros, num confronto corporal na Praça da Piedade, com feridos e mortos.
Em 31 de janeiro de 1822, uma nova Junta Governativa foi eleita e em 11 de fevereiro chegou a notícia da nomeação de Madeira de Melo, comandante das Armas da província, destituindo o brigadeiro Manuel Pedro, que fortalecera os nativos.

Joana Angélica, primeira mártir

A 18 de fevereiro de 1822, reúne-se um conselho de vereadores, juízes e Junta Governativa para dirimir a questão da posse. Como solução foi proposta uma Junta Militar, sob a presidência de Madeira de Melo.
Na madrugada de 19 de fevereiro, acontecem os primeiros tiros, no Forte de São Pedro, para onde acorreram as tropas portuguesas, vindas do Forte de São Bento. Confrontos violentos ocorreram nas Mercês, Praça da Piedade e Campo da Pólvora.
Os portugueses tomaram o quartel onde se reunia o 1º Batalhão da Infantaria. Os soldados lusitanos atacaram casas, pessoas e invadiram o Convento da Lapa, assassinando a abadessa sóror Joana Angélica.
Madeira de Melo se preparou para bombardear o Forte de São Pedro. No dia seguinte, o forte se rendeu. O brigadeiro Manuel Pedro foi preso e enviado a Lisboa. A 2 de março de 1822, Madeira de Melo finalmente prestou juramento perante a Câmara de Vereadores.

A Batalha de Pirajá

Diante da derrota, as tropas baianas recuaram para o Recôncavo. A partir de então, começou o cerco a Salvador, onde se concentravam os militares e os comerciantes portugueses.
Em 8 de novembro de 1822, trava-se em Pirajá uma das batalhas mais violentas da libertação da Bahia, e Madeira de Melo é forçado a recuar. Depois desse desastre e da derrota em Itaparica, o exército português não pôde renovar reforços para ir além da capital.
Nos primeiros meses de 1823, a situação de Salvador deteriorou muito. Sem alimentos, as doenças matavam cada vez mais e cerca de 10 mil pessoas deixaram a cidade.
Em maio de 1823, chegou à costa da província a esquadra comandada por Thomas Cochrane, para participar do bloqueio marítimo à capital. Madeira se rendeu em 2 de julho de 1823.

O 2 de Julho no imaginário popular

Segundo o historiador Luís Henrique Dias Tavares, autor do livro Independência do Brasil na Bahia, o 2 de Julho é uma construção de muitos anos no imaginário popular.
“Em 2 de julho de 1823, a única coisa que a Bahia tem é justamente o 2 de julho de 1823. Naquele quadro, que na época não se pode chamar de nacional brasileiro, pois o Brasil verdadeiramente não existe ainda (...), a Bahia está sem nada. E é daí que os baianos orgulhosamente construíram o 2 de Julho de 1823 como uma data da independência, que era da Bahia, mas que era também, e muito, do Brasil”, afirma o historiador.
Entre os equívocos do 2 de Julho, Dias Tavares destaca as homenagens ao general Labatut. “Foram os brasileiros que de fato libertaram a cidade do Salvador de armas nas mãos. Primeiro foram os brasileiros de Santo Amaro, Maragogipe, Cachoeira, São Francisco do Conde, Nazaré das Farinhas, Jaguaripe, que formavam um exército de esfarrapados. Depois, entraram os brasileiros que desceram lá de Caetité e de outros pedaços do Sertão e da Chapada Diamantina, formando um exército das mais diferentes cores, de brasileiros filhos de escravos, descendentes de escravos, brasileiros brancos pobres que nada tinham além de uma roça de cana plantada para o senhor de engenho..., ensina.

A mitologia, segundo Dias Tavares

Maria Quitéria – “A mitologia baiana criou Maria Quitéria com um saiote escocês, com uma linda farda e com arma na mão. Ela esteve realmente em vários instantes de luta, mas esfarrapada, com o que restava em cima do corpo, porque foi parte desse exército brasileiro”.
O Corneteiro Lopes – Uma construção do Santos Titara e outros. “Não se deve esquecer que Inácio Acioly Cerqueira e Silva o conheceu mendigo, pedindo esmolas na cidade do Salvador, e relata isso em 1836, na primeira edição das Memórias Históricas da Província da Bahia.
João das Botas – Marinheiro português que instruiu Cachoeira, Santo Amaro e São Francisco do Conde a armarem barcos. Canhões foram colocados nas proas e popas, sob o comando de João de Oliveira Botas, e esses barcos foram decisivos na guerra.

O caboclo e a cabocla

O índio teve participação importante nas lutas pela independência. Ele representava o “verdadeiro brasileiro”, o dono da terra, que somara seus esforços aos demais combatentes. Em 1896, foi erguido um monumento em sua homenagem, na Praça 2 de Julho (Campo Grande), em Salvador.
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ACESSE: http://www.comunicacao.ba.gov.br/noticias/2009/06/19/cachoeira-volta-a-ser-sede-do-governo-estadual-em-25-de-junho

I Congresso Internacional de Estudos Orientais e Eslavos da UFRJ


I Congresso Internacional de Estudos Orientais e Eslavos da UFRJ: O Departamento de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ procura por intermédio da realização do I Congresso Internacional de Estudos Orientais e Eslavos da UFRJ / VI Encontro de Letras Orientais e Eslavas da Faculdade de Letras da UFRJ dar visibilidade às atividades de ensino e pesquisa dos seus docentes e alunos.
  • Inscrições de ouvintes: de 02/05 até 31/08/2011.
  • Inscrições de trabalhos: de 02/05 até 31/08/2011.
Solicite informações e / ou os formulários de inscrição de ouvinte ou apresentação de trabalhos pelo email: orientaiseeslavas@letras.ufrj.br
Área principal da solicitação: Línguas, Literaturas e Culturas Orientais e Eslavas.
Especialidades
  • Língua, literatura e cultura árabes
  • Língua, literatura hebraicas (e judaicas) e cultura judaica
  • Língua, literatura e cultura japonesas
  • Língua, literatura e cultura russas (e eslavas)
Tema Principal: Revoltas, Revoluções, Transformações
Temas correlatos: As revoltas, as revoluções e as transformações históricas, sociais, culturais, religiosas e outras e o reflexo das mesmas nas áreas das línguas, literaturas e culturas orientais e eslavas.
As comunicações versarão sobre temas de livre escolha de seus autores, com a ressalva de que deverão estar vinculados ao contexto dos estudos da temática de Letras, Literaturas e Culturas Orientais e Eslavas. Este critério será observado como condição necessária para a aceitação do trabalho pela Comissão Organizadora e Científica.
Principais eixos temáticos: Também serão aceitos trabalhos sobre línguas, literaturas e culturas orientais e eslavas que, todavia, fujam dos eixos temáticos principais ou que se atenham apenas a um aspecto dos temas propostos. 

Para maiores informações acesse: 
http://orientaiseeslavas.blogspot.com/2011/06/i-congresso-internacional-de-estudos.html

Revista de História da Unicamp - Racismo: História e Historiografia

Dossiê

Introdução: a história social e o racismo
Silvia Hunold Lara
A Importância da África para as Ciências Humanas
Robert W. Slenes
Precariedade estrutural: o problema da liberdade no Brasil escravista (século XIX)
Sidney Chalhoub
O 13 de maio e as celebrações da liberdade, Bahia, 1888-1893
Walter Fraga Filho
“A vala comum da ‘raça emancipada’”: abolição e racialização no Brasil, breve comentário
Wlamyra Albuquerque
Esses intimoratos homens de cor: o associativismo negro em Rio Claro (SP) no pós-abolição
Petrônio Domingues
Entre dois mundos: Gilberto Freyre, a ONU e o apartheid sul-africano
Jerry Dávila

Artigos

Dissensos em torno da modernização planejada para o Brasil: intelectuais, política e questão racial no corpus da revista Anhembi (1950-1962)
Gustavo Rodrigues Mesquita
A Reforma Agrária e a desconcentração de terra, de renda e de população
Arlete Maria Feijó Salcides, Eloy Alves Filho
Revista Argentina: peronismo, cultura e a tradição liberal-democrática argentina (1949-1950)
Paulo Renato Silva

ACESSE A REVISTA NA ÍNTEGRA: 


Curso Preparatório de Língua Inglesa para a Prova de Proficiência do Mestrado e Doutorado de 2011- 12 da UFBA e outras Universidades


O curso apresentado neste site foi desenvolvido como projeto de extensão Siatex nº 2980 para dar suporte pedagógico aos candidatos que farão as provas de proficiência em língua inglesa durante a seleção de mestrado e doutorado nos programas de Pós-graduação da Universidade Federal da Bahia e outras Universidades.
Serão oferecidas aulas frequenciais ou à distância, sendo que a opção pelas frequenciais ocorrerão nos Laboratórios do Instituto de Letras, Campus Ondina aos sábados pela manhã das 9:00h às 12:30 h ou à tarde, das 14:00h às 17:30h, e a opção à distância será feita pela Plataforma Moodle (instruções serão dadas no início do curso pelo professor).
Receberá o certificado de conclusão de curso o candidato que cumprir 75% das atividades propostas com frequência mínima de 75% presenciais e à distância. Para ambos os casos, os alunos deverão comparecer à UFBA para as aula obrigatórias de acordo com o regulamento interno da Universidade.
Para maiores informações acesse: http://www.inglesadistancia.ufba.br/

Seminário Internacional “Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico”

Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ - 14, 15, e 16 de maio de 2012.


Convidamos historiadores especialistas na temática em foco para apresentarem propostas de papers sobre experiências de ex-escravos e seus descendentes entre a abolição e os dias de hoje. Nosso objetivo é colocar em diálogo estudos recentes sobre os processos de racialização, práticas discriminatórias e racistas, estratégias de sobrevivência, formas de resistência e organização,  nos campos econômico, político e cultural em países marcados pela diáspora ou escravidão africana. Os trabalhos também podem incluir análises do período anterior à abolição, desde que a questão  principal seja o pós-abolição.
Um número limitado de trabalhos será selecionado para apresentação no evento, com ênfase na qualidade e na originalidade da contribuição ao conhecimento histórico sobre o tema do Seminário. Com a participação de quatro especialistas já confirmados, o evento consistirá de sessões com três ou quatro apresentações, com um debatedor e tempo para discussão, além de duas conferências. Os participantes deverão apresentar o paper completo para circulação entre os demais participantes um mês antes do evento, de forma a garantir a participação de todos nas sessões de discussão.  
Participações confirmadas:
George Reid Andrews, University of Pittsburgh, EUA
Myriam Cottias, Centre International de Recherches sur les Esclavages (CIRESC), EHESS, CNRS, Université des Antilles-Guyane
Kim D. Butler, Rutgers University, EUA
Lea Geler, CONICET e Universidad de Buenos Aires

Prazo para submissão das propostas: 28 de agosto de 2011

Divulgação do resultado da seleção: 16 de setembro de 2011

Orientações: Somente serão consideradas propostas de pesquisadores doutores ou doutorandos. A proposta deve incluir um título, um resumo expandido de até duas páginas, em espaço 1,5 e fonte Times New Roman tamanho 12, e um currículo abreviado, onde conste a formação, a afiliação institucional e as principais publicações do proponente. Esses materiais devem ser enviados em um único arquivo (Word ou PDF) para o e-mail pos.abolicaonomundoatlantico@gmail.com até o dia 28 de agosto de 2011. Os selecionados deverão confirmar sua participação e pagar uma taxa de inscrição de cem reais (R$ 100,00) até o fim de fevereiro de 2012.  Os textos poderão ser enviados em espanhol, francês e inglês, mas a língua oficial do evento será o português.

Organização: Hebe Mattos (UFF), Martha Abreu (UFF), Beatriz Loner (UFPel), Karl Monsma (UFRGS).

Biblioteca Britânica e Google fecham acordo para digitalizar 250 mil livros

Projeto disponibilizará on-line até 40 milhões de páginas escritas entre 1700 e 1870.

A Biblioteca Britânica e o Google anunciaram nesta segunda-feira (20) uma parceria para ditigalizar 250 mil livros do acervo da biblioteca.
Os artigos que serão digitalizados não possuem restrições relativas a direitos autorais.
Os títulos, que abrangem um total de 40 milhões de páginas, datadas de 1700 a 1870, foram selecionados pela Biblioteca Britânica e digitalizados pelo Google, que irá arcar com todos os custos do processo.
Entre os primeiros itens a ser digitalizados estão panfletos feministas a respeito da rainha Maria Antonieta, de 1791, um documento sobre o primeiro submarino movido por um motor de combustão, de 1858, e um texto que oferece um relato detalhado de um hipopótamo empalhado do príncipe de Orange, de 1775.
Uma vez digitalizados, os textos poderão ser consultados na íntegra, baixados e lidos por meio do programa Google Books. Pesquisadores e estudantes em qualquer parte do mundo poderão ter acesso aos itens digitalizados, copiá-los e compartilhá-los desde que o façam sem fins comerciais. A parceria com o Google é o mais recente acordo firmado pela Biblioteca Britânica com entidades privadas para digitalizar a coleção da biblioteca.
Recentemente, a instituição anunciou uma parceria com a editora on-line britânica brightsolid para digitalizar 40 milhões de páginas de sua coleção de periódicos e já havia firmado anteriormente um acordo com a Microsoft para digitalizar 65 mil livros do século 19, alguns dos quais estão disponíveis atualmente por meio de aplicativos do iPad, da Apple.

ACESSE A FONTE: 

 

O NEGRO NA PUBLICIDADE

 (CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)
Professor Carlos Augusto Miranda Martins - Bacharel e Licenciado em História pela USP, aluno de mestrado do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação da Escola de Comunicações e Artes da USP.
ACESSE: http://programaespelho.blogspot.com/

REFORMA URBANA: CIDADANIA E CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA

(CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA)

Dando seguimento ao “ciclo de debates sobre cidade”, a Fundação Maurício Grabois promove a mesa redonda “REFORMA URBANA: CIDADANIA E CONSTRUÇÃO DA DEMOCRACIA”, que tem por objetivo discutir os possíveis impactos da transformação dos centros urbanos no processo de inclusão democrática e cidadã. Como expositores teremos a Professora e ex-Secretária de Habitação da Prefeitura Municipal de Salvador, Angela Gordilho, e o Presidente do Instituto de Arquitetos da Bahia, Daniel Colina, o evento acontece no dia 20/06/2011, às 17:30 hs, no Espaço Cultural da Câmara de Vereadores da capital baiana. 


Governo libera acesso a arquivo de documentos da Aeronáutica

O Arquivo Nacional informou que está disponível para consulta a partir desta quarta-feira (13) cerca de 50 mil documentos que estavam em poder da Aeronáutica e que abrangem o período do regime militar e os governos de José Sarney (1985-1990), Fernando Collor (1990-1992) e Itamar Franco (1992-1994).



Parte dos documentos traz informações sobre monitoramento de políticos, partidos e organizações de esquerda após o fim da regime militar, segundo o jornal "Folha de S.Paulo". A assessoria do Comando da Aeronáutica não confirmou a informação de que políticos eram monitorados por serviços de inteligência da força nesses períodos.
Dos 50 mil documentos, de acordo com o jornal, cerca de 1.190 documentos foram produzidos durante o governo Sarney, 111 no governo Collor e 23 no governo Itamar. O restante dos documentos foi produzido durante a ditadura (1964-1985).   
Segundo a assessoria de imprensa do Comando da Aeronáutica, "quantidade substancial destes documentos, principalmente após 1985, foram produzidos por outros órgãos e posteriormente catalogados e arquivados pela Aeronáutica".
É a primeira vez, desde o fim da ditadura, que um serviço de inteligência das Forças Armadas entrega documentos ao Arquivo Nacional, vinculado ao Ministério da Justiça.
A Aeronáutica foi a única das Forças Armadas a fornecer documentos confidenciais para o Arquivo Nacional. Os documentos foram entregues no início de 2010 por ordem do comandante da Aeronáutica, Juniti Saito.
Os documentos podem ser acessados na sede do Arquivo Nacional, em Brasília. Não estão disponíveis na internet, mas é possível solicitar cópias ao Arquivo Nacional. Documentos com informações relacionadas à intimidade, vida privada, honra e imagem dos investigados não serão divulgados na íntegra.
O acesso irrestrito aos papéis que contenham informações relacionadas à intimidade, vida privada, honra e imagem somente será permitido ao titular das informações pessoais; ao cônjuge ou companheiro, ascendente ou descendente do titular das informações, caso este seja morto ou ausente; e a alguém previamente autorizado pelo titular das informações.

ACESSE A FONTE: 

PROJETO BRASIL: NUNCA MAIS

Um dos acervos mais importantes da história contemporânea brasileira será digitalizado e disponibilizado na internet.
 
O projeto Brasil: Nunca Mais, coordenado pelo arcebispo Dom Paulo Evaristo Arns e pelo Pastor Jaime Wright, foi realizado clandestinamente entre 1979 e 1985 durante o período final da ditadura militar, e gerou um importante acervo sobre a história do país. O projeto pretendia evitar o possível desaparecimento de documentos durante o processo de redemocratização. Após seis anos de trabalho em sigilo, a tarefa foi finalizada, resultando na cópia de mais de um milhão de páginas de processos do Superior Tribunal Militar. Porém, diante da preocupação com a apreensão do material, a alternativa encontrada foi microfilmar os documentos e remeter os filmes para o exterior. Hoje, esse acervo será repatriado. E o mais importante: estará acessível a todos os brasileiros.
 
 

Estão abertas as inscrições para cursos de Formação Continuada


Estão abertas as inscrições no periodo de 09 a 30 de junho de 2011, para  bolsas de docência para cursos de formação continuada nos anos finais do ensino fundamental em Educação Física, Ciências Naturais, História, Geografia e Currículo e Avaliação, para 33 municípios baianos. Serão ofertadas 165 vagas para candidatos a bolsas para professores-formadores, 33 bolsas para professores-pesquisadores, 04 bolsas para coordenadores adjuntos e 01 bolsa para coordenador geral.
Esta ação é realizada pela Secretaria de Educação do Estado da Bahia, através do Instituto Anísio Teixeira - IAT,  por meio do Convênio nº 703510/2010, estabelecido entre o Governo do Estado da Bahia e o Ministério da Educação, em atendimento ao Plano de Ações Articuladas – PAR, no âmbito do Plano de Metas Compromisso Todos pela Educação.
Municípios que sediarão os cursos:
Teixeira de Freitas, Camacan, Itapetinga, Itabuna, Poções, Belo Campo, Brumado, Valença, Jequié, Salvador, Camaçari, Conceição de Feira, Nazaré, Amargosa, Itaberaba, Paramirim, Macaúbas, Bom Jesus da Lapa, Serra Dourada, Correntina, Barreiras, Santa Rita de Cássia, Ipupiara, Pilão Arcado, Paulo Afonso, Sítio do Quinto, Ribeira do Pombal, Crisópolis, Serrinha, Valente, Cansanção, Jacobina, Ruy Barbosa
As aulas, oito na modalidade presencial e oito dedicadas à avaliação de relatórios, serão realizadas aos sábados ao longo de quatro meses. O início das aulas está previsto para agosto de 2011. As datas dos encontros presenciais nos municípios serão definidas posteriormente.
Os candidatos selecionados, após prévio treinamento, ministrarão cursos de formação continuada em História, Geografia, Ciências Naturais, Educação Física e Currículo e Avaliação direcionados aos anos finais do ensino fundamental e serão bolsistas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), conforme Resolução CD/FNDE nº 24 de 16 de agosto de 2010, do Ministério da Educação – MEC.
Para participar da seleção o candidato deverá imprimir o formulário de inscrição anexado abaixo preencher corretamente todos os dados e enviar a ficha de inscrição scaneada para o email acoesarticuladas.iatmec@gmail.com ou para os fax 71 - 3116-9067 / 71-3116-9069. Para mais informações acesse o documento chamada pública anexado abaixo.



Seminário: Assistência e mutualismo no Brasil, séculos XIX e XX

CLICK NA IMAGEM PARA AMPLIÁ-LA

Veja programação completa:

Camarada Júlio confissões sinceras de uma militância


Franklin Oliveira Jr. é professor universitário e doutor em história, sendo Camarada Júlio, confissões sinceras de uma militância o seu quinto livro. Desta vez escreveu uma autobiografia que se desenrola no contexto dos anos 60, 70 e 80 na Bahia e no Brasil, onde toda uma geração lutou contra a ditadura e pelo socialismo através de vários caminhos. O trabalho busca resgatar suas crenças, sonhos e equívocos.

Sexta-feira, 17 de junho de 2011, a partir das 18:30h, na Livraria LDM.
(Rua Direita da Piedade, nº22, Piedade. Próximo à Secretaria de Segurança Pública e ao Banco do Brasil.).

Mais informações:




Tombamento da Cidade Baixa é homologado pelo Iphan


Por: Clarissa Pacheco

O Conjunto Urbano e Arquitetônico da Cidade  Baixa de Salvador passa a ser, a partir desta segunda-feira (9) oficialmente reconhecido comopatrimônio cultural tombado pela União.A homologação do processo, declarado como tombamento provisório em 2009, foi publicada no Diário Oficial da União de hoje, assinada pela ministra da Cultura, Anna de Hollanda.O superintendente do Iphan na Bahia, Carlos Amorim, explicou que já há uma série de ações em pauta para a preservação e recuperação da área tombada. “Há um recurso, obviamente ainda contingenciado e aguardando liberação superior, da ordem de R$ 250 milhões por quatro anos para serem aplicados naquela área”, disse Amorim, sobre o PAC das Cidades Históricas, que abrange 173 municípios em todos os estados da federação.De acordo com o documento publicado no Diário, o processo de tombamento foi aberto em 2008 e oficializado após a 61ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural da União, em outubro de 2009.Para o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), “o tombamento não é uma novidade, apenas a finalização do processo, que chegou às mãos da ministra e foi oficializado”, conforme explicou o órgão através de sua assessoria de comunicação.Carlos Amorim que o intervalo entre a abertura do processo e a homologação é comum. “A homologação significa uma ratificação, um retrato do que aconteceu no passado, porque os efeitos de um tombamento provisório, quando aprovado pelo Conselho, são os mesmos de um bem que já estava tombado”, esclareceu Amorim.
Preservação cultural - O processo de tombamento visa preservar bens de valor histórico cultural, arquitetônico, ambiental ou de valor afetivo para a população, o que passa a impedir a destruição e ou descaracterização do imóvel. Além disso, após tombado, um bem precisa passar por um processo de conservação e manutenção da estrutura a fim de que o valor cultural não seja perdido. Além do Centro Urbano e Arquitetônico da Cidade Baixa e da própria capital Salvador, outros dez sítios urbanos na Bahia são tombados como Patrimônio Cultural pelo IPHAN. São as cidades de Andaraí, Cachoeira, Ilha de Itaparica, Lençóis, Monte Santo, Mucugê, Porto Seguro, Rio de Contas e Santa Cruz Cabrália.
Sustentabilidade – Para o historiador Manoel Passos, há um paradoxo que pode ser observado não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo, o que pode ser o reflexo de uma crise mundial no setor cultural.
Passos ressalta a importância de se manter a memória da cidade, mas teme um engessamento e um risco potencial para a sociedade caso o Estado não tenha recursos para manter a preservação desses bens tombados. “A cidade de Cachoeira foi tombada na década de 1970 e é claro que isso ajudou na preservação. Hoje a cidade recebeu a Universidade do Recôncavo, recebeu ações de recuperação e preservação. Quer dizer, é uma lei que tem que ser cumprida. Por outro lado, é fundamental que órgãos competentes tenham ações proativas no sentido de recuperar essas ruínas e fazer com que elas tenham um função social para a sociedade”, explica.
ACESSE A FONTE:

  


200 ANOS DA TYPOGRAPHIA SILVA SERVA

II Encontro São Lázaro

Palestras, apresentação de trabalhos e minicursos acontecerão durante o encontro, que contará com a presença dos professores da Unicamp: Oswaldo Giacoia, Ricardo Antunes e Sidney Chalhoub. 


Promovido pela Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (FFCH) em parceria com o Instituto de Psicologia, o II Encontro São Lázaro acontece entre os dias 13 e 17 de junho. O encontro comemora os 70 anos da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, que fica no chamado Campus São Lázaro.
O evento, que em sua primeira edição teve 300 trabalhos apresentados, este ano teve 434 trabalhos aprovados e tem o objetivo de mostrar as pesquisas da FFCH e do Instituto de Psicologia. A data para a submissão de trabalhos já venceu, mas as inscrições para o encontro estão abertas. Os valores variam: para estudantes da graduação, 30 reais, para os da pós-graduação, 50 reais e para professores ou outras pessoas que queiram participar do evento e não tenham relação direta com a FFCH e o Instituto o valor da inscrição é 100 reais. Algumas bolsas serão distribuídas para estudantes e monitores do encontro também terão a inscrição gratuita.
Além das palestras e apresentação de trabalhos, alguns minicursos acontecerão durante o encontro. As atividades do Encontro devem acontecer no próprio Pavilhão de Aulas de São Lázaro e no salão nobre da Reitoria da Ufba. As palestras plenárias acontecerão na reitoria.
Nesta edição, a conferência de abertura contará com o nome do filósofo húngaro, István Mészáros, marxista da escola de Budapeste. A mesa acontecerá na Reitoria da Ufba, no dia 13 de junho. Outros nomes também estão confirmados para o evento: Francisco de Oliveira, Sociólogo e Professor Emérito da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, que estará na mesa de encerramento, além de os professores da Unicamp, Oswaldo Giacoia, filósofo; Ricardo Antunes, professor de Sociologia no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas e Sidney Chalhoub, historiador e também professor.
Maiores informações podem ser encontradas no site da FFCH. Nesse site também podem ser realizadas as inscrições. Dúvidas podem ser tiradas através do e-mail ffch.diretoria@ufba.br.

III Encontro de Novos Pesquisadores em História PPGH - UFBA

Para informações e dúvidas sobre o evento acesse: 

Documentário Mulheres Africanas

Durante uma viagem pela África, Eliza – brasileira, 30 anos – conhece mulheres que vivem conectadas em seus espaços e tempos.  Através de entrevistas, reflexões, diários, olhamos entre o exótico e o preconceito gerado pela distância cultural. A partir de uma visão autoral, o filme discute a distância cultural que permite a criação do Outro e do racismo, criação que serve de pretexto para justificar a complexa relação histórica entre o Ocidente e a África. Criado a partir da perspectiva de uma viajante mulher e latino americana, o filme discute os diversos perfis de mulheres contemporâneas que coexistem em diferentes países e culturas. 


Podemos colaborar com o projeto da Eliza Capai

Fazer o 1º corte do documentário, uma imersão em diversas culturas africanas contada por suas mulheres.
O documentário está completamente gravado: são 40h de material rodados em alta definição. Até agora eu realizei todas as etapas do processo. Foi intenso e agora preciso de outros olhos, ouvidos e mãos para desenhar esta história comigo. A ideia é utilizar a minha viagem pela África durante seis meses como base do documentário, mas ir além: criar uma estrutura ficcional que nos permita levantar as discussões de forma mais profunda.
Africanas (nome provisório) será meu 1º longa metragem, e sempre que apresento o projeto escuto elogios seguidos de "Tenho interesse, me apresente o primeiro corte!" E aqui estou tentando bancar a 1ª versão do documentário. Para fazê-lo, necessito contratar um roteirista, me dedicar exclusivamente a isto por quatro meses, pagar pela decupagem do material e legenda do primeiro corte para o inglês, além do custo de deslocamento (eu e o roteirista, Daniel Augusto, estamos separados por um oceano).

O longa metragem
Submissão, independência, mulheres negras nuas, mulheres brancas de véu, rituais de sacrifício, casamentos poligâmicos, Aids, amor: durante uma viagem de seis meses pela África discutimos diversidade, racismo e exotismo através de visões femininas.
Em 2010, viajei pela África, produzindo para TV e investigando a situação da mulher em distintas culturas e países: Marrocos, Mali, Cabo Verde, Etiópia e África do Sul. Mas em vez de encontrar um sentimento de identidade . de identificação com fragmentos da cultura africana que formaram meu país . me deparei em alguns momentos com um sentimento desconhecido: distanciamento, pré-conceito, racismo. Assim, o documentário busca compreender esse sentimento que permite as cruéis relações do Ocidente com a África e que se populariza no mundo se expressando através da xenofobia.
Vamos além dele, buscando compreender como podemos julgar menos os Outros, entender de fato a diversidade, respeitar culturas que não as nossas. Assim, a voz da viajante inicia a narrativa e aos poucos se abre para escutar outras mulheres, buscando construir esses fragmentos de África, dialogando com essas porta vozes de suas culturas, com as leituras realizadas no trajeto e com a bagagem cultural levada.

Recompensa em Cabo Verde
Para essa cota, vale a observação: as diárias do Spinguera são válidas para duas pessoas com café da manhã incluído durante as estações baixa e média - entre 10 de janeiro e 16 de abril; ou de 01 de maio a 31 de julho; ou de 01 de setembro a 20 de dezembro. Passagem aérea não incluída.

Para conhecer o Spinguera: www.spinguera.com
Para entender melhor o projeto: www.africanwoman.org
Para saber mais de meu trabalho: www.elizacapai.com
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Para ver o trailler do documentário: http://movere.me/exibeProjeto.do?id=12